domingo, dezembro 02, 2018

Ciao!


Tive um dejà vú enorme com este livro. Podia jurar que já tinha lido. Pesquisei no Literatura de Mulherzinha e não encontrei.
Enfim, um dia comum na minha vida... tsc... tsc... tsc...

Futuro roubado – Lynne Graham – Paixão 486
(The sicilian’s stolen son - 2016)
Personagens: Jemina Barber e Luciano Vitale

Depois de mover céus e terras, Luciano Vitale conseguiu encontrar Jemina Barber, a mãe de aluguel do filho. Pegaria o menino e voltaria para a Itália. Não contava que ele tivesse uma ligação intensa com a mãe, que estava apenas interessada em vendê-lo pelo mais alto preço. O que ele não sabia era que a identidade de Jemina tinha sido roubada pela irmã gêmea, agora falecida. E tudo que ela queria era continuar cuidando do sobrinho, nem que tivesse que se casar com Luciano.

Comentários:

- Acho que já li tanta história da Lynne Graham – mesmo em doses homeopáticas – que, quando não li, cismo que já conheço. Todos os elementos dela estão ali: troca de identidade, homem poderoso achar que tem direito a mandar e desmandar, crianças envolvidas, pré-julgamentos ocorrendo como fogo no capim seco, investigações malfeitas (quando um detetive vai fazer um relatório decente nestes livros!?)... Enfim, vocês me entenderam, né?

- Temos uma personagem ausente – Julie, a gêmea separada de Jemina quando foram adotadas – que é a causadora de toda a confusão. Como ela morreu (e sabemos disso logo no início), as impressões que deixou na irmã e em Luciano alimentam todos os desencontros de boa parte da trama. Luciano não entende quando encontra a mulher que pagou para gerar o filho e ela aparenta não se lembrar da meta de vender o bebê pelo mais alto preço. E por uma experiência anterior, não estava disposto a ser novamente prejudicado por uma mulher sem moral, bla bla bla...

- Só que Jemina não sabia nada sobre a vida pregressa da irmã. Ficou tão feliz em conhecê-la que não se importou com a forma como Julie arrasou a vida dela em vários setores. E estava se desdobrando para cuidar de Nicky. Até que o pai dele bateu à porta, fazendo exigências, ameaças e prometendo leva-lo embora.

- Os planos vão por água abaixo quando percebem o sofrimento do menino, que não reagiu bem ao ser separado brevemente de Jemina – ela era a referência afetiva dele. A partir disso, é feito outro acordo e as consequências escapam ao controle de ambos. Se você já leu tantos Lynne Graham como eu, já conseguem prever o que vai acontecer. A protagonista é a bondade me pessoa. Perdoa tudo. Afinal, a prioridade é o bem da criança que ama como se fosse dela.

- E se vocês estão achando que a treta está pouca, acrescentem duas pessoas imbecis dispostas a serem irritantes no drama deste casal. Enfim, o livro anda, passa e você nem percebe. Não te tira do sério como outros e também não compromete. Bom para ser uma leitura intermediária entre estilos diferentes. E vida que segue!


Bacci!!!

Beta

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