sábado, junho 24, 2017

Ciao!!!



Acho que preciso ler mais Maya Blake. Disse isso no ano passado – um dos livros dela até entrou entre os melhores de 2016. Gosto das protagonistas que ela cria. Neste caso, fiquei um tanto em dúvida sobre o protagonista. E creio que não serei capaz de me decidir até o final do texto.

Falsas Apostas – Maya Blake – Paixão
(A diamond deal with the Greek – 2016 – Mills & Boon Modern Romance)
Personagens: Arabella “Rebel” Daniels e Draco Angelis

Um presente de aniversário no valor de 500 mil libras garantiu a presença de Rebel no tão sonhado Campeonato de Esqui em Verbier. Como o dinheiro veio do pai, de quem ela estava afastada, considerou como um presente de reconciliação e nem hesitou em gastar com a infraestrutura necessária. Só que o dinheiro foi desviado da empresa de Draco Angelis, empresário de esportistas, onde o pai trabalhava. E o todo poderoso grego agora exigia que ela se passasse por noiva dele por três meses para não mandar pai e filha para a cadeia. Claro que uma situação assim não vai se resolver facilmente, né?

Comentários:

- Rebel era uma destemida esquiadora, no entanto, ao trocar do cross-country para os saltos, não conseguiu repetir a mesma performance. Ao perder o patrocínio às vésperas de um campeonato importante, se viu salva por um presente do pai: 500 mil libras. Usou o dinheiro para se inscrever e se preparar, mas descobriu que a quantia foi desviada da empresa de Draco Angelis, onde o pai era contador. E agora o empresário grego queria o paradeiro do pai (que sumiu e não retornava as ligações) e o dinheiro de volta – como isso não era possível, ele impôs um falso noivado.

- Rebel é impulsiva, apaixonada pelo que faz e vibrante. É mostrada nos jornais como uma irresponsável que dá mais valor à badalação que aos treinos. E sofre por causa de um problema familiar. Quer se especializar nos saltos porque era o sonho da mãe dela. Ela queria se acertar com o pai, voltar a sentir que pertence a uma família, não à solidão e alguns gestos impulsivos numa tentativa frustrada de esquecer o que considerava que não podia perdoar.

- Draco era exigente e implacável. Tinha uma postura contrária a mentiras e pessoas que trapaceavam. Por tudo que sabia sobre Arabella, ela estava longe de ser um padrão de virtude. E não tinha certeza de que o pai dela estava sozinho no furto. Ao mesmo tempo, ele sente atração por ela e considera ampliar as ações do falso noivado – não em palavras, mas em ações (afinal de contas, quantos personagens com este perfil já topei após tantos anos nesta “indústria vital”?). Embora ele mesmo fosse vulnerável e reagia sempre “cuspindo fogo” por causa de traumas passados, existiam outros caminhos para negociar o pagamento.

Silêncio caos chegou
Mostrando a mim mais do que sou
Avisa a quem vier
Ter alguém é raro, o amor é fé
(Outro Eu, porque eu amo eles)

- Eles constroem um relacionamento interessante, apesar de algumas recaídas de Draco ao “modo dragão” e exigir verdade absoluta da parte dela (mas é previsível para o padrão do perfil deste personagem). Gostei que Rebel precisava fazer as pazes consigo mesma e o “grego sargento” mostrou o caminho para que ela alcançar todo o potencial como esportista e como ser humano. Só teriam que entrar em um acordo sobre a realidade do relacionamento dos dois – e admitir, determinar e assumir isso não seria indolor e sem exigências de confiança e respeito. Apesar da minha antipatia com as idas e vindas do dragão cospe fogo, gostei do que li. Pode ser uma boa opção entre outras leituras.


Bacci!!!

Beta

terça-feira, junho 20, 2017

Ciao!!!!


Para te fazer companhia no inverno, a autora Flávia Cunha tem uma novidade alta, loira, de olhos claros e querendo vingança. Confira!!!




