domingo, abril 23, 2017

Ciao!!!!


Comemorar 12 anos é claro que tem mais surpresa! Temos a segunda edição do #LdMEntrevista do #AbrilImperdível com a autora Samanta Holtz – detalhe: hoje, dia do livro, é aniversário dela!!!
Obrigada, Samanta, que bom que conseguimos! E tudo de bom para você!

#LdMEntrevista: Samanta Holtz


– Você aprendeu a ler aos cinco anos (eu aprendi aos seis, depois que minha mãe me ensinou o alfabeto e venceu uma luta inglória contra o maligno “f”). Quais as suas primeiras lembranças de conhecer e se encantar por este universo?
Em primeiro lugar, querida, obrigada pelo convite para a entrevista! :) Eu era bem pequena, mas me lembro do dia em que peguei um gibi da Turma da Mônica e, quando me dei conta, percebi que conseguia entender o que estava escrito nos balõezinhos das falas. Fui correndo até minha mãe confirmar se era aquilo mesmo que o personagem estava dizendo e, quando ela respondeu que sim, fiquei toda orgulhosa e contei: "Eu li!!!". Foi uma sensação tão gostosa! Fiquei muito feliz, especialmente porque agora não precisaria mais que alguém lesse as historinhas para mim (risos). E eu já amava histórias desde aquela época! Não somente eu, mas minhas irmãs também, e acabamos tendo um baú imenso cheio de revistinhas da Turma da Mônica, que ganhava novos exemplares toda semana. Sexta-feira era o dia de comprar gibis, e a gente amava isso! Tanto que, aos sete anos, comecei a criar minhas próprias histórias em quadrinhos com personagens que inventei (o casal "Lino e Linoa"), na esperança de, um dia, ir trabalhar com o Maurício de Sousa. Já era minha meta! (risos) Com o tempo, claro, comecei a ir além dos gibis e a ler poesias, fantasia, romances... e a encher cadernos com minhas próprias criações, mesmo sem imaginar que um dia poderia viver disso!

– Como surgiu o interesse em criar histórias? Como foi a trajetória até você, mais que se sentir, se assumir escritora?
Começou com as histórias em quadrinhos que eu criava, na infância, na intenção de "ir praticando para um dia trabalhar com o Maurício de Sousa" (risos). Uma meta ousada para uma criança de apenas 7 anos, mas talvez já fosse a voz da escritora interior pedindo para ser libertada! Depois disso, vieram os cadernos de poesias, reflexões, contos, as historinhas que eu escrevia para dar de presente aos professores... e, claro, como leitora, tornei-me apaixonada por romances. Até que um dia, aos 14 anos, comecei a escrever um conto. A mão mesmo, no final de um caderno velho. Levava o caderno comigo pra todo canto e, quando vi, a história já tinha ganhado muito mais dimensão do que eu havia previsto e o caderno não dava mais conta. Passei tudo para o computador e, como eu estudava, e como éramos em 3 irmãs e revezávamos o uso do PC para ficarmos na internet, eu às vezes esperava as madrugadas para ter o computador livre para mim. Cerca de 2 anos depois, aos 16 anos, concluí o que percebi ser meu primeiro romance. Era a primeira versão de "Renascer de um Outono". Aquilo era muito novo para mim, mas criei coragem, mandei imprimir algumas cópias em uma gráfica da cidade e dei para alguns familiares lerem. Quando eu vi minha irmã viciada na leitura (ela andava pela rua com o livro aberto, lendo) e chorando horrores no quarto, certa noite, por causa do que eu havia escrito, dei-me conta de como aquilo era poderoso. E, mais ainda: quanto eu queria ser capaz de provocar aquela reação não somente em minhas irmãs, mãe e tias, mas no mundo! Embora não achasse que "ser escritora" fosse algo que eu pudesse conseguir. Aquilo era para poucos, não para uma adolescente de uma cidadezinha do interior. Era como eu pensava, e não tinha muita coragem nem para tentar. O que me encorajou foi quando dei meu livro para Ernides Martelli, professora de Português da época que sempre incentivou minha escrita (e é minha leitora até hoje). Fiquei apreensiva com a opinião dela, mas, quando ela me devolveu o livro, enviou junto um bilhete do qual nunca me esqueci, e que ainda tenho guardado comigo. Ela dizia, entre outras coisas, que meu livro era magnânimo. E não parou de elogiar minha história, quando conversamos sobre ela. Foi então que pensei: "Caramba... se ela gostou... acho que eu poderia tentar, não?". Foi aí que começou a jornada de registro em Biblioteca Nacional, envio às editoras e uma enxurrada de "nãos" até que os primeiros "sim" começassem a aparecer! 

