quarta-feira, julho 27, 2016

Ciao!!!




Para falar do mais recente livro da Richelle Mead que chegou no Brasil, convidei a Elis Miranda, do Codinome Leitora, que conhece o trabalho da autora.
Elis, mais uma vez, obrigada pela parceria!
Confiram o que ela achou!!!

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Richelle Mead criou algo que vai na contramão de tudo que já li dela. A única coisa em comum é a garra da protagonista.

Fei vive em um vilarejo no alto de uma montanha, todos são surdos e vivem basicamente do minério que extrai e envia a base da montanha, em retorno recebem o mínimo para sobreviverem. Como todos os acessos a vila estão bloqueados, eles não têm outra alternativa.

No entanto, a vila criou uma espécie de hierarquia, os artistas que devem colocar em imagens tudo o que acontece na vila para que a história deles não seja esquecida, os serventes e os mineradores.

Os pais de Fei eram mineradores e morreram jovens, ela tem uma irmã e quando surge a oportunidade de ser artista, ela aceita e coloca como condição que sua irmã também seja, deixando assim qualquer chance com Li Wen que continua sendo minerador.

Fei começa então a escutar sons e isso a assusta muito porque não consegue identificar a maioria, vai aprendendo com o tempo, mas o ponto de ruptura da situação é a morte do par de Li Wen, que decide descer a montanha para mudar a situação, Fei como está escutando o convence a levá-la com ele.

Eu já havia imaginado mais ou menos a situação, mas a confirmação ainda conseguiu me espantar. Até onde vai a ganância humana? E o que era aquela hierarquia boba na vila?

Richelle usou folclore, mas não me arrisco a afirmar que é chinês apesar dos nomes das pessoas da vila. Que no caso não chegou a ficar ruim, apesar de que durante a história, ela não deu destaque a isso.

Foi uma boa tentativa dela de mudar de cenário, não acho que vá agradar todos os leitores dela, mas para mim vale a leitura. Passei boas horas lendo.

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- Links: Goodreads livro e autora; site da autora; Skoob.

Bacci!!!


Beta
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