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Mostrando postagens com o rótulo Jane Green

*** Palavra de Mulherzinha: #belarecatadaedolar

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Ciao!!! (Aviso aos navegantes: post todo trabalhado e costurado na ironia e na conformação em rir para não chorar do universo de realismo fantástico em que o Brasil anda mergulhado atualmente. E se você não entendeu a hastag que dá nome ao post, por favor, pesquisa no Google, porque eu me recuso a linkar a matéria que deu origem à discussão) Gente do céu, fui confrontada com uma triste verdade: não sou o exemplo de mulher brasileira, pelo menos, aquele desejado em verso e prosa pelo legítimo homem brasileiro. Perdi o memorando, deu tilt, não vi a placa. Enfim, não sei o que aconteceu. Mas o fato é que a Mulherzinha se deu conta que, oh, vexame! , logo ela, que cresceu à sombra de uma overdose dos legítimos valores femininos que foram temas de páginas e mais páginas dos romances e contos de fadas. Diante disso, tive que fazer um intensivão literário para recuperar o passo e o compasso e me tornar, enfim, alguém digna de ser #belarecatadaedolar. Ah, talvez haja alg...

Cap. 562 – Tasha Harris Abre o Jogo – Jane Green

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Ciao!!! Este livro é uma grande ironia na minha vida. Primeiro porque é um dos meus favoritos de sempre, que não contente em ler, recomendo para quem quiser ler um texto de chicklit que destoa do padrão que a gente associa ao estilo. Segundo porque foi um dos livros que coloquei resenha ainda no primeiro ano do Literatura de Mulherzinha (sim, o texto original é de 2005, sobre dois livros da Jane Green ).  Terceiro, porque embora o ame tanto, não o tenho. Comprei para dar de presente a uma amiga, com uma dedicatória que se revelaria profética (ambas gostaríamos do livro). Ele está aqui em casa há séculos emprestado. Então, dentro do Abril Imperdível 2012 – Pintando o 7 , nada mais justo do que revisitá-lo! Tasha Harris abre o jogo - Jane Green - Ed. Record (Straight Talking - 1997) personagem: Anastasia "Tasha" Harris, as amigas, o ex e Adam Tasha é uma bem sucedida produtora de um programa de TV, cínica, sarcástica, amiga leal e disposta a encontrar o homem perfeit...

*** Palavra de Mulherzinha: TOP PIRIGUETAGEM LITERÁRIA 2011

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Ciao!!! Quem inventou esta moda, como a gente diz aqui em Minas, foi a Nanda, do Viagem Literária , ao assumir que era periguete, conforme a definição feita por Luciana Mara em um post genial e hilário do TOC Livros : “ De acordo com o dicionário Aureliânus sofre de piriguetismo literário aquele(a) que troca de paixão platônica fictícia toda semana, e usa a expressão 'é meu' quando descreve algum personagem. Este tipo de piriguete usa ou usará óculos e sente frio (característica principal que a diferencia das outras espécies). ” Sei que isso causará choque em algumas pessoas, afinal de contas sou a Boa Moça da Blogosfera, a Lollie mais comportada (embora loca loca loca )... Só que chegou o momento de assumir o óbvio. Eu sou uma periguete literária. Aliás, eu sou MUITO periguete literária. Ao ponto de ter que fazer duas listas (uma de periguetagem contemporânea e outra de periguetagem histórica. A mais fácil de definir foi a periguetagem sobrenatural, porque nessa,...

Cap. 104 - Tasha e Libby - as heroínas de Jane Green

De todas as autoras de " chicklit ", confesso, essa é a minha favorita. O primeiro livro deste gênero que eu li foi TASHA HARRIS ABRE O JOGO e eu adorei a história e me identifiquei em muitas coisas com a heroína. Depois, ganhei de aniversário outro livro da mesma autora - OS PRÍNCIPES ENCANTADOS DE LIBBY MANSON . Outro caso de amor à primeira vista, mas não pela heroína... e sim por um dos candidatos a príncipe dela. Por isso, vamos ao que interessa: Tasha Harris abre o jogo - Jane Green - Ed. Record (Straight Talking - 1999) personagem: Anastasia "Tasha" Harris Tasha é uma bem sucedida produtora de um programa de TV, cínica, sarcástica, amiga leal e disposta a encontrar o homem perfeito. Quando a encontramos, descobrimos que ela faz terapia, para se entender melhor e lidar com o rompimenot doloroso relacionamento longo e a forma como passou a viver depois disso. Ela demora para perceber que o amor pode estar bem perto, mas seria do jeito que ela sempre im...