Cap. 1309 – Pode beijar a noiva – Patricia Cabot

Ciao!!!
Capa relançamento 2016 
Capa da edição que tenho


Em muitos países, hoje é comemorado o Dia de São Valentim - Valentine's Day - o equivalente ao Dia dos Namorados. Por isso, uma história fofa de amor... #sqn! Dio Santo, o quanto uma pessoa pode ser teimosa e se complicar para isso? Quer ter uma ideia? Pergunta para a Emma. 

Pode beijar a noiva – Patricia Cabot – Essência
(Kiss the Bride – 2002 – Pocket Books)
Personagens: Emma Van Court Chesterton e James Marbury, conde de Denham

Em 1832, Emma estava apaixonada por Stuart e pediu ajuda a James para viabilizar o casamento. No entanto, ele traiu a confiança dos dois e o resultado foi que, ao invés de impedir, antecipou os planos dele. Um ano depois, lá estava ela, em uma região no interior da Escócia, sem dinheiro, sem recursos, sem marido, cobiçada por causa de uma herança que ela não queria. E foi justamente em meio a essa maré de azar que James ressurgiu em sua vida, fazendo perguntas que ela não gostaria de responder.

Comentários:

- PAI AMADO. Não sei quanto da minha paciência duraria com a digníssima Emma. Sabe gente que escolhe o caminho mais difícil e, por mais que tenha chance de sair, se afunda nele? Deem a ela o troféu teimosia, persistência, burrice, “I love complicação”, sei lá como prefiram chamar. A órfã criada pelos Van Court era apaixonada por Stuart, primo de James, que era apaixonado por ela (que não percebeu). Aí a bonita fugiu com o Stuart, disposta a trabalhar na salvação do mundo e na ajuda dos desvalidos. E percebeu que a vida de casada com o homem que ela amava foi beeeeeem diferente do que ela imaginou!


- Um ano depois, tudo estava dando muito errado, MUITO ERRADO mesmo. Então, James Marbury ressurgiu na vida dela. A surpresa dela só não foi maior que a dele, que viu as piores previsões sobre o futuro do primo missionário e da garota solidária que ele amava se confirmarem. O problema é que ele chega ao melhor estilo arrasa-quarteirão e vai topando com informações sobre a nova realidade da jovem que amava. Ah claro, Emma não admite que precisa de ajuda, apoio, conforto. E muito menos conta que é o alvo do interesse de todos os homens solteiros do povoado de Faires – de pescadores ao barão do local – porque, por caminhos tortos e inesperados, se tornou herdeira de uma quantia cobiçada, desde que se case.

- Então temos duas pessoas que se reaproximam apesar dos preconceitos estabelecidos em um momento-chave do passado. James tem um plano: quer finalmente se casar com Emma. Emma não quer que ele descubra várias coisas que ocorreram na sua vida de casada. Para completar, ela não quer se casar, mas o dinheiro ajudaria tanto a manter a escola da comunidade. Só tem uma forma de fazer tudo funcionar: fingir um casamento de conveniência. Em uma história onde todos os planos não se tornam a realidade imaginada, claro que as coisas não vão sair como ela gostaria. No fim das contas, ela terá que se render ao ensinamento de que só a verdade liberta.

- É bonito, fofo, leitura rápida. Só prepare para ter muita paciência com a incapacidade de Emma em ver o óbvio e respeito pela possibilidade de James ser a reencarnação de Jó. Como os caminhos costumam ser tortuosos, torci para ele ser feliz. Apesar da Emma empacada, graças ao jeito da autora contar a história, valeu a pena para ele e para mim.


Bacci!!!

Beta

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