Segredos de um coração Indomável

James Passero jurou que se vingaria dos culpados pelo assassinato dos seus pais. E ele gastou cada segundo da sua vida preparando-se para esse momento e tornando-se um campeão dos rodeios e um empresário bem sucedido. Agora, prestes a concluir sua vingança, James vê sua vida mudar ao se envolver com a advogada do seu maior inimigo.
Evie Larsson tem uma dívida de gratidão com Beau Keller e por isso aceita viajar para Springville e ser sua advogada. Mas, ela não sabe que faz parte de um plano para envolver e seduzir James Passero, um homem por quem ela está a um passo de se apaixonar.
Entre intrigas do presente e revelações do passado, pode o amor superar os obstáculos e desvendar os segredos de um coração indomável?

Confira o booktrailer:



*** Lançamento 25 de junho ***

Saiba tudo sobre essas e outras novidades!

domingo, junho 18, 2017

Ciao!!!



Sabe quando você escolhe um livro pela autora, sem ao menos ler a sinopse? Foi o que eu fiz aqui. Comecei a ler as obras da Lucinda no ano passado e a forma como ela conta histórias me ganhou. Diante deste lançamento, nem pisquei. Sabia que tinha que ler.
Ah, mas podia ter escolhido pela capa também. Que é muito linda e passa fielmente o espírito da história.

A Árvore dos Anjos – Lucinda Riley – Editora Arqueiro
(The Angel Tree – 2014)
Personagens: a família e as pessoas relacionadas ao Solar Marchmont

Um túmulo em um solar antigo no País de Gales foi o ponto de partida para resgatar as memórias de Greta. Foram mais de 20 anos vivendo isolada, até aceitar voltar a Marchmont. No entanto, significa também recuperar uma história de escolhas, tristezas, perdas, dores, desencontros, frustrações, esperança e alegria, vividas não só por ela e pela encantadora filha, no bom e mau sentido, Cheska. E entender como assimilar a forma como a vida de todos foi afetada e como seguir adiante.

Comentários:

“Ah, vou ler o início pra começar a ter uma ideia da trama”
Mais ou menos, 3h e 346 páginas depois:
“JESUS, PRECISO DORMIR PRA TRABALHAR AMANHÃ!”

- Sim, aconteceu comigo. Desde o ano passado, quando li pela primeira vez um livro da Lucinda Riley, gostei do jeito dela de contar histórias. Ela não conta algo que está congelado em um breve tempo – ela nos apresenta uma encadeada trama de escolhas e consequências que marcam a jornada dos personagens. Basicamente, é como se aquelas pessoas se sentassem para nos contar suas histórias, sem omitir os maus momentos. E são coisas que, guardadas as devidas proporções, podem ocorrer com qualquer um.

- Temos a narrativa em dois tempos verbais com narradores em 3ª pessoa. A base é 1985, quando Greta aceitou finalmente o convite do melhor amigo David para sair de casa em Londres e viajar até o solar dos Marchmont, no País de Gales. Por causa de um acidente, ela perdeu a memória e não tinha referências do que vivera naquele local. No entanto, rever uma lápide fez com as memórias começassem a voltar. E o que ela não lembrou ou não tinha vivido para se lembrar, em outro momento, pediu que David contasse.

- A partir da recuperação das memórias de Greta, voltamos a Londres de 1945 e descobrimos como a jovem Greta tinha sonhos e, diante de um revés, aceitou o apoio do amigo e foi para o solar Marchmont. E as razões que a levaram a se casar com Owen, tio de David, e o grande amor frustrado da mãe de David, a (incrível, sério, ela é muito incrível) Laura-Jane, a L.J., a alma que comandou Marchmont durante a guerra. Só que após um determinado acontecimento, a trama retorna a Londres, para onde Greta se mudou com a filha, Cheska, uma criança encantadora e boazinha.

- Cheska se torna uma estrela infantil do cinema, comparada à Shirley Temple. Com a carreira comandada pela mãe, que determina as escolhas dentro e fora da fantasia e, na observação dos demais personagens, impede que a garota aja como uma criança comum, apesar do sucesso na tela grande. E não percebe o impacto disso – e de outras coisas – na mente de Cheska, agora adolescente, empurrada na busca de não se tornar em plena adolescência uma ex-estrela de cinema.

