quinta-feira, outubro 31, 2013

Ciao!!!



Dois anos, dois meses e 11 dias. Esse foi o tempo que levou para o segundo livro desta série gigante e que causa comoção por onde passa aparecer por aqui. Culpem a saga do Mestrado, a falta de tempo e a minha conhecida incompatibilidade com histórias de vampiros/sobrenaturais (que parece ter uma honrosa e declarada exceção: Amunzinho, de Betinha, e os amigos dele, Os Senhores do Mundo Subterrâneo). Mas como sou brasileira, não desisto nunca, e escorpiana, não desisto fácil. Eis a sequência de Amante Sombrio finalmente no Literatura de Mulherzinha.

Amante Eterno – J. R. Ward (IAN 2)
(Lover Eternal - 2006)
Personagens: Mary e Rhage

Amaldiçoado com a convivência com uma criatura assassina e incontrolável quando solta, Rhage era o integrante da Irmandade da Adaga Negra mais poderoso e letal. Mas a vida dele, conduzida por um frágil equilíbrio, ganha novo rumo quando ele se encontra com uma humana, Mary e a reconhece como alguém que o interessa. Mary não acreditava em milagres e intuía que não teria mais salvação. Ela foi apenas para ser intérprete de um órfão que não falava e também ficou intrigada com aquele homem enorme e perigoso, mas tinha certeza de que ele não lhe faria mal.  

Comentários:

- Por favor, ignorem a ironia que é ser a ÚNICA integrante da banda de blogueiras pop-rock mais famosa da blogosfera, as Rhage’s Lollipops, sem ter lido o livro da inspiração do grupo (pois é, nem mencionava isso para evitar que soltassem a Besta em mim). Por isso, decidi que terminaria com essa bobagem neste Halloween.

- O fato é que todo mundo tem seu par neste universo da J.R.Ward e a de Rhage é simplesmente perfeita para ele. Aliás, ambos são tão perfeitos um para o outro que me vi fazendo leitura “non-stop” em um domingo das minhas férias. Já cansei de falar que não gosto de história de vampiro (por um motivo: sou muito impressionável, o que me transforma em uma pessoa que não deve assistir a nenhum filme de terror. E eu descobri que não era para brincar com isso depois que saí como um fantasma da sessão de cinema de “Os Outros”) e seleciono as sobrenaturais em doses homeopáticas para minha capacidade mental supersensível. O fato é que por algumas horas me esqueci de tudo isso e me entreguei à história de Rhage e Mary.

- Macho alfa encontra seu par e se desdobra e sofre para ficar com ela, seria um bom resumo. No caso, acrescente a jornada de um jovem em busca de si mesmo, que abre as portas para uma história futura, mas aqui serve como gancho para que Mary e Rhage se encontrem pela primeira vez. Ele fica confuso com os sentimentos que ela desperta, mas entende mais rápido que ela o óbvio: seria a escolhida dele, se fosse possível (por causa do pequeno detalhe de que ele era um vampiro guerreiro e ela, uma humana). O fato é que transgride as regras por ela, paga o preço que tiver que pagar por ela. E a única que demora a entender o que isso quer dizer é ela! (Mary, minha querida, vou te apresentar umas protagonistas da Lynne Graham, da Penny Jordan e da Diana Palmer, aí você vai entender como a vida é boa). Mary se revela uma pessoa muito corajosa, compreensiva (entrar em um ambiente cercada de vampiros guerreiros – ah, um deles estava muito atraído por ela – em meio a uma guerra para evitar o extermínio? Nooooormal!) e capaz de atitudes que deixam os Irmãos de queixo caído (confesso que essas foram a minha parte favorita).

- De certa forma, acredito que gostei muito deste livro por ele ter uma dinâmica semelhante às histórias da série dos Senhores do Mundo Subterrâneo: homem com uma maldição de longa duração encontra a alma gêmea em meio a um conflito que pode ser mortal. Sendo que aqui tem um detalhe (que não vou contar) que pode escapar do controle de ambos. Em alguns personagens, o estilo “homem das cavernas” – aquele que identifica a mulher que quer, pega, joga no ombro e leva para casa – funciona como uma maravilha! É o caso do Rhage. Rhage apaixonado é lindo. Rhage apaixonado é fofo. Ok, fofo é muito inacreditável quando se pensa em alguém da IAN, mas ele é muito fofo.

- E eu já era meio encantada pela Besta desde os comentários no livro anterior. Depois, claro, por causa de tudo que ouvi e li por causa das marmotas nas redes sociais (né, Rhage’s Lollipops), a curiosidade aumentou. E meu eu escorpiano a amou e a entendeu como ninguém. Ah, sim, é inacreditável, mas ela consegue ser tão fofa quanto Rhage. Sim, sou #TeamBesta mais que nunca a partir de agora.

- Ah, sim, os redutores são nojentos, asquerosos e quero que eles morram ou virem lanchinhos da Besta. (Imparcialidade, a gente não vê por aqui).

- O livro deixa escancarado o gancho para a próxima história da série, tramas que ainda serão exploradas e cutuca a curiosidade sobre os demais Irmãos e outros personagens que vão aparecer. Sim, pretendo ler (tenho os 5 primeiros livros), mas não me perguntem quando. Depende da minha vida real, que anda muito exigente ultimamente.

- Linkitos: Para quem quiser mais informações sobre a série, vale visitar o blog que a editora fez para a IAN. Outras possibilidades, todas em Inglês: Goodreads,  site da autora, a página específica do site dela sobre a IAN e o fórum de fãs. E em Português, Goodreads e outros posts sobre a série e Rhage’s Lollipops no LdM.

Bacci!!!

Beta 
Reações:

Um comentário :

  1. Ora, Irmandade de Adaga Negra e Senhores de Mundo Subterrâneo estão em pé de igualdade em minhas intenções: eu comprarei cada exemplar quando publicarem TODOS seus livros. Mas eu tenho duas questões: eu não sei quantos volumes existirão para IAN e tenho impressão de haver uma mulher-demônio entre SMS (ou imaginei que era uma mulher quando vi seu rosto naquele vídeo de propaganda de editora).

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