quinta-feira, dezembro 25, 2014

Ciao!!!







Esta é uma das tramas lançadas pela Harlequin na coletânia Dom de Natal. Uma história de meados da década de 1990. E confira já no Literatura de Mulherzinha, a primeira história do livro: De volta, no Natal.
E... ai que fofa!

Nosso pedido de Natal – Nora Roberts – Harlequin Brasil
(All I want for Christmas - 1994)
Personagens: Nell Davis e Macauley “Mac” Taylor

Os gêmeos Zack e Zeke Taylor tomaram uma decisão: precisavam de uma mãe. Mas não queriam qualquer uma e por isso escreveram uma carta em setembro para Papai Noel, explicando calmamante o perfil da mãe da qual precisavam. Algum tempo depois, eles viram a nova professora e música da cidade e perceberam que Papai Noel a tinha enviado. Agora bastava que o pai fizesse a parte dele e aceitasse o presente...

Comentários:

- Sabe historinha simples – sem ser simplória – e fofa? Então é uma dessas. E dependendo de como você está quando lê é muito bem vinda. Porque neste mundo repleto de gente mala e ridícula, muitas posando de santas que abalaram a galáxia agora só porque é Natal, é bom encontrar algo que alimente sentimentos bons como esperança, carinho e amor.

- A fé dos gêmeos no poder de Papai Noel é lindinha (faz a gente se lembrar de quando sentia algo parecido, antes de virar “gente grande”) e a lógica deles de encontrar “sinais” relacionando a jovem Nell ao pedido para a família rende muita fofura. Enquanto isso, algumas “coincidências” ajudam: Nell foi capaz de identificá-los sem confundi-los (ela não contou que arriscou o palpite). A gasolina do carro dela acabou perto da casa deles. Claro que Mac – que não tem a menor ideia do pedido dos meninos – não vai reagir tão bem quanto eles. Magoado pelo relacionamento com a mãe dos meninos, que não hestitou em abandonar as crianças com ele em troca de dinheiro. E como “pãe” responsável que era, sabia que não poderia se envolver com ninguém sem considerar o impacto nas crianças.

- Nell era recém-chegada na cidade porque teve experiência ruim em Nova York e queria algo mais aconchegante, mais família, estabelecer vínculos com as pessoas. Coisas quase impossíveis nas grandes cidades, mas totalmente óbvia em Taylor’s Grove. A sensação de pertencmento ao lugar certo só aumentou diante do laço que se formou entre ela e os gêmeos Taylor, uma espécie de reconhecimento de “achei o meu lugar”. Pena que o que as crianças tinham de fofas e amáveis, o pai tinha de desconfiado, ranzinza e até seco ao deixar claros os limites. Só que é muito difícil brigar contra desejos de Natal. Papai Noel diria que os fregueses – no caso, as crianças – têm sempre razão.

- É fofa, é agradável, é mágica e encantadora. Uma história para dias como hoje, onde, cercado de quem nos ama e de quem a gente ama, fica fácil para a gente acreditar...


Bacci!!!

Beta
Reações:

Um comentário :

  1. Oh, fofura, fofura, fofura !!! Mas eu fiquei perguntando-me onde aquela cartinha tão fofíssima quanto deveria ter sido foi parar. Talvez em mãos de um funcionário de correio, encarregado de separar pedidos para Papai Noel - um alguém que teria ficado muito emocionado e muito surpreso. Um pai ranzinza - por uma razão muito séria, que perdoa-o - caiu muitíssimo bem como uma luva para este cenário lindo !

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