Cap. 574 - O pecado de Anne – Lyn Stone (MARATONA DE BANCA – JUNHO)
Ciao!!!
Parece que minha sina é ler a Lyn Stone na Maratona de Banca. Ou se preferirem, um incentivo para criar vergonha na cara e tirar da pilha os livros dela que estão aqui em casa. O primeiro livro dela que li foi no ano passado (e não faz parte de série – o que é um milagre em se tratando de mim). Portanto, usando o tema de junho – Histórico, período medieval – como desculpa, lá fui eu para a segunda experiência com a autora.
O pecado de Anne – Lyn Stone – Clássicos Históricos Especial 137
(Bride of Trouville – 1999 – Harlequin)
Personagens: lady Anne de Baincroft e Edouard Gillet, conde de Trouville
Anne teve que se casar com um francês, sob risco de perder a guarda do filho. Ela precisava proteger um segredo e só aceitou porque tinha certeza de que o marido não ficaria em um castelo longe de casa. O problema é que Edouard não tinha mais clima para ficar na França e ficar em um castelo afastado era uma ideia muito boa. O fato do conde ser uma pessoa cheia de normas e da fama o ter precedido leva a uma série de consequências que pode colocar em risco o casamento dos dois e a segurança de todos em Baincroft.
Comentários:
- É um livro bom, com uma história que se complicou por um motivo até simples: o problema causado pela falta de comunicação. Temos duas pessoas que acreditaram no “ouvi dizer que” e um personagem que arma a confusão, se afasta e, mesmo de longe, ainda interfere. Edouard era viúvo e claro que se espalhou que ele era a causa da morte das esposas. Anne só queria sossego, mas como a barganha do tio Hume em arrumar uma noiva para o francês deu errado (sim, eu tinha que cair em uma série, né?), agora ele partiu para a 2ª. tentativa. Com tanta gente piando de fora, não tem como um casamento dar certo, né? E olha que começou com as melhores intenções: Edouard pediu à Anne um voto de confiança para construir o relacionamento entre eles com amor. Isso não é uma coisa que você veja em outros livros.
- Só que Baincroft tinha um segredo: o herdeiro da propriedade, Robert, era surdo. Na época, além de ser um sinal de mau agouro, significaria que ele perderia o direito à propriedade por ser incapaz de governá-la. Por mais que Anne o preparasse para lidar com o mundo e mais inteligente que ele fosse – se o segredo fosse descoberto, não haveria escapatória. Então temos uma mãe leoa protegendo o filhote da ameaça representada pelo atual marido. E pagando altos preços por isso: a cena do “julgamento da bruxa” é de dar calafrios (em mim, especialmente, porque não sei nadar e quase afoguei duas vezes). Como se não bastasse, sem saber que a imagem dele comprometida pela “má fama”, o Edouard ainda colabora para piorar com algumas atitudes do tipo “sou o senhor” (umas kabongadas não fariam mal para colocar os miolos dele no lugar, sabe?). Ok, podem até ser naturais na situação, só que ele não sabia todos os lados da história e isso não ajuda. O que mais desespera é que não é por mal. Que você quer os dois juntos, mas sabe que não será possível, enquanto houver mal entendidos e que os mal entendidos não serão desfeitos porque todos temem as consequências.
- De bônus, ainda tem as coisas fofas: Robert, o filho de Anne e Henri, o filho de Edouard. Os garotos ficam amigos, se ajudam em todos os momentos. É um relacionamento fraterno bonito de ver ser construído. Enfim, vale muito a pena ler o livro.
- Como disse antes, claro que, em se tratando de mim, tinha que ser uma série, né? E tinha que ser o segundo da série (fica evidente em alguns momentos que houve algo antes. Você compreende o que acontece, mesmo sem ter lido a história anterior – foi o que aconteceu comigo). Outras curiosidades sobre o livro no Fantastic Fiction e pode ver mais sobre a autora no LdM. Se ainda estiver em dúvida, veja o que achou a Carol, do Mulheres Românticas. E a série é formada pelos seguintes livros, pelo que pesquisei:
A noiva do cavaleiro – GRH 22
O pecado de Anne – CHE 137
A Escolha de uma Mulher – CHE 105
Coragem de uma Mulher – CHE 124
A Jornada – CH 242
Bacci!!!
Beta
Parece que minha sina é ler a Lyn Stone na Maratona de Banca. Ou se preferirem, um incentivo para criar vergonha na cara e tirar da pilha os livros dela que estão aqui em casa. O primeiro livro dela que li foi no ano passado (e não faz parte de série – o que é um milagre em se tratando de mim). Portanto, usando o tema de junho – Histórico, período medieval – como desculpa, lá fui eu para a segunda experiência com a autora.
O pecado de Anne – Lyn Stone – Clássicos Históricos Especial 137
(Bride of Trouville – 1999 – Harlequin)
Personagens: lady Anne de Baincroft e Edouard Gillet, conde de Trouville
Anne teve que se casar com um francês, sob risco de perder a guarda do filho. Ela precisava proteger um segredo e só aceitou porque tinha certeza de que o marido não ficaria em um castelo longe de casa. O problema é que Edouard não tinha mais clima para ficar na França e ficar em um castelo afastado era uma ideia muito boa. O fato do conde ser uma pessoa cheia de normas e da fama o ter precedido leva a uma série de consequências que pode colocar em risco o casamento dos dois e a segurança de todos em Baincroft.
Comentários:
- É um livro bom, com uma história que se complicou por um motivo até simples: o problema causado pela falta de comunicação. Temos duas pessoas que acreditaram no “ouvi dizer que” e um personagem que arma a confusão, se afasta e, mesmo de longe, ainda interfere. Edouard era viúvo e claro que se espalhou que ele era a causa da morte das esposas. Anne só queria sossego, mas como a barganha do tio Hume em arrumar uma noiva para o francês deu errado (sim, eu tinha que cair em uma série, né?), agora ele partiu para a 2ª. tentativa. Com tanta gente piando de fora, não tem como um casamento dar certo, né? E olha que começou com as melhores intenções: Edouard pediu à Anne um voto de confiança para construir o relacionamento entre eles com amor. Isso não é uma coisa que você veja em outros livros.
- Só que Baincroft tinha um segredo: o herdeiro da propriedade, Robert, era surdo. Na época, além de ser um sinal de mau agouro, significaria que ele perderia o direito à propriedade por ser incapaz de governá-la. Por mais que Anne o preparasse para lidar com o mundo e mais inteligente que ele fosse – se o segredo fosse descoberto, não haveria escapatória. Então temos uma mãe leoa protegendo o filhote da ameaça representada pelo atual marido. E pagando altos preços por isso: a cena do “julgamento da bruxa” é de dar calafrios (em mim, especialmente, porque não sei nadar e quase afoguei duas vezes). Como se não bastasse, sem saber que a imagem dele comprometida pela “má fama”, o Edouard ainda colabora para piorar com algumas atitudes do tipo “sou o senhor” (umas kabongadas não fariam mal para colocar os miolos dele no lugar, sabe?). Ok, podem até ser naturais na situação, só que ele não sabia todos os lados da história e isso não ajuda. O que mais desespera é que não é por mal. Que você quer os dois juntos, mas sabe que não será possível, enquanto