sábado, agosto 13, 2016

Ciao!!!



Eita que a Natalie Anderson quase me enganou. O livro começou comigo não gostando do rapaz. E terminou, pra variar, com torcida descarada.

Armadilha do Destino – Natalie Anderson – Paixão Especial 2 Histórias 2 (Homens de Manhattan)
(Whose bed is it anyway? – 2013 – Mills & Boon Modern Heat)
Personagens: Caitlin Moore e James Wolfe

James estava exausto e voltou para casa querendo dormir. Não esperava encontrar uma desconhecida na sua cama. E após momentos constrangedores, como o apartamento da família não estava 100% habitável, os dois foram forçados a conviver. Caitlin era a garota-problema perseguida pelos paparazzi, que precisou sumir de Londres e se refugiou no apartamento de um amigo em Nova York. A surpresa foi ter que dividir o espaço com o irmão gêmeo dele, o homem tido a representação de tudo contrário a ela: humanitário, solidário e capaz de se envolver em missões arriscadas pelo próximo. E por incrível que pareça, no caso deles, talvez os opostos fossem capazes de se atrair.

Comentários:

- Confesso que na parte inicial fiquei olhando muito torto para o James. Ok, ele estava sofrendo de exaustão após uma longa viagem depois de uma missão humanitária. Mas o primeiro encontro dele com a hóspede inesperada no apartamento da família não deixou a melhor das impressões. E olha que, geralmente, eu me apaixono à primeira vista pelos homens criados pela Natalie Anderson.

- Mas se você tiver a mesma reação que eu, espere, porque logo, logo terá sua curiosidade despertada. Porque os dois personagens farão uma jornada além das aparências que veem e que oferecem um ao outro. Afinal de contas era o “homem santo perfeito” e a “pecadora inverterada” unidos por circunstâncias alheias à vontade de ambos. E além dos rótulos, eles se sentiram atraídos, o que era uma complicação a mais para duas pessoas muito confusas, complexas e com cota de amarguras e sofrimentos a serem resolvidas.

- Caitlin se deixou conformar por um papel e pagou o preço de ter agido da forma irresponsável, imprudente que esperavam. Tanto que sendo a garota problema oficial da Inglaterra, era bode expiatório perfeito para escândalos mesmo quando nada tinha a ver com a situação. Por causa de algo assim – pagando o pato por algo que não fez, mas ninguém acreditaria nela – se exilou em Nova York. Sentia o peso do “personagem público” que criara e alimentara, mas ainda não sabia como escapar disso para fazer o que realmente gostaria de ter feito, antes de ser empurrada pelo pai para uma vida de fama e excessos que ela não buscava.

- James aparentemente era o bom samaritano encarnado na terra. Rico, lindo, sexy e que dedicava a vida para missões humanitárias nas áreas mais arriscadas, que o mantinham permanentemente longe de casa. Só que agora estava à beira da exaustão por ter emendado vários trabalhos. O que tanta perfeição esconderia? Dá para perceber nas entrelinhas que há rachaduras e é aí que se escondem os reais motivos que justificam as atitudes dele.

- Então, reforçando, é um daqueles casos que temos duas jornadas se chocando, encontrando, impactando uma na outra. Porque antes de pensarem em um casal, eles terão que se enfrentar e se entender como seres individuais além dos rótulos/personagens em que se conformaram/deixaram conformar. Para se libertarem do que os aprisionam, encontrarem aquilo que realmente os faça feliz e finalmente estarem prontos para dar o melhor de si ao outro que amam.

De acordo com as duas histórias, há um terceiro irmão Wolfe, George, o gêmeo de James (que é o amigo de Caitlin neste livro). Pesquisei, mas não encontrei o livro dele.

Homens de Manhattan - Irmãos Wolfe
Armadilha do Destino – Caitlin Moore e James Wolfe – Paixão Especial 2 Histórias 2
Proposta Arriscada – Stephanie Johnson e Jack Wolfe – Paixão Especial 2 Histórias 2


Bacci!!!

Beta
Reações:

Um comentário :

  1. Uma armadilha de destino de fato. Eu estava imaginando como uma mulher poderia ser um bode expiatório para um país inteiro por conta de um primeiro escândalo em sua vida de fama. Entretanto eu tive certeza de que haveria algo preocupante pelo menos, escondido por trás dessa atitude de viajar tanto em missões humanitárias para estar em casa minimamente. Um casal muito interessante com certeza mesmo !

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