domingo, julho 21, 2013


Ciao!!! 


Uma paixão na adolescência, um fim abrupto, um reencontro anos depois. E a conveniência de fingir que eram amantes. O problema deste livro fui eu. Fato: quando o li estava com a cabeça em outras coisas. E isso atrapalhou a minha leitura. Talvez, quando a poeira acalmar, daqui a um tempo e reler, eu vou encontrar a história boa que tem ali.

Amante a que preço? – Anne Oliver – Modern Sexy 61
(Mistress: at a what price? – 2010 – Mills & Boon Modern Heat)
Personagens: Mariel Davenport e Dane Huntington

Mariel estava de volta após o final traumático de um relacionamento e o impacto disso na carreira que tinha na Europa. A meta era reconstruir e recomeçar na Austrália, enquanto o escândalo não a encontrasse lá. Logo de cara,em um evento social, reencontrou o namorado de adolescência – Dane Huntington. Eleito o solteiro do ano, ele estava impaciente com as demandas do “cargo”: eventos sociais e muitas mulheres oferecidas. Teve a ideia genial: Mariel aceitaria se tornar acompanhia constante dele, ele a financiaria e ambos se separariam sem mágoas...

Comentários:

- Quando eram adolescentes, eles se gostaram, mas ela viajaria e só se beijaram. Só que houve um flagrante que partiu o coração dela. Na temporada europeia, Mariel se estabeleceu com modelo e como estilista. Estava indo bem, até terminar tudo com o namorado francês, fazer as malas e voltar para casa. Para abrir uma grife e se restabelecer. Aí reencontrou Dane, que estava mais lindo ainda (ou seja, mais velho ele ficou irresistível), às voltas com os encargos do título “solteiro do ano” e doido por sossego. Se tivesse uma amante (porque “namorada” é uma palavra que dá urticária gravíssima em protagonistas dos romances, né?) que aceitasse não exigir compromisso, seria perfeito. E Mariel seria a pessoa indicada: eles se gostaram, ela também está muito linda (ele acompanhou a carreira dela como modelo) e, agora empresário poderoso, ele poderia protegê-la da mídia. E ainda é uma chance de eles resolverem o que ficou pendente.  

- Então acompanhamos o relacionamento deles, o quanto conveniente se torna, o quanto agradável fica. Até que surgem as dúvidas, os questionamentos e as complicações. Embora houvesse um conhecimento prévio, Mariel não compreendia plenamente a relação familiar de Dane – e, sim, tinha rolo grande aí. E, a essa altura, o tal “relacionamento por conveniência” já não explicava o que havia entre eles, mas até ambos entenderem, demora um pouco. Enfim, uma boa sessão da tarde. Pelo menos nesta primeira leitura. Quando eu reler (o que não será tão cedo), aviso a vocês.

- Links: Goodreads; The good, the bad and the unread; Fantastic Fiction (onde diz que é parte de um dueto chamado PS.: I’m pregnant!); site da autora e texto dela no I heart Presents; outros livros da autora no LdM.

Bacci!!!

Beta
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