 – Como é a Samanta leitora? Que tipo de história mais atrai a sua atenção? Quem te faz pegar um livro pra ler sem nem olhar a sinopse?
Meu gênero favorito, tanto para ler quanto para escrever, é romance. Também gosto de mistérios, histórias em que você vai desvendando tudo com o personagem... isso me prende demais! E autores cujos livros compro sem nem ler a sinopse são: Maurício Gomyde, Carina Rissi, Sophie Kinsella, Dan Brown e Nicholas Sparks. Dos internacionais, tive a honra de conhecer o Nicholas em sua última vinda ao Brasil, no início do mês - e como sua colega de editora! Fiquei muito feliz porque amo e admiro o trabalho dele tanto como leitora quanto como escritora!

 – Qual é o seu processo de escrita? Gosta de planejar? Como percebe que uma ideia pode se tornar algo maior?
Sim, é preciso planejamento antes de se sentar e escrever uma história. Claro, há os rompantes de inspiração e criatividade que jamais devem ser desperdiçados... e, quando acontecem, o que eu faço (e aconselho!) é que o escritor pegue o que estiver ao seu alcance, seja um caderno, o computador, o celular, e escreva tudo o que o coração está despejando. Do jeito que vier, sem filtros, sem receio do que está acontecendo ali! Mas, na hora de compor a história, os capítulos e sua versão final, acho importante ter um roteiro montado, o começo, meio e fim bem desenhados, personagens construídos e pesquisas em relação aos cenários, época, realidade dos personagens e o que mais for preciso. Gosto de estar bem preparada antes de começar a escrita em si porque, senão, as lacunas deixadas pela falta de pesquisa ou de preparo podem virar bloqueio no processo criativo. E, isso, escritor nenhum quer! (risos) Quanto a perceber que uma ideia pode virar algo maior, eu meço por minha empolgação e pelo frio na barriga. Sim, minhas melhores ideias e as melhores conexões / viradas / surpresas despertaram frio na barriga! Penso que uma ideia só vai empolgar e emocionar os leitores se antes ela tiver feito isso comigo. É por isso que julgo as ideias com base no que fazem me sentir. Isso reflete o que quero levar aos meus leitores!

– Vou te perguntar uma coisa que sempre me deixa curiosa: qual é a parte mais difícil: ter a ideia, desenvolver a ideia, tirar aquilo que não acrescenta à trama ou dar um título a ela? (Ao escrever meus textos jornalísticos, enfrento diariamente isso e, posso te dizer, na maioria das vezes, o título é meu inferno pessoal).
hahahahaha "meu inferno pessoal" foi ótima! rs... Até hoje, não tive muito problema com títulos. Eles acabam surgindo enquanto desenvolvo a ideia, e são quase sempre uma das primeiras coisas que defino. Deixo em aberto, com a possibilidade de mudar caso eu perceba, durante a escrita, que há outro título ainda melhor, mas raramente isso acontece. Normalmente meu primeiro palpite é o que fica! Aconteceu com todos os livros, e já aconteceu com o novo que estou escrevendo agora também! Acredito que a parte mais difícil, para mim, seja os ajustes da revisão e da preparação do original para publicação... quando eu ou a editora percebemos um detalhe que pode ser cortado ou mudado, mas sabemos que, para isso, é preciso analisar todo o desenrolar da trama e talvez mexer em mais alguma coisa para que ela continue a fazer sentido após as mudanças, e a história continue a fluir bem. Afinal, se você ficar mudando, cortando e acrescentando cenas individuais sem prestar atenção no impacto ao desenrolar da trama, seu livro vira um "Frankstein de cenas" (risos). Essa parte é a mais delicada não somente por ser trabalhosa, mas porque exige de mim, como autora, abrir mão do apego que posso vir a ter a certas cenas, falas e personagens para mexer no que for preciso sem sentimentalismo. É um momento de deixar a técnica falar mais alto do que a paixão, e eu sou muuuuito movida pela paixão! (risos)