- Assim como A Garota Italiana, A Árvore dos Anjos é uma revisão de Not quite an angel que ela escreveu no início da carreira ainda sob o nome de Lucinda Edmonds, a convite da editora. Concordo com a autora (vi o vídeo sobre o livro no site dela), que, se há uma protagonista, é Cheksa, porque ela move o livro e as ações dos demais personagens.

- No entanto, eu tenho um carinho especial por David Marchmont. Em meio aos altos e baixos dos demais personagens, ele é constante – tanto que ele se torna o esteio, a referência, para onde todos os outros correm. Tudo isso por amor. E como vocês verão, diferentes tipos de amor, nem sempre recompensados. É difícil encontrar alguém assim.

- Deu para entender por que não consegui parar de ler o livro? Contei até mais ou menos o meio da trama – e mesmo assim sem revelar muitas coisas – apenas para vocês terem ideia das motivações de algumas das personagens. Outras pessoas serão citadas e mais algumas vão surgir – todas com algum tipo de impacto (em maior ou menor proporção) – na vida deste núcleo central. Você irá se apegar, temer, se emocionar com os protagonistas e entender que as escolhas que eles fizeram nem sempre foram as melhores. Ou mesmo quando não tinham má intenção, geraram consequências.

- #MadreHooligan, que leu antes de mim, disse que era uma história bonita embora muito triste. Eu realmente gostei da história, me vi imersa nela, por isso, recomendo a leitura.


Bacci!!!

Beta

sábado, junho 17, 2017

Ciao!!!!




Sabe aquela coisa de que o melhor tem que vir por último?
Confesso que eu esperava um livro à altura dos meus favoritos na série, mas foi MUITO melhor que as minhas expectativas.
Vou contar pra vocês!


Ligeiramente Perigosos – Mary Balogh – Editora Arqueiro (Os Bedwyns 6)
(Slightly Dangerous – 2004)
Personagens: Wulfric Bedwyn, o duque de Bewcastle e Christine Derrick.

Depois da onda de casamentos e de ver os irmãos felizes com suas próprias famílias, Wulfric se deu conta de que a vida estava silenciosa demais, até mesmo para ele, assumidamente pouco social. Por isso, tomou uma atitude impulsiva: aceitou um convite para um evento social onde esperava ter distração intelectual. E se deu conta, ele era a maior atração do evento mais badalado da temporada. Ao qual, aliás, Christine foi coagida a ir pela amiga, que não conseguia entender como a viúva de um visconde preferia ter uma vida simples no povado natal. Claro que a personalidade contagiante da jovem viúva atraiu a atenção de todos, inclusive do duque casmurro. E não se assuste, isso é apenas o ponto de partida.

Comentários:

- Não tenho uma relação de amor à primeira vista com Wulfric Bedwyn. Pelo contrário, peguei birra e lembro que vibrei todas as vezes que a Eve o enfrentou e levou a melhor (o que todo mundo dizia ser difícil) em Ligeiramente Casados. Ele chegou antipático, arrogante, olhando todos de cima do tradicional nariz Bedwyn e congelando ambientes com a mera levantada de sobrancelhas. Aí nos livros seguintes, comecei a gostar um pouquinho dele – sempre que comprava a briga do irmão ou irmã encrencado da vez – chegando ao auge nos livros de Morgan e Alleyne (que tem tramas entrelaçadas). Até mencionei nestes dois textos o choque de perceber que Wulfric tinha um coração – sendo que resposta definitiva só viria a partir do momento que os holofotes estivessem nele.

