sexta-feira, março 26, 2010

Ciao!!!

Um resumo para quem pegou o trem andando: na semana passada, o Literatura de Mulherzinha começou a exorcizar o seu carma-mor: a resenha dos 12 livros da 1ª. Parte da série da Família Fortune. Para não matar ninguém de tédio, dividi o texto original (completo – são 13 páginas, haja paciência para ler tudo) em 4 posts publicados neste mês. O primeiro, o segundo e o terceiro já podem ser lidos. Hoje é a vez da saideira (e eu estou tããããããããooooo feliz) - os três derradeiros livros da série:

Refúgio do Amor – Justine Davis – Harlequin Destinos 10
(The wrangler’s bride – 1997 – Harlequin Books publicado por Silhouette Books)
Personagens: Doris Brady e Grant McClure

Grant não conseguiu recusar a ordem-disfarçada-de-pedido da meia-irmã Kristina: a amiga dela Doris precisava de um lugar tranqüilo e isolado para superar o trauma da morte do parceiro de trabalho (um policial, como ela, que foi assassinado durante uma investigação) e não haveria lugar melhor que o rancho McClure no Wyoming, ainda mais no Natal, a época mais sentimental do ano! E a temporada no rancho pra Dorie pode marcar o recomeço após a dor e a culpa que ela sentia pela morte de Nick. Grant não queria aquela garota atrás dele de novo – tinha lembranças da quase adolescente andando atrás dele como um cachorrinho, ao ponto de ganhar o apelido de “tenha Dó” – e levou um susto ao perceber que a garotinha-chiclete tinha se tornado uma mulher bonita e sofrida. Só que ela ainda era uma garota da cidade e este tipo de garota nunca se adaptaria ao único estilo de vida que o fazia feliz.

Comentários:

Continuo me perguntando duas coisas:

- Falta muito pra acabar? – Resposta: não, só 2. Pouco mais de 400 páginas. Quem já leu tanto até agora, consegue resolver isso num sprint final. Pense nos grandes heróis. Pense em Usain Bolt, Roger Federer, gente acostumada a transformar o difícil em divertido, o impossível em possível. Pense na garrafa de Fanta Uva que você vai abrir quando terminar. Pense em Gipsy (ahm... melhor não ou eu largo isso aqui pra fazer a Dança do Zumbi que é muito mais divertida...)

- Por que ninguém revisou estes livros? Moleza. Ser humano nenhum merece ler esta trama de uma nota só e muito mais longa que o necessário. Se lesse, acharia essa chuva de pequenos e irritantes erros (e estou abstraindo os grandes erros. Será que Luke/Lucas continua índio negro ou negro índio até o final da série? Mistééééééééééééério. Neste livro, ele foi brevemente mencionado e não citaram as origens dele)... E ainda tem o cavalo Curinga, cujo nome oficial a gente encontrou lá no livro 2 – Samantha o estava domando e disse que ele se chamava “A Paixão dos Fortune”. Já aqui o nome oficial dele é “Fogo dos Fortune”. Nem o cavalo é perdoado... Calma que tem mais: o fato é que, de novo, o resumo vende alguém que não está na história – a contracapa afirma que a mocinha se chama Meredith Brady... E se você ler aquele singelo resuminho-apresentação das vítimas da trama aparece lá: DORIS Brady. De Meredith pra Doris é a mesma coisa que me chamar de Isabella Fernanda... Sem contar que se ela se chamasse Meredith perderia a principal piada que o Grant faz com o nome dela... “Tenha Dó” ia virar o quê? “Tenha Mé?” (ok, ele não é um Fortune, mas também não é da família do Mussum – sim, a piada é horrível, mas eu li 10 livros desta série pela segunda vez. Tenham pena da minha burrice.)

