quarta-feira, setembro 25, 2013

Ciao!!! 



Ok, eu confesso o óbvio. Comprei o livro por causa do nome da autora. E tive algumas descobertas engraçadas. A primeira: quando essa história foi lançada lá fora eu nem era nascida! E a segunda: ela custou Cr$70 (nem me mandem converter, Matemática nunca foi meu forte). Sim, literalmente do baú.

O homem errado - Roberta Leigh - Sabrina 122
(The wrong man to love - 1977 - Mills & Boon)
Personagens: Samantha Byers e Zachary Farrell

Samantha caiu literalmente de paraquedas em uma confusão. Escolhida por um amigo da família para ser o fiel da balança na diretoria de uma empresa, ela logo se viu divida entre dois primos – Larry e Zachary, antagônicos na forma de ver o futuro da empresa e na disputa da atenção dela. No entanto, ela se encantou por Zachary, que estava comprometido com uma mulher deslumbrante. Era coisa demais para ela resolver... E se ficasse enrolando, a tendência era piorar...

Comentários:

- Confesso: li este livro em uma maré de muito mau humor comigo, com a vida, com passarinhos cantando, com futebol, com chocolate. Enfim, um daqueles dias que nem você mesma se atura.

- O livro tem bons momentos, embora em algum momento o meu “eu status chatérrimo” que fez a leitura ficou emburrado com o lenga-lenga. O “tio” (termo afetivo porque ele era amigo da família) John deu a Samantha 10% das ações da empresa para equilibrar as coisas entre os dois maiores acionistas – Zachary e Larry. Ela se sente atraída por Zachary, embora seja mais próxima a Larry, que foi mais simpático com ela. Gostei da cena “vendedora ofendida por cliente”, vivida por Samantha (e da sequência “Zachary tirando satisfação por telefone”) - me fez comemorar a atitude da protagonista.

- Temos uma mulher, inteligente (faz boas observações sobre a rotina da empresa) que logo, logo está extremamente confusa. Sem saber em qual dos primos confiar e se está sendo usada por um ou por ambos. Com o agravante de lidar com uma ex-namorada/amante parasita (sim, tipo periguete refinada – que merecia uma boa espanada para deixar de ser besta). Para agravar, Zachary é do tipo que acredita na leitura de pensamento/”minhas ações demonstraram o que sentia por você” (duh, se ela percebesse, não tinha liiiivro!). Não posso criticá-la por desconfiar de segundas intenções – no barril de pólvora onde ela foi jogada, era a atitude mais natural. E infelizmente não permitiu que ela fosse mais firme no meio do caos. E eu só torci para o livro acabar logo e Samantha tivesse, mais que felicidade, sossego!!!

- Links: Fantastic Fiction autor e livro. No Wikipedia, no Goodreads autor e o site da autora.

Bacci!!!

Beta
Reações:

Um comentário :

  1. Ah, livro de triângulo romântico que não é triângulo romântico com heroína complicada que não sabe decidir seus impasses e um herói mudo para o que interessa ...

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