sexta-feira, dezembro 31, 2010

Finalmente depois de me livrar de Comer Rezar Amar (sinceramente, houve momentos em que achei que desistiria da segunda tentativa... Dormir estava mais interessante – mas devo fazer a ressalva de que eu estava em semana de humor instável, então sobrou para o livro...), embarquei na “seqüência” – saber o que aconteceu após o “attraversiamo”...

Nada melhor que encerrar o ano com uma história que fala sobre um novo rumo na vida!!!

Comprometida, Uma História de Amor – Elizabeth Gilbert – Editora Objetiva
(Committed: a skeptic makes peace with marriage – 2010)
Personagens: Elizabeth, Felipe e reflexões sobre casamento

Liz e Felipe estavam juntos e felizes, de comum acordo: após divórcios traumáticos, não queriam se casar. Mas a Imigração Americana mudou os planos: se eles quisessem ficar juntos, nos EUA, (casa dela e país importante para o trabalho dele) teriam que legalizar a situação através daquele procedimento burocrático chamado “casamento”. Enquanto aguardam a permissão para retornar, Liz resolve pesquisar a fundo sobre este rótulo dado ao relacionamento dos casais para tentar superar os receios de tentar outra vez...

Comentários:

- Acho que Comprometida acabou me ganhando mais rápido, apesar de ser menos “contação de histórias de viagens” e mais “reflexões e pesquisa sobre o casamento”, porque se trata de algo que estou vivenciando: virei praticamente a “senhorita tenho um casamento pra ir”: só entre setembro e outubro, foram três (e eu perdi um porque estava viajando nas férias) e também a “senhorita cercada de grávidas no trabalho” – são três, sendo que uma já teve os bebês (sim, gêmeos, casalzinho) e as outras duas terão em 2011. Sinceramente, houve momento que quis escrever o manual “Estranha no ninho: não casei e não engravidei” XD Porque fiquei um tanto desorientada e me sentindo “barrada no baile” (e com uma estranha vontade de não querer entrar mais...). E o Comprometida ajudou porque a maior parte das dúvidas que Liz tem a respeito do casamento, eu também possuo. Só que ela leva os questionamentos à categoria da neura e só resolve pesquisando e conversando com outras pessoas, juntando diferentes experiências para chegar a uma conclusão. Enquanto ela sofre querendo uma resposta mágica e perfeita com a pesquisa, eu me diverti lendo o que ela encontrou pelo caminho...

- E confesso: entendo as neuras todas da Elizabeth, mas por favor, uns 85% dela se revelam infundadas cada vez que ela descreve como é o Felipe, o “brasileiro de Comer Rezar Amar”. Apesar dos defeitos (pois é, por mais que eu estava quase convencida de que ele era perfeito – e não por causa do Javier Barden – ele não é) de toda maneira, ele ruma a passos largos a caminho da santidade (eu me perguntei muitas vezes no Comer Rezar Amar e voltei a questionar agora: o que ele viu nela, que é tão diferente dele e com uma nada leve tendência a criar monstros em moinhos de vento?).

- E não é que a autora tem site! Estava tão concentrada em me livrar do Comer Rezar Amar que eu me esqueci de pesquisar isso. Achei muito... amarelo para meu gosto!

Bacci!!!

Beta
Reações:

2 comentários :

  1. Feliz 2011! Não li ainda o livro Comer, rezar, amar, será uma das resoluções para 2011 e quem Comprometida venha depois. no meu trabalho tinham 2 grávidas esse ano e as pessoas perguntando se eu não encomendar um bebê ao que respondo que não tem pai para o bebê, então dizem que tenho que arranjar um, não dá para aguentar gente palpiteira. Beijos e desejo um ano cheio de felicidades!!

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  2. Beta, eu já gostei bem mais de Comer, Rezar, Amar do que Comprometida. Mas, confesso que adorei conhecer a história do casamento em outros países :-)

    Bjs

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