- Ah, tenho que falar sobre o livro? Casalzinho bolero fora de ritmo. Ele vai pra lá, preso ao estereótipo de “a amiga da minha irmã que era uma fã-chiclete minha se tornou uma moça da cidade não pertence ao rancho ainda mais depois que o namorado e parceiro foi assassinado.” e persiste nisso por mais evidências do contrário, de como o rancho faz bem a ela. Já ela fica presa ao “eu não salvei o meu parceiro. Se tivesse chegado antes. Se não tivesse pedido socorro. As pessoas vão me culpar. Sou uma ingrata. Sou tão assassina quanto os bandidos que mataram Nick...” Enquanto isso, estamos acompanhando a rotina em um rancho no Wyoming, onde um cavalo appaloosa manda no lugar, um cachorro entende ordens com uma inteligência digna de nota, o Natal se aproxima e a nevasca aumenta. Aí eles se entendem, ele fala bobagem (óbvio), se afastam (e a neve caindo), se atraem (e a neve caindo), ela precisa ir embora para resolver o passado (e a neve caindo), ele vai atrás (e a neve caindo)... Chega né? (e a neve caindo)

* Trama principal: Aparece brevemente aqui e merece um comentário que eu devia ter feito antes, mas me esqueci: quando não é o resumo da contracapa que entrega algo que só acontecerá bem lá na frente na história, vem aquela página assinada pela “Liz Jones, a colunista no. 1 das celebridades” antes do livro começar e entrega o grande segredo que será desvendado na trama. Uau, pra que ler? (No meu caso, porque preciso completar o resumo. Será que eu consigo convencer o padre a aceitar essa resenha como penitência de Quaresma? Irmãos e irmãs, é preciso coragem...) E depois de muito drama dos protagonistas, eis uma conversa entre mãe (Barbara, a segunda esposa de Nate) e filho (Grant) entre as páginas 165 e 171 que atualizam o filho sobre as últimas notícias bombásticas da família... E Kate finalmente decide que sairá da tumba para botar ordem na zona que virou a vida e a empresa da Família Fortune (já que Jake continua preso, Nate está tentando fazer o Titanic Fortune não afundar e o resto está renegando o nome e as confusões da família).

Uma lua-de-mel inesquecível – Marie Ferrarella – Harlequin Destinos 11
(Forgotten honeymoon – 1996 – Harlequin)
Personagens: Kristina Fortune e Max Cooper

Kristina herdou uma pousada na California no testamento de Kate e resolveu que era hora de tentar algo por conta própria – e resolveu salvar a pousada da falência, do jeito dela. Kristina invadiu a pousada como um furacão, dando ordens, emitindo opiniões que mais pareciam ordens, desagradando a quem estivesse por perto – e deixando o co-proprietário Max Cooper à beira de um ataque de nervos. Até que um acidente na pousada faz com que Kristina perca a memória e aí, é a hora da vingança. E Kate finalmente entra em campo para colocar ordem nos Fortune...

Comentários:

- Convenhamos, a Kristina é uma mala! Apesar de ter excelentes idéias e uma grande visão, não sabe se expressar para cativar quem trabalha com ela – o que a torna o máximo da chefe irritante e odiada. E não deixa de ser uma contradição, porque já vimos outro lado dela (o jeito mais “doce” com parentes que ela ama). E isso serve como “desculpa” (mas não perdoa totalmente) o que Max faz: dizer que ela era outra pessoa, uma funcionária da pousada e fazê-la trabalhar. (Se, na vida real, “amnésia” amansasse gente chata, não faltariam pessoas batendo a cabeça dos chatonildos de plantão por aí.) Como isso só acontece na ficção, é claro que a nova Kris é uma pessoa doce, um tanto desastrada, que se interessa genuinamente pelos outros e ainda continua com a mesma mente brilhante que a tornou a temida diretora de Marketing das Empresas Fortune. Só que, quando ela recupera a memória, resolve abandoná-los. Justo quando eles percebem que as idéias dela não eram tão ruins. E aí... bem, você poide imaginar.

