domingo, julho 07, 2013

Ciao!!! 



Baby on board com neném fofo na capa.
Oinn... Esse sorriso de dois dentinhos é fatal!
#partiu história sobre superar o passado...

Papai por encomenda – Shirley Jump – Harlequin Special 69 (Baby on Board)
(Doorstep daddy – 2009 – Mills & Boon Romance)
Personagens: Ellie Miller e Dalton Scott

Dalton não sabia o que era mais impossível: ele romper o bloqueio que estava sofrendo no trabalho de escrever o próximo livro ou ele ficar sozinho com um bebê. O problema era que ele estava enfrentando as duas situações e ambas o forçavam a pensar e a lidar com algo que ele queria esquecer. Ellie estava em meio a uma crise, viúva, afogada em trabalho e com a missão de criar um bebê pequeno sem ter quem cuidar. O apoio inustado – e forçado – do vizinho ranzinza poderia resolver ou criar mais problemas?

Comentários:

- O livro aborda com muitos detalhes a confusão de sentimentos de Dalton: o escritor de bestsellers está com bloqueio, sem saber como desenvolver o livro (a parte de ação vai bem, mas tudo que envolve emoção está um horror). Aí a vizinha idosa pediu um favor – cuidar de uma criança no lugar dela, que teve que se ausentar por causa de uma emergência. As reações dele são bem engraçadas (e identificáveis, mesmo para quem não é homem – eu também sou um poço de falta de jeito com bebê pequeno. Sério que olhar feio e falar duro faz bebê parar de chorar? Alguém pode me dizer se isso é possível na vida real?). E é se relacionando com a pequena Sabrina que Dalton não percebe, mas a vida dele não será mais a mesma.

- Ellie está passando por aquele drama de toda mãe de primeira viagem, com o agravante que ela é viúva – ou seja, ela é pai e mãe, total responsabilidade e quase nenhuma ajuda. Ela é produtora da TV, com um chefe que só não absorve mais o que não é possível da vida dela (socorro: aquele monte de reunião para discutir coisa alguma deu raiva em mim). Ela está sobrecarregada, confusa, cansada e com medo de fazer tudo errado... e morrendo de saudade de deixar a filha em casa para trabalhar. Aí, a necessidade da sra. Winterberry de viajar para cuidar da irmã doente fez com que Sabrina fosse deixada com um vizinho recluso, ranzinza e que quase nunca aparecia na rua.

- A partir deste relacionamento que nenhum dos dois deseja, mas acaba se tornando inevitável, eles percebem como podem se ajudar, como podem fortalecer um ao outro e serem uma ajuda inesperada para lidar com dores e traumas do passado. Afinal de contas, ambos chegaram ao ponto de que não adianta mais ignorar ou lidar mais ou menos – eles precisam resolver isso para encontrar o caminho para a continuidade da jornada. É um livro que daria tranquilamente um daqueles filmes que, volta e meia, surge na Sessão da Tarde. Bonito e reconfortante. Talvez eu teria acelerado umas partes – mas sabe como é, vício dessa vida moderna onde a gente acredita que se não está rápido é perda de tempo.


Bacci!!!

Beta

ps.: Tem um “concertei” na página 138 que fez meus olhos doerem. Como não é nada relativo à música, mas ao sentido de reparar, seria melhor CONSERTAR em uma edição futura.
Reações:

Um comentário :

  1. Uma capa com bebê sorridente é uma capa fofíssima !!! Eu estou para comprar dois livros por causa de capa com bebê !!! Basta que enviem para minha cidade !!!


    Uma resposta para sua pergunta: falar duro e olhar feio para bebês ou criança pequena costuma assustar e trazer mais choro ao invés de acalmá-los. ^^

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