quinta-feira, junho 30, 2016

Ciao!!!

Foto: Nathalie Guimarães
Finalmente vamos direto ao que interessa? Quem acompanhou a cobertura da Bienal do Livro de Juiz de Fora sabe que, no dia 19 de junho, a Carina Rissi esteve pela primeira vez na cidade (e na região) e já sabe que fui a mediadora-tiete-surtada-confessa do bate-papo com ela. Eu também estive na coletiva antes do bate-papo. Então este é o texto sobre a inacreditável experiência do #Dia6.
(Sim, ainda não acredito! Sim, quero mais!)

(Ah, como lembrei tanto detalhe? Simples, gravei tudo em áudio! Porque não lembraria nem meu nome depois da overdose de felicidade que foi).

Dividi por temas para facilitar tietagens específicas. Chega de enrolação e boa leitura!

  

*** Série Perdida (ou se preferir: IAN, A GENTE TE AMA!) ***

Para quem sempre quis saber como nasceu a ideia do livro Perdida, não foi em Paris, como brincou Carina. Foi em algo que pode acontecer com qualquer uma de nós.

O Perdida nasceu de uma queda de energia. Eu estava na cozinha, botei a lasanha no microondas e aí acabou a força. Eu fiquei uns 20 minutos pensando como é que faz para esquentar comida sem microondas. A primeira cena que eu tive foi essa, a Sofia na casa com o fogão a lenha, uma tina cheia de coisas para lavar...

Foto: Aelson Amaral
E, segura o queixo, no início, era Sofia, viagem no tempo e só. Aí Ian apareceu!

No Perdida, eu não tinha planejado um romance.  Eu tinha pensado em a Sofia viajar para o século 19, vivenciar essa mudança cultural de 200 anos. E o Ian apareceu no caminho por acaso. Quando ele aparece, desce do cavalo e pega na mão dela, eu olhei - porque eu estou dentro dela - e ‘Vixe!’ O Ian na hora que ele te olha no olho...” (todo mundo riu, entendendo perfeitamente)

Para a garota que perguntou se era Secrets a música de Ian e Sofia, a Carina respondeu que a explicação está no final de EncontradaÉ Won’t Stop o nome da música, eu usei Secrets também. Ah gente eu uso musica o tempo todo, tenho uma playlist e tudo que One Republic lançaram eu tenho. Mas Won’t Stop é a música do casal.

Foto: Nathalie Guimarães
Já tivemos Perdida, Encontrada, Destinado e vem aí...

... E vem aí Prometida, que é o livro da Elisa Clarke. A história da Elisa ficou bem embolada no final de Destinado, então temos que desenrolar isso. Estou terminando, devo entregar em menos de dois meses, na verdade gostaria muito que fosse bem menos de dois meses, para poder sair em outubro. Estou amando trabalhar com ela, a Elisa é bem diferente das minhas outras heroínas, ela tem uma ingenuidade que as outras não têm, ela é uma menina do século 19, mas ao mesmo tempo ela é uma Clarke. Então acho que vocês vão se divertir muito com ela”.

Ela foi perguntada sobre como foi o livro com um dos meninos narrando. Para minha surpresa – porque o Ian narrando é tão bom em Destinado, olha o que ela contou sobre a experiência.

O do Ian foi sofrido, foi muito sofrido. Eu sempre escrevo no ponto de vista das minhas meninas, é um universo que eu conheço. Eu fui para o universo masculino, de um cara do século 19, eu demorei para estar na mesma pagina do Ian. Por isso que o livro deu uma atrasadinha. Depois que nós nos alinhamos, a coisa foi tão longe que, quando terminei o livro, fiquei quase um mês sem conseguir escrever nada. Eu não conseguia sair dele. Não foi fácil. Foi meu livro mais difícil até hoje”.

 
 *** Família Cassani (#TeamMax #TeamMarcus) ***

Ao contrário da sofrência para escrever como Ian, Carina disse que foi mais fácil escrever como Marcus porque teve muita ajuda. Comentei com ela na coletiva que não citei em nenhum momento no meu texto sobre Mentira Perfeita que ele era cadeirante, porque não era isso que o definia.