- Afinal de contas, a certeza na corte inglesa era de que o poderoso duque de Bewcastle não era provido de sentimentos, como os demais seres meramente humanos, que se sentiam intimidados de estar no mesmo recinto que ele. Foi o que aconteceu com os convidados de lady Renable, quando ele foi incluído na lista do evento dela – duas semanas no interior para relaxar e se divertir no verão. E ao se ver com o número desigual de confirmações, ela teve que coagir a amiga Christine Derrick, viúva de um visconde a comparecer para deixar a situação conforme ditavam as regras sociais.

- O que ninguém esperava era que a espontânea, vivaz e contagiante jovem viúva fosse se tornar os centros das atenções, justo quando ela tentou não ser. E muito menos que seu mais feroz parceiro nas encrencas, aventuras, desventuras fosse ser o menos provável dos aristocratas: o reservado Bewcastle. Claro que vai ter gente achando que é tramoia, que as ações de Christine são planejadas para serem sedutoras porque ela necessita da atenção constante. Ô gente, não se iludam imaginando que a mania de tentar padronizar e maldizer os diferentes nasceu com as redes sociais, ok? Por trás de muito leque, entre muita fumaça de charutos, licores e danças muito mal à reputação alheia foi feito por quem se considerava educado e bem-nascido.

- No entanto, Christine não era 100% só alegria. O motivo disso é delineado ao longo do livro, até a gente entender qual é a situação que precisaria resolver para poder ser plena, sem uma culpa que ela sabia não ter mas mesmo assim lhe imputavam - e que repercutia em algumas decisões que ela toma. E as ações dela contribuem para que Wulfric (e a gente, de carona) se veja questionando suas próprias convicções.

- Ao mesmo tempo, confesso que não me recordo de ter visto recentemente em outro livro o que a Mary Balogh conseguiu aqui: ela conseguiu desmontar Wulfric e, ao mesmo tempo, mantê-lo íntegro. Sim, parece contraditório, mas à medida que você lê entende o processo: estamos vendo um novo Wulfric sem que ele perca as características que o tornaram quem ele é e que percebemos nele nos livros anteriores. Isso foi genial, realmente genial. Torna compreensíveis todas as atitudes dele, mesmo as inesperadas.

(Aliás, minha mente torta fez várias comparações do Bewcastle com Mr. Darcy – desde a fama de antipático, até os embates com a protagonista, até a admissão dos próprios sentimentos e as consequências disso. Pena que não posso dar mais detalhes sem correr risco de falar demais, no entanto, alguns momentos aqui mesmo sem ser diretamente semelhantes, me fizeram ter memória afetiva de uma cena do filme de 2005 – afinal de contas, se lembrar do Matthew MacFaddyen sempre faz bem, né?)

- Outra coisa que amei foi ver Bedwyns em bando neste livro. Todos os casais anteriores – e os respectivos filhos – aparecem nas novas etapas das suas vidas e obviamente não vão ficar como meros espectadores de “seja lá o que estiver acontecendo aqui”.

- Resultado: eu li este livro em pouco menos de 5h, com pausas apenas para lanchar duas vezes. Não conseguia largar. Mudei de posição, de lugar de leitura, dei risadinhas, risadas, gargalhadas. Eu me apaixonei, me surpreendi, me encantei e só queria compartilhar com todo mundo como Ligeiramente Perigosos é imprescindível se você quiser ler algo que vale a pena investir tempo e dinheiro de tão bem pensado, planejado e escrito. É un gran finale, daqueles que você quer ler e não quer que acabe, digno de aplausos quando fecha o livro.

- Ainda bem que posso ler de novo sempre que der vontade. E já aviso que COM CERTEZA será mencionado nas listas de fim de ano.

Série Os Bedwyns (The Bedwyns Saga):

Slightly Married (2003) – Ligeiramente Casados - Eve Morris e Coronel Aidan Bedwyn
Slightly Wicked (2003) – Ligeiramente Maliciosos - Judith Law e lorde Rannulf Bedwyn
Slightly Scandalous (2003) – Ligeiramente Escandalosos  – Freyja Bedwyn e Joshua Moore.
Slightly Tempted (2003) – Ligeiramente Seduzidos – Lady Morgan Bedwyn e Gervase Ashford
Slightly Sinful (2004) – Ligeiramente Pecaminosos – Rachel York e Lorde Alleyne Bedwyn
Slightly Dangerous (2004) – Ligeiramente Perigosos – Wulfric Bedwyn e Christine Derrick.