- Sinceramente falando, é um livro bem legal. Talvez eu gostaria mais se ele fosse independente da trama principal. O personagem Max tem uma boa história – menino abandonado pelos pais que encontrou refúgio ao ser criado pelo casal dono da pousada e pelos funcionários do local, e por isso resistia às mudanças que Kristina queria implantar por bem ou por mal, sem ouvir outras opiniões. Como a gente já conheceu (isto é, se você chegou até aqui na série) Kristina antes, sabe que ela não é tão ruim e só age deste jeito por ser uma garota tentando vencer e se impor em um mundo masculino, bla bla bla e que tinha sido magoada antes por um mau caráter bla bla bla e que o nome Fortune era uma bênção e uma maldição, bla bla bla...

* Trama principal: finalmente Kate ressuscita – primeiro para Jake, o que deixa a mostra muitas rusgas entre mãe e filho: o fato de ela ter escondido o verdadeiro nome do pai dele, de ter contribuído para que ele não tivesse escolha a não ser assumir as Empresas Fortune (ele queria ser médico). Ao longo da trama, percebemos que o casamento de Ben e Kate não era a oitava maravilha do mundo: ele teve casos com outras mulheres, filhos fora do casamento, contribuiu para a sede de vingança de uma atriz doida que achava que deveria ter o lugar de Kate; mas ela também não foi a perfeição em pessoa – só a demora em descobrir o óbvio (a essa altura, já se passaram quase 2 anos da “morte” dela, que se diverte casando os herdeiros e deixando o filho se tornar uma presa nas mãos da chantagista vaidosa, se afundar ainda mais na bebida, meter os pés pelas mãos e se afundar nas próprias confusões) já irritante para uma mulher considerada o pilar da família, decidida, resoluta e implacável. Mas deixa pra lá, só falta um e a tortura acaba...

Tudo por um bebê – Jennifer Greene – Harlequin Destinos 12
(The baby chase – 1996 – Harlequin Books)
Personagens: Rebecca Fortune e Gabriel Deverax

Kate estava de volta, mas Jake continuava encrencado e se ninguém fizesse nada, ele seria julgado e condenado pelo assassinato de Mônica Malone. Irritada pela falta de fé das pessoas na inocência de seu irmão, Rebecca resolve agir por conta própria. E a última coisa de que Gabe precisava era da escritora baixinha ruivinha, intempestiva, fazendo as coisas mais malucas e arriscadas. O pior – para ele – era que ela encontrou as peças que faltavam para desvendar o crime: o que a colocou na mira dos assassinos. Sorte que Rebecca tinha Gabe para protegê-la e a atração que havia entre os dois permitia que ela pudesse realizar seu maior sonho: ter um bebê, apesar do pai escolhido pelo seu corpo e seu coração não querer embarcar no sonho dela de ter uma família...

Comentários:

- Comentário do além 1: o destino de Liz Jones, a fofoqueira das celebridades, entregadora de momentos-chave das tramas na página 3 comprova que ser linguarudo não compensa...

- Momento desafabo: “Desde o início, o conceito editorial de criação da série da Família Fortune me deixou eufórica” – ao ler a primeira frase da carta de Jennifer Greene para as leitoras, não evitei pensar que chegar à resenha deste livro é que me deixaria MUITO EUFÓRICA. *fim do momento desafabo*

- Acho que Rebecca deve ser uma pisciana delirante. Vocês já viram a piada dos motivos dos signos atravessarem a rua? “Por que Peixes atravessou a rua? Resposta – Que rua?” Por estar com a cabeça em outro lugar, ela não percebe (ou ignora deliberadamente) os riscos que está correndo. E por ser extremamente imaginativa (ela era uma escritora de livros de mistérios) e acreditar no melhor das pessoas – o que lhe dá a certeza absoluta de que Jake era inocente – ela resolveu ajudar a investigar. E a partir da sua atabalhoada visita ao local do crime, que tinha sido revistado pelos maiores especialistas da polícia e três vezes pelo próprio Gabriel, começou a ser desvendado o crime: nenhum deles era uma mulher ou parou para pensar com a mente da vítima – e só assim ela descobriu a carta que indicou o crime (aliás, se você chegou até aqui, já deve ter desconfiado de quem seria o assassino – ou seja, mistério zero...). E não contente, Rebecca ignorou as recomendações de Gabe para deixá-lo agir, e foi atrás dos assassinos – conseguiu ajudar na prisão deles, mas quase foi morta.