“A ideia era exatamente essa: eu queria contar uma história de amor entre duas pessoas sem defini-las. A Júlia tem todos os problemas do mundo, o Marcus tem os dele, todo mundo tem um tipo de problema a superar. Eu contei com a ajuda de muita gente, graças a Deus! Eu atormentei muita gente de rodinha. Eu beirei a falta de educação, porque eu tinha que saber tudo, sabe? Então perguntas muito íntimas, que eu ficava vermelha do lado de cá, imagina eles do lado de lá, mas eu tinha que saber para poder compor a personalidade e as dificuldades e o cotidiano do Marcus. Eu fico muito feliz que tenha conseguido passar a mensagem e a história de um homem, com problemas a serem superados como todas as pessoas têm”.

Foto: Aelson Amaral
Ah, sim, falei com ela o que o único “defeito” é que a Júlia não está de óculos na capa, já que ela é do time das garotas de óculos. “É tão difícil arrumar uma noiva de óculos, é de banco de fotos. Eu gostaria que fosse uma modelo que eu conhecesse pra fazer tudo direitinho”

Carina contou de que forma teve a ideia que deu origem à trama de Julia e Marcus. Enquanto eu escrevia Procura-se um marido, eu já tinha planos para tanta coisa, inclusive para o Marcus. Antes de o Marcus aparecer na história, aparece a Julia, numa cena bem breve que, quando ela levanta, parecia que tinha purpurina em volta. Ela brilhava muito e eu ‘ué, tem coisa aí!’. Já a vi com a tia doente, toda enrolada com emprego, já vi aquela história. Quando cheguei no Marcus, e a história dele por si só eu já queria contar, eu vi uma cena dele com ela discutindo num balcão de bar numa varanda e ‘eu quero isso! Preciso desenrolar isso!’”.

E (para noooooooooosssaaaaa alegria) não haverá desperdício do abençoado DNA Cassani. O terceiro livro está garantido e Mentira Perfeita já apresenta quem vem por aí:

“Não sei se você se lembra do Nicolas... Vamos contar a história dele também, porque achei um personagem mega interessante. Esta história também já está pronta. O que eu lanço não é exatamente na sequencia que eu escrevo. Por exemplo, a Luna saiu depois do Encontrada, mas eu escrevi antes. Então, a editora encaixa da forma como acha melhor ou como eu sugiro. Então o Nicolas e a Melissa... Vai ser muito legal. Os homens Cassani tem um senso de lealdade, eles são às vezes irritantes, mas eles são caras legais e eu gosto de caras legais”.

Foto: Nathalie Guimarães
Se Perdida nasceu de uma queda de energia, o Procura-se um Marido nasceu de um daqueles momentos “tudo dá errado ao mesmo tempo” para Carina. E a gente agradece!

Então cada livro vem de um lugar muito doido. No Procura-se um Marido a minha lava-louças quebrou, aí eu tinha evento naquele dia, eu tinha uns bobs enormes na cabeça, tinha acabado de fazer a unha, a minha filha estava doente e eu tinha que correr para buscá-la na escola e a minha pia tinha uma escultura, não havia um copo limpo em casa. Estraguei a unha, o cabelo despencou, eu fiquei muito brava e pensei comigo: ‘puxa vida no dia que eu ficar rica nunca mais entro na cozinha, nem pra pegar água!’. Aí eu pensei ‘e se fosse o contrario, alguém que sempre teve tudo fácil uma vida muito rica e fica pobre, tem que andar de busão, contar dinheiro para abastecer o carro, viver de tíquete refeição?’ Aí veio a Alicia”.