– Eu li Quando o amor bater à sua porta e gostei muito. E você também escreveu O Pássaro, Quero ser Beth Levitt e Renascer de um Outono. Para quem ainda não conhece o seu trabalho, fale um pouco sobre eles e como você lidou com as particularidades de cada trama.
Que bom saber que gostou de "Quando o amor bater à sua porta"! Este livro (lançado em 2016) tem um significado muito especial para mim, pois marcou minha entrada na Arqueiro, editora que sempre amei e admirei, e da qual agora faço parte. Amei muito trabalhar com eles! O livro conta a história da Malu, uma escritora de 29 anos que mora em Curitiba e, embora seja famosa por escrever histórias apaixonantes, ela não acredita no amor. É, na verdade, uma pessoa amarga. Até que, certo dia, um desconhecido bate à porta da sua casa dizendo que perdeu sofreu um acidente de carro e perdeu tudo, inclusive a memória e os documentos. Só o que encontrou, no bolso do paletó, foi um formulário com uma reunião agendada com a escritora, porém nem ela e nem a atrapalhada secretária encontram qualquer vestígio daquele agendamento ou alguma pista de quem ele seja. Malu resiste a acreditar na história dele e em ajudá-lo, mas, quando aquilo se torna quase inevitável, ela embarca em uma jornada rumo ao resgate das lembranças perdidas de Luiz Otávio, sem saber que, no caminho, acabará se deparando com suas próprias.
Como a personagem é escritora, e tem mais ou menos minha idade, muita gente acha que é autobiográfico... inclusive ficam com medo de me enviar entrevistas, como a que respondo agora, porque acham que vou ficar pensando igual a Malu, em uma situação semelhante! Mas fique tranquila, Beta, que não estou pensando nada do que Malu estaria, neste momento, tá? ;) hahaha!
Foi meu livro publicado mais recentemente. O primeiro foi "O Pássaro", em 2012, o único romance de época que escrevi até agora. Apesar de ser meu primeiro publicado, foi o terceiro que escrevi! Justamente porque, à medida que escrevia, ia tentando uma chance nas editoras, enviando originais, e sabemos como é difícil conseguir uma primeira oportunidade. Até que, quase 10 anos após começar a escrever meu primeiro livro, consegui a aprovação da editora Novo Século, dentro do selo "Novos talentos da literatura". Apesar da qualidade da editora e da excelente distribuição, uma cláusula do contrato estava me apavorando: eu precisava comprar 500 livros da cota. Sim, 500. É só pegar uma calculadora para entender o sentimento que me fez quase cair de costas. Pensei bastante, me aconselhei com meus pais e, como eu tinha aquele dinheiro parado na poupança, e já tinha tentado por anos suficientes pra entender que não era fácil dar o primeiro passo na carreira, pensei: quer saber? Vou investir em mim. Tanta gente investe em um novo negócio, em uma franquia... eu vou investir em meu sonho. E vou vender esses 500 livros e recuperar todo o dinheiro! Embarquei com o coração aberto naquele desafio e, em menos de 7 meses, já havia vendido todos os 500 livros e estava comprando mais na editora. Foi uma grande vitória, que trouxe inclusive o interesse de outras editoras e da própria Novo Século a publicar mais obras minhas. 
E, no ano seguinte (2013), eu estava lançando "Quero ser Beth Levitt" pela Novo Século - agora, não mais com a cláusula da compra de 500 livros. UFA! (risos) Beth Levitt é meu livro mais puro, mais doce... um "conto de fadas moderno", como dizem os próprios leitores. Depois dele, conversei com a editora sobre "Renascer de um Outono", cujo manuscrito estava salvo em meu computador e intocado desde meus 18 anos, quando eu fizera a última revisão. Pediram para ler. Eu enviei. E me responderam: "olha, a história é legal, mas precisaria mexer para ter a mesma qualidade dos outros". Quando resolvi bater o olho e ler mais a fundo... eu pedi desculpa ao editor por ter entregado aquela história! Meu Deus, quaaaaanta coisa precisava ser mexida! Fechamos contrato de publicação, mas passei meses trabalhando arduamente na história para não apenas revisar, mas corrigir, adaptar, cortar cenas, criar novas... foi uma reconstrução do meu primeiro romance, que saiu em 2015. Depois disso, fui procurada pela editora Arqueiro, e o final da história está no começo da minha resposta! hahaha
* Os leitores podem ver as sinopses dos livros, ler o primeiro capítulo e comprá-los em meu site: http://www.loja.samantaholtz.com.br/livros/