- A parceria forçada e o estresse permitiram que os dois cedessem à paixão que já flamejava (sim, o final do carma está me inspirando) entre eles e que Gabe temia, porque Rebecca tinha deixado claro que sonhava com contos de fadas, heróis em armaduras brilhantes e seu igualmente assunto favorito (junto com “nada vai me impedir de tirar meu irmão da cadeia”): bebês. Ela acha que, aos 33 anos, está na hora de ter filhos e pensava seriamente em procurar um banco de esperma, até que a atração por Gabe muda o projeto... E pode fazê-lo ver que histórias com finais felizes podem acontecer, mesmo quando se é um “plebeu” envolvido com uma Fortune...

* Trama Principal: Assassinos descobertos, presos, toda a sórdida trama de vingança, sabotagens, chantagens, ameaças e mortes esclarecida, Jake inocentado – o mundo volta a ser justo com os Fortunes. Todos se casaram, se estabeleceram, resolveram suas rusgas, resgataram laços e amores estremecidos, tiveram suas famílias e metas definidas, após (re)encontrar o amor. Por isso, aos 71 anos, Kate pode cuidar da própria vida de novo – e que tal passar os próximos mil anos ao lado do amigo fiel de todas as horas, maluquices e aventuras?

- Comentários finais da Mulherzinha:

Confesso que fiquei tentada a fazer um resumo padrão e só trocar os nomes de acordo com o livro... O problema da série é ler todos os livros em sequência. Há momentos em que você fica com uma séria sensação de “já vi isso antes”: a maior parte das tramas é dos “pobres” meninos e meninas Fortune, porque dinheiro não traz felicidade e eles são desconfiados das intenções de todos que os cercam e precisam vencer esse trauma para serem realmente felizes ao lado das almas gêmeas que sofrem com a falta de confiança deles, até a redenção e o caminhar de mãos dadas rumo ao arco-íris da alegria eterna... (Gente, tantos anos encalhada com esta série – entre buscar, arrumar e ler e ter que reler, ninguém imaginou que eu seria legal, né?).

Sério, se eles são tão oprimidos pelo nome Fortune, não é possível que não haja um terapeuta capaz de conversar sobre traumas, bloqueios, ser ou não ser eis a questão e fazer os Fortune entrarem nos eixos sem causar sofrimento alheio. E que paradoxo: uma família acostumada a deixar o mundo belo e perfumado, não consegue se sentir (e nem ser) bonita. E cada livro revela um aspecto pior dos mitos familiares – vovô Ben e vovó Kate tinham muitos esqueletos no baú que chacoalava louco pra soltar os fantasmas. Realmente, ninguém é profeta na própria terra... Casa de ferreiro, espeto de pau... bla bla bla (sim, estou contando os momentos para escrever o “Bacci, Beta”, mas meu compromisso em ser sincera e exorcizar esta série com pompas e circunstâncias é muito maior que a vontade de jogar tudo pro alto...)

