domingo, janeiro 22, 2012

Ciao!!!






A minha história com a trilogia começou em junho do ano passado, quando fiquei curiosa com o primeiro livro. Aí, comprei o Um Gosto de Vida nas férias. Em agosto, o segundo livro foi lançado e eu fiquei curiosa para saber o que acontecia. Por fim, em novembro, saiu o terceiro e último livro da série. Aí, em dezembro, soube que Papai Noel estava recebendo pedidos no #NatalHarlequin e enviei o meu. E fui atendida!

Um gosto de amor – Susan Mallery – Harlequin (Irmãs Keyes 2)
(Sweet Spot - 2008)
Personagens: Nicole Keyes e Eric “Hawk” Hawkins

Nicole estava cansada de todos terem pena dela por causa da traição do marido com a irmã caçula. Estava cansada de que Claire queria que estivesse tão feliz quanto ela. Por isso, tomou uma decisão para solucionar os seus problemas: se ofereceu para ter um caso com Hawk, o ex-jogador de futebol americano e treinador do time da escola – que estava muito interessado – e, em troca, ele fingiria publicamente ser o namorado dela. No entanto, as coisas se complicam – em vários sentidos – e saem do controle, exigindo que Nicole e Hawk realmente queiram mais que aparências e casos para resolverem o rumo de suas vidas.

Comentários:

- Ok, Nicole, a irmã chata #1 (e gêmea) de Claire, ganha a própria história para que a gente tenha chance de entender o que se passa na cabeça dela. Comecei a concordar com algumas coisas: ela sempre teve a vida decidida – seria a que assumiria a gestão da Confeitaria da família. Se por um lado isso é ótimo, por outro indica que nunca considerou outras opções, que poderiam ter levado para outros caminhos. Como ficou claro no livro de Claire, ela se ressentiu de ter sido preterida pela mãe (que viajou com a irmã famosa) e assumiu a responsabilidade de criar a irmã caçula. E por mais que tenha se esforçado, as coisas não saíram como ela planejou (Jessie era irresponsável e inconseqüente – fatos do primeiro livro comprovam para esta análise). Ainda estava se recuperando – em fase adiantada – da cirurgia do joelho e com pouco humor para o que os outros achassem que era melhor para ela.

- Até o dia em que um jogador de futebol americano tentou roubar donuts da Confeitaria e ela impediu. Optou por fazer Raoul trabalhar para pagar por eles. Foi o início de uma grande responsabilidade de Nicole – como ela mesma diz: Santa Nicole que adora cuidar de todos. E, na minha opinião, é o ponto alto da trama: como o fato de ajudar, de estender a mão a alguém, pode fazer diferença.

- E Hawk, como diz o apelido (Falcão), está sempre ali por perto, provocativo, predador... Deixando claro o que queria caçar. O Renan avisou em um dos muitos posts que fiz relacionados à trilogia, que haveria momentos em que eu gostaria de esganar Hawk e Jessie. Confesso que, durante um bom tempo, achei que ele estava exagerando. Afinal de contas, o cara era charmoso, muito bom de cama e um acompanhante para matar o resto da população feminina da galáxia. Até a hora que a convivência faz com que Nicole – e a gente por tabela – enxergue alguns pontos que ficam escurecidos diante da aparente brilhante perfeição de Hawk. E no fundo, Hawk e Nicole são bem parecidos: os dois acreditam sempre estar certos e saberem o que é o melhor para todos em volta, não conseguem conter o “eu” controlador deles. Hawk deve ter pensado (sabe-se Deus por quê) que Nicole também cederia a ele em tudo. Já viu, né? Mais cedo ou mais tarde, acontecem atritos e choques. Diante do que é exposto no livro, imagino que a maioria vá concordar com Nicole e com a visão de que tudo se resume a lustrar e manter tinindo de reluzente o ego de Hawk. E devo dizer que tive vontade de esganar, bater com porrete ou simplesmente soltar o escorpiano pitbull que existe em mim contra o protagonista várias vezes. Pelas circunstâncias, entendi a primeira dúvida. A segunda é marmota demais pro meu gosto e a terceira vez (Lei de Murphy: sempre tem uma 3ª. vez) já seria motivo pra dar um cartão vermelho lindão para o bonitão. Mas já que eles estão destinados ou para o outro, paciência. Ninguém achou que seria fácil, né?

- Agora só falta ler o livro da Jessie, que, nesta trama, vive um momento daqueles: “Se vira, minha filha. Ou vai ou racha!” e ela preferiu ir, se virar por conta própria, cansada de ser a má da história (o que podemos fazer se ela se esforçou tanto. Já diz o ditado: quem procura, acha. Ela achou muito mais do que não queria). Pelo resumo, sei que o encerramento da trilogia começa 5 anos depois. É tempo de sobra para Jessie criar juízo e dar um rumo à vida... ou não.

- Para quem ainda não sabe, eis a lista da Trilogia – As Irmãs Keyes:

Um gosto de vida – Claire Keyes e Wyatt
Um gosto de amor – Nicole Keyes e Hawk
Um gosto de esperança – Jessie Keyes e Matt

- A autora tem site oficial, com uma parte sobre as séries e as também há orientações para segui-la nas redes sociais. Há também informações biográficas sobre o site da eHarlequin.

Bacci!!!

Beta
Reações:

5 comentários :

  1. Eu amo essa trilogia, comprei os 2 primeiros em uma promo, mas ainda não tenho o 3, pois ele ainda está bem carinho. Aliás, harlequin está dando facadas com esses preços de livraria. Eu quero muito mesmo ler o da Jesse, pq apesar de tudo eu gostei dela rsrsrs Gostei mesmo, e quero ver o que ela fez com a vida. Vamos aguardar né beta rsrsrs
    Beijos

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  2. OMG!!!! Não acredito nisso!!!!

    Nada contra a sua resenha, mas dei bola fora de novo. Quando você receber a caixa deste mês, que eu postei hoje, vc vai entender...

    Ô presente de Natal complicado o seu...

    Será que eu ainda acerto?

    Beijos,

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  3. Quero muito ler essa trilogia mas ainda não adquiri os livros (muito caros).

    Apesar de não ter lido, achava que a Nicole seria a mais chata e mal-amada. Ledo engano.

    Adorei as capas!

    Bjs.

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  4. Vc vai se apaixonar pela Jesse no volume 3. Ela se redime totalmente e temos o outro lado da visão dos fatos.

    Acho que foi o melhor livro da série!

    bjss

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  5. Ah, se essas Irmãs Keys tivessem um pouquinho mais de tempero como de Irmãs Mac Alpin ou de Irmãs Drummond ou de Irmãs L'Estrange ...

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