– Como está sua agenda de 2017? Está com trabalho em andamento? Há um novo livro vindo por aí?
Sim, tem livro novo a caminho! Já estou escrevendo uma nova história, feliz demais com o andamento... e, até o final do ano, se Deus quiser, estará nas estantes de vocês! Ainda não posso dar detalhes, mas posso adiantar que será uma história bem feminina. E, claro, com uma boa pitada romântica! Fora isso, acabei de inaugurar minha lojinha virtual, a "Lojinha da Sam", pois voltei a vender meus livros autografados, com envio pelos Correios. Fiquei alguns anos sem vender mais, deixando as vendas apenas pelas livrarias, pois não conseguia conciliar meu tempo com a escrita, divulgação, eventos e vendas, além do outro emprego que tinha. Mas, como agora estou trabalhando apenas com literatura, ficou mais fácil! Além dos livros, a lojinha também tem mimos inspirados em minhas histórias, e mais produtos chegando em breve :) A quem quiser conhecer, o site é: http://www.loja.samantaholtz.com.br/

– Para encerrar, gostaria de pedir que deixe uma mensagem para quem está conferindo esta entrevista no Literatura de Mulherzinha.
Quero agradecer muito a cada um dos meus leitores porque, sem o apoio de vocês ao meu trabalho, nenhuma das realizações que escrevi nas respostas anteriores teria acontecido! É graças a vocês lerem, indicarem, divulgarem e prestigiarem meu trabalho que tudo isso se tornou real. Então, muito, MUITO obrigada do fundo do meu coração! <3
***

Samanta, muito obrigada pela atenção!!! Vou fazer o possível para ler os seus livros e aguardo os próximos para que você sempre esteja no Literatura de Mulherzinha!

E claro, feliz e abençoado aniversário para você!!!!

Bacci!!!!

Beta
Reações:

14 comentários :

  1. Beta que entrevista incrível menina, é sempre bom conhecermos melhor a autora, ela é um amor de pessoa e a acompanho nas redes sociais, fico chocada pela quantidade de livros que já escreveu.
    Abraços

    ResponderExcluir
  2. Oi tudo bem?
    Que fofa que a Samantha é.
    OLha tenho muita vontade de ler Quando o amor Bate em sua porta, espero poder ler em breve só tenho lido resenhas maravilhosas sobre ele.
    beijoos

    ResponderExcluir
  3. Muito legal a entrevista com a Samantha, ela é muito querida e seus livros são ótimos!