Bacci!!!

Beta

ps.: Agora que este livro me apresentou quem é o Wulfric Bedwyn, o duque de Bewcastle, deu vontade de reler toda a série em sequência... Quem sabe não vira um projeto nas férias?

sexta-feira, junho 16, 2017

Ciao!!!


Olha a A.C.Meyer de volta ao Literatura de Mulherzinha. Neste ano, já conversei com ela sobre o viciante "Cadu e Mari" e agora fiz um convite (e ela aceitou! Oba!) para falar sobre o livro de contos "A B C do Amor", co-escrito com Brittainy C. Cherry e Camila Miranda.
Divirtam-se!

LdM Entrevista: A.C. Meyer

1 - Como foi o processo de escrever "Doce Reencontro", a sua história em ABC do Amor? Você precisou "se conter" por ela ser um conto?


Ter uma restrição a número de palavras, como no caso de contos, é sempre um desafio. Mas a minha preocupação, nesses casos, é sempre contar a história de forma completa, sem deixar pontas soltas ou eventuais buracos na história. Doce Reencontro foi um desafio não só pela questão do tamanho, mas por se tratar de um conto baseado em uma palavra — a saudade — e foi uma delícia contar essa história. 



2 - Como foi o convite para ter um conto em um livro ao lado da Brittainy C. Cherry e da Camila Moreira? Vocês chegaram a trocar ideias durante o projeto?


O convite veio da minha editora na Galera Record e eu me senti super honrada por fazer parte de um projeto tão especial ao lado de autoras tão queridas pelo público, como a Brittainy e a Camila. Não chegamos a trocar ideias durante o desenvolvimento da história, pois cada conto é baseado em uma palavra de amor diferente. Mas durante todo o projeto, mantivemos o contato e compartilhamos a nossa alegria e animação com esse lançamento. 

3 - Agora com o livro à venda, como está sendo o retorno do público? Quais respostas você já teve de quem já leu?


Está sendo muito positiva. As histórias são muito características de cada autora e os leitores conseguem identificar isso muito facilmente. Além disso, os leitores que nos deram feedback a respeito, se emocionaram bastante com os contos. Está sendo muito gostoso esse retorno.  

4 - E deixe um convite para quem ainda não teve a chance de conhecer ABC do Amor.

Quero convidar a todos os leitores do blog Literatura de Mulherzinha para conhecer ABC do amor, escrito por mim, AC Meyer, Brittainy C. Cherry e Camila Moreira. São três histórias românticas, que falam de saudade, perdão, desejo e, principalmente de amor.



ABC do Amor 
A.C. Meyer, Brittainy C. Cherry e Camila Moreira

Inconveniente, não retribuído, desejado, com final feliz ou sem esperanças, o amor não sai de moda.
Em Doce reencontro, o destino encontra a saudade. Jade nunca esqueceu o ex-namorado, que terminou tudo e a trocou pela carreira. Mas a receita de um grande amor nunca desanda. O que acontece quando os dois se reencontram?

O perdão é capaz de mudar a história em As cartas que escrevemos. Quando Jake retorna à cidadezinha onde cresceu, o agora ator famoso só esperava ver o seu grande amor mais uma vez. Mesmo que fosse no altar. Com outro homem. É possível fazer Ana Louise mudar de ideia?
Além das cores prova que o amor pode nascer do desejo. Alice acabou com o pior tema no projeto final da faculdade. Ela precisa escrever a biografia de Leandro, um artista plástico temperamental, fechado e extremamente gato. A atração entre ambos é intensa, mas os fantasmas do passado podem atrapalhar tudo.

À venda: SaraivaAmazon e Livraria Cultura.

Saiba mais no site da autora e leia sobre os outros livros dela no Literatura de Mulherzinha.

Bacci!!!

Beta