*** No Mundo da Luna (#SomosTodosLuna) ***

Claro que eu – jornalista escorpiana volta e sempre em surto – tive que perguntar o que levou Carina a escrever sobre a jornalista surtada Luna. Ela contou que tinha aberto várias abas durante a pesquisa para um projeto e acabou em uma de signos, e somou isso com outras coisinhas. Ah, quer saber como o Dante mudou o destino planejado pra ele e pra Luna no livro? Veja o vídeo abaixo:

video
(sim, a Nathalie Guimarães fez um vídeo sem eu saber. Porque se eu soubesse, ia bugar lindamente. Eu sempre fico natural como um poste na frente de uma câmera)

A penúltima pergunta do bate-papo foi do Gustavo Deolindo (valeu por comentar, "moço da foto"!!!! :D) que queria saber se a Carina se inspira em alguém que ela conhece para escrever seus personagens.

Foto: Nathalie Guimarães
Tudo fictício, se não acabo sem amigos e sem família, sem ninguém querendo contar nada. As minhas meninas são todas assim, mesmo a Luna que é toda insegura. Eu gosto assim. Estou cercada de mulheres assim, eu sou esse tipo de mulher, não fico esperando, quero fazer, quero resolver, mesmo se for para quebrar a cara, como a Luna. A Luna é o meu personagem mais... surtado! E quanto você vai para a visão do Ian, acontece a mesma coisa, porque o foco está todo nele. Preciso passar tudo, preciso passar o caráter dele, a maneira como ele pensa, os sentimentos dele. Você sabe o que esperar do personagem. Ele pegar e sacudir a Sofia e jogar na parede? Não vai acontecer, não é dele. O Dante pode até ser, mas o Ian, não. Quando você vai na perspectiva de outro personagem, isso muda e você fica mais próximo dele. É tudo ficcional mesmo, tudo isso vive na minha cabeça e nas paginas que vocês leem e em breve no cinema”.

Ah, sim, ela não revelou como, mas olha só o que vem por aí: “A Luna vai encontrar com a Alicia e eu adianto: elas não se dão bem. Vai ser uma coisa muito divertida”.

*** Jane Austen ***

Todos sabemos que a Carina Rissi ama Jane Austen e ela destacou que encontra inspiração na autora inglesa dos amados Orgulho & Preconceito, Razão e Sensibilidade, Emma... E Sr. Darcy!

“Na verdade, na minha visão do que eu fiz até agora, a minha interpretação de Darcy, seria o Max, que quando começa a história ele é meio assim e ele vai te conquistando e você ver que não era nada daquilo. Todos os meus mocinhos eu junto tudo dos dela e junto um pouco do meu, porque eu sou casada com um príncipe que finge que é ogro e sai isso. Ela é superimportante em tudo que eu faço. Em cada livro, eu coloco alguma coisa pra ela. Mesmo que eu não vocês não percebam, tem uma passagem que eu fiz para ela. De algum lugar ela está me vendo e ‘olha, Jane é para você’. Eu tenho certeza de que a gente teria sido as melhores amigas. Certeza absoluta”.

Depois, Carina detalhou onde podemos encontrar as referências à Austen nos livros dela.

No Perdida tem referências claras à Jane, o livro Orgulho e Preconceito é muito importante para Sofia. No Procura-se um marido, aquela cena na cafeteria, quando ela vai conhecer o suposto candidato marido tem um diálogo, umas duas linhas você leu Orgulho e Preconceito, vai saber que é pra Jane, coloquei ali proposital. Em No Mundo da Luna, a tia da Luna na festa quando ela sai pra pegar umas taças de champanhe e deixa o Dante com a avó, ela encontra uma tia que não para de falar. É de uma personagem de Emma, a Sra. Bates, que também eu gosto muito. É a minha maneira de apresentar Jane para vocês. Eu quero que todo mundo leia Jane Austen, eu juro por Deus, e fico mais feliz quando alguém me diz que começou a ler por causa dos livros”.

Ela contou que já recusou dois convites para fazer releitura de Jane Austen. Mas não significa que não tenha mais ideias relacionadas à autora inglesa vindo por aí...

Sabe quando você admira demais uma pessoa e acha que aquilo é perfeito? Eu acho que não conseguiria fazer nada, nada ia ficar bom suficiente para ela. O que eu já pensei, eu tenho um projetinho a respeito de Jane, que eu vou misturar tudo. Logo eu conto mais. Mas não é releitura, não. É uma heroína que também ama muito Jane Austen e vai querer aplicar isso na vida. Logo eu conto mais!

*** Falando em novos projetos... ***

Preparem seu coração, pras coisas que vou contar... Carina Rissi antecipou outros projetos dela.

“Eu tenho um projeto, estava esperando encerrar a série Perdida para apresentar pra Verus. Ele está pronto já tem um tempo, uma mistura de cultura celta, tem conto de fadas, tem uma maldição. Eu gosto muito, mas não sei quando sai. Eu sou doente de amor pela Irlanda, pela cultura, eu pesquisei tanta coisa”.

Quem leu Menina Veneno - conto que faz parte de O livro dos Vilões (escrito com Diana Peterfreund, Cecily Von Zieglesar e Fábio Yabu – é o único que falta para mim!) - e quer saber mais sobre Malvina, preparem-se. O livro vem no ano que vem. E não é só isso: tem mais vilões a caminho!

“Aquele final pra Malvina, faz favor, né? Precisa de glamour na vida dela. O livro sai em março ou abril do ano que vem, só dela, onde vou alongar e contar um pouco mais sobre ela. Vou fazer mais algumas outras releituras, a próxima é do Capitão Gancho, que eu gosto muito, trazendo Gancho para o mundo moderno. Vai ser muito legal fazer mais maldades. Adorei trabalhar com os vilões!”

Ah, tem pedido também para mais de um personagem do Mentira Perfeita.

“Já me perguntaram para fazer um livro do Denis e eu amaria. Mesmo que seja uma coisa curta, porque eu estou com tempo todo enrolado. Vamos ver!”
Na turnê de Mentira Perfeita, a pergunta que Carina Rissi mais ouviu a deixou surpresa - e esta pergunta foi feita aqui em Juiz de Fora. Mesmo com o marido, Adriano, tendo avisado o que poderia acontecer...

Uma sequência sobre No Mundo da Luna, não sei se sob o ponto de vista do Dante, foi a pergunta que mais me fizeram durante a última turnê. E eu achei incrível porque geralmente é ‘e o filme?’ e dessa foi sobre a Luna, querem saber mais sobre a Luna. Quando terminei o livro - e eu fiz esse capítulo às vésperas de mandar pra editora -, o Adriano disse ‘não coloca esse último capítulo, você vai arrumar dor de cabeça’. Foi dito e feito. Mas eu achei que o pessoal fosse completar a história. Mas vocês querem que eu escreva? Ok. Eu vou escrever, ainda não sei para quando, mas não deve demorar porque a Luna é do começo do ano passado. Ainda não sei se um conto ou uma história, mas tem algumas coisinhas que quero desenrolar”.

"Eu sou uma jornalista surtada... como a Luna! Só falta o Dante!" (sim, eu disse isso - há testemunhas)
Foto: Aelson Amaral
 Falando em filmes, Carina Rissi disse que deve ter novidades sobre Perdida em julho. Perguntei sobre a escolha de elenco e ela disse que as produções estão prestando atenção nos comentários nas redes sociais porque querem nos agradar. Eu comentei com ela que, nas redes sociais, já vi pedido para o Cauã Reymond fazer todos os personagens, só faltava sugerir pra ele ser a Sofia (e nem tinha visto o clipe da Barbara Ohana quando fiz esse comentário na Bienal, ok?).

“É uma produção que está com orçamento de R$ 12 milhões, é tudo muito caro, porque tudo tem que ser feito para ele. O plano é gravar em um vilarejo do século 19 preservado em Portugal. Mas em julho devo ter novidade bem bacana. Chega todo tipo de sugestão, eu não me preocupo tanto com a aparência. Se o ator que for interpretar o Ian for loiro, para mim tudo bem. Ele tem que ter aquilo do Ian, ser o Ian, aquele cara do século 19 que eu vi na minha cabeça”.