    Bjos

    ResponderExcluir
  4. Heiii, tudo bem?
    Samanta Holtz é uma fofa ne?!
    Eu conheci ela na Bienal e achei uma simpatia, gostei demais dos livros dela e quero ler mais.
    Adorei a entrevista, amo conhecer mais os autores.
    Beijos.

    Livros e SushiFacebookInstagramTwitter

    ResponderExcluir
  5. OI, Beta
    A Samanta é uma fofa, né? Assim como ela, me acabava nos gibis da Mônica.
    Estou ansiosa pelo livro novo dela. E essa lojinha dela é um arraso.
    Adorei a entrevista.


    Blog Livros, vamos devorá-los

    ResponderExcluir
  6. Olá,

    Já li dois livros da Samanta e amei ambos! Ela é uma ótima autora e desejo todo sucesso do mundo a ela. Lendo essa entrevista percebi o quanto temos em comum *----* Fico muito feliz em saber disso, pois a admiro muito.
    Nossa, 12 anos 😱 Um dia eu chego lá hahaha, parabéns e ainda mais sucesso ao blog.

    ResponderExcluir
  7. Olá
    Que delícia conhecer a autora, não sou muito o público dela, mas gostei muito das respostas que ela deu, parece ser uma pesso incrível.

    ResponderExcluir
  8. Olá lindona,

    Samanta é uma amorzinho.
    Atenciosa e amorosa com todos, principalmente com os leitores.
    Ela escreve com paixão e vemos isso através de suas personagens e seus encontros no enredo com o Amor e suas infinitas formas.

    Beijos!

    ResponderExcluir
  9. Ainda não tive a oportunidade de ler as obras da autora, mas adorei a entrevista, de conhecê-la um pouco e saber que temos um grande amor em comum com a Turma da Mônica. Só que eu criava as historinhas baseadas nos meus amiguinhos que brincavam comigo na rua haha. Adorei saber sobre o seu processo criativo e já até anotei algumas dicas haha. Adorei a entrevista, Beta! E espero ter a chance de conhecer as obras da Samantha um dia, bjss!

    ResponderExcluir
  10. Que mulher maravilhosa e que história de vida fofa.
    Sério, achei linda essa coisa de ela começar a escrever histórias em quadrinhos para trabalhar com o Maurício de Souza <3 espero que ela consiga muito sucesso! Pois merece.
    Amei a entrevista!

    ResponderExcluir
  11. Oiii!

    Mauricio é amor! Também comecei a ler por ele. Gostei muito da entrevista, perguntas bem feitas, e ela foi um docinho nas respostas. Foi ótimo poder conhecer um pouco mais da autora! Parabéns!

    (PS: tem um html no finalzinho do post)

    Beijnhos,

    ResponderExcluir
  12. Oi Beta,
    Que entrevista maravilhosa. Achei bem legal saber sobre a sua iniciação na escrita. Suas respostas foram bem completas, o que nos deu a oportunidade de conhecê-la melhor. Adorei.
    Bjim!
    Tammy

    ResponderExcluir
  13. olá!
    Ai que entrevista mais amor!
    A Samanta é uma autora extremamente simpática e acho isso um ponto mega positivo. Fiquei muito contente que ela esteja escrevendo outro livro, que tenha começado porque queria terminar para trabalhar com o Maurício de Souza, ri demais nessa parte!
    Espero ter a oportunidade de ler todos os livros dela.
    Beijos

    ResponderExcluir
  14. Olá!

    A Samanta é muito amor!!! Tive o prazer de vê-la num evento da editora na Bienal e ela é iluminada! Adorei a entrevista e me choquei na parte do contrato que obriga a comprar 500 livros, eu conhecia a cláusula por alto, só não sabia da quantidade :o

    ResponderExcluir