E não adianta pedir. Sei que tem Fortune 2, a missão (os livros da saga do bebê seqüestrado – do 13 ao 24 e tem também Fortune 3, a volta dos que não foram, do 25 ao 36, lançado de forma incompleta no Brasil). Enquanto eu for a responsável, esta resenha é tudo que terá no LdM sobre séries envolvendo esta família esquizofrênica, doida e sem pé nem cabeça. Nem que apareça Fortune 300, AHOO! ou mesmo O natal dos Fortune, Os Fortune no castelo de Caras, Fortune’s dilema - eu ainda sei o que vocês fizeram no verão passado, eu não leio mais nada. Ponto final. Eu devo ter lido estes livros mais que as autoras, as tradutoras e as revisoras (pela quantidade de erros, nomes trocados e falta de cuidado, elas morreram de tédio enquanto trabalhavam nesta série *momento de silêncio, RIP valentes guerreiras da luta do romance água com açúcar. Seus nomes serão sempre lembrados*). Mais um pouco, eu vou dar um depoimento no final de Viver a Vida, como exemplo de superação: “Oi, meu nome é Roberta e eu sou blogueira (aí aparece escrito do lado “doida”). Comecei a ler uma série há alguns anos, mas os livros não acabavam (escrito ao lado: tortura)...” Não mereço isso. Mandem italianos (a turma de Florença, né, chega de sicilianos), espanhóis, Cash Grier, Geoffrey de Burgh, dr. Mac (o cientista gostosão), Gio (o dono da confeitaria), os irmãos Creed (só se forem como o Logan), Xabi Alonso, Iker Casillas, Luca Toni, Loco Abreu e outros assim que façam meus momentos valerem a pena. Quer saber, depois desta série, eu mereço substituir Shakira em Gipsy, pra que o Rafael Nadal seja o motivo mais que justificado da dança do zumbi... ;)

E finalmente posso dizer, série envolvendo “Família Fortune” nunca mais – Beta is free!!! (Tema da Vitória, de Ayrton Senna, tocando a toda altura no pc)

Bacci!!!

Beta, free as bird...
Reações:

6 comentários :

  1. Oi Roberta, eu adoro o seu blog. super fã;
    Olha to aqui para ficar do seu lado.
    Essa série dos Fostunesé um saco, n ão sei como vc conseguiu, tema da vitória para vc..
    E tem Familia Fortune Texas o Encontro, que é de da dó tb..

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  2. Oi Roberta! Acompanho o seu blog há muito tempo. Também acho a série Fortunes horrível,parabéns para você que conseguiu ler todos, pois eu não consegui, e fiz leitura dinâmica com os dois últimos (lia uma página pulava umas cinco).

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  3. Ei Beta! =)
    Eu conheci e sou leitora do blog a pouco tempo - preciso lhe parabenizar pelas resenhas, excelente! - e por coincidencia li um livro da série Fortune ontem... x) Eu não sabia que era uma série, ficou meio implicito mas eu não sabia que eram taaaaaaaantos livros assim. (jura que tem ainda os livrso 13 a 24 e 25 ao 36? putzzzz... Qtos parentes tem essa familia, peloamor?? o.O) hahahaha! Mas nossa, foi muito bom poder ler as suas resenhas e seus resumos: 1º porque eu adoro sua opinião, e concordei qse sempre; e 2º pq eu sou suuuuper curiosa e provavelmente se vc não tivesse exorcizado essa família esse mês, euzinha que ia ficar com ela na cabeça, querendo saber o que acontece nos próximos livros e ia acabar lendo...
    Você me salvou! o/ Thanks so much! Ler as partes *trama principal* foi muito bom! =)

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  4. Ah, e o livro que eu li foi o 4º, da Julia e o Michael.
    Eu também fiquei horrorizada que bem no resumo inicial do ebook tinha o mega spoiler que ela ia ficar grávida, que seria descoberto nas ultimas 25 paginas... ¬¬' comoassim, né? Mas depois de saber que teve nome errado, indio virando negro e etc, fico quieta. Podia ser pior.
    hahahaha!
    Anyway, valeu mais uma vez pelas resenhas! Eu entendo totalmente a sua necessidade de comentar e exorcizar essa série. Tambem tenho essas manias de terminar as coisas mesmo quando eu sei que vai um saco fazer... ¬¬'
    Beijos! ;)

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  5. Oi Beta!

    Tem selinho para você lá no meu blog!

    Bjão!

    Aline - escrevendoloucamente.blogspot.com

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  6. Oi oi!

    Eu sou moderadora da comunidade Serie Mortal no orkut.
    Será que vocês poderiam fazer uma pequena divulgação sobre um sorteio do livro que estamos fazendo na mesma??
    Vocês tbm podem participar, é claro!
    É só estarem na comunidade!

    Agradeço desde já.

    Natália Macêdo

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