Carina Rissi explicou que, para viabilizar um filme no Brasil, é necessário captar recurso. Com o dinheiro na mão, vai fazer ou alugar o cenário, o figurino e, por último, você vai contratar os atores, porque depende muito de agenda. Neste contexto, a produção de Procura-se um Marido está adiantada.

Boa parte do dinheiro a gente já tem. É um filme bem mais barato, R$ 4 milhões. A Fernanda Mandriola, que é a produtora responsável, acha que até o meio do ano que vem nós já estamos filmando. Então quer dizer que até o começo do ano a gente deve ter definido os atores”.

 *** Sobre Chicklit e dicas para ser escritor(a) ***


A primeira coisa que disse à Carina Rissi (depois do tieteiro “sou sua fã e sempre quis te entrevistar pro Literatura de Mulherzinha”) foi que conheci o estilo “chicklit” (cuja tradução pejorativa feita pelo povo do nariz torcido inclusive batiza o meu blog) com as autoras britânicas e fiquei feliz em poder ler “chicklit à brasileira” (como disse na resenha de Perdida). Então gostaria de ouvir o que ela tinha a dizer sobre por que muitas leitoras amam tanto a tão menosprezada “Literatura de Mulherzinha”.

“Hoje se usa o termo ‘mulherzinha’ como se fosse uma coisa feia e não é, de jeito nenhum. Eu conheci a Sophie Kinsella e a Julia Quinn e nós trabalhamos mais ou menos o mesmo público. Pensem em mulheres maravilhsoas e multipliquem por mil, as duas! Nós escrevemos para pessoas que primeiro de tudo tenham senso de humor, que acreditem no amor da maneira que vier, seja familiar, platônica, romântica, e que saiba rir de si mesmo e faça umas trapalhadas de vez em quando. Por isso que chicklit é muito natural, essa coisa de ser uma personagem tão cheia de defeitinhos, tão parecida com a gente... Eu me reconheço em muitas heroínas de chicklit, da Sophie Kinsella. Chicklit é literatura como qualquer outra, é a minha favorita, tanto homem quanto a mulher pode ler, divertido, vai passar a hora rapidinho e quando vê já terminou”.

Foto: Aelson Amaral
(achem um ser que nem pisca na foto)
Sonha em escrever e publicar suas histórias? Observe então as dicas de Carina Rissi para quem quer seguir nesta carreira.

“Não pensem que é glamour. Hoje eu estou aqui toda arrumada, cabelo, maquiagem, mas é muita correria. Quando eu não estou na estrada, estou em casa trabalhando, virando a noite. Isso é a primeira dica, se dedique. Às vezes, a gente encontra um milhão de desculpas e o livro vai ficando. Revise até você praticamente decorar seu livro, tentando deixar o mais redondo possível, amarrar todas as pontinhas soltas. Segundo, seja teimosa - pode chamar de persistência também - eu prefiro chamar de teimosia. Você vai ouvir muito ‘não’, aliás é o que mais se ouve, mas você só precisa de um sim pra fazer tudo funcionar. Não importa quantos nãos você receba, não desanime. Escreva aquilo que você gosta, aquilo toca teu coração que fala com você. Não caia nesta de modinha. Faça aquilo que você goste, aquilo que te deixe feliz, com o coração mais leve. Aí vai dar tudo certo”.

E com todos estes detalhes da visita da Carina Rissi, encerro a cobertura da Bienal do Livro de Juiz de Fora. Espero que vocês tenham gostado – eu adorei e espero repetir em 2018! Leia mais no site da Carina Rissi e no Literatura de Mulherzinha. E veja o que mais aconteceu no #LdMnaBienalJF.

Bacci!!!


Beta
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Um comentário :

  1. Olá! Prazer, sou o moço da foto, haha! Meu nome é Gustavo!
    Adorei o post!
    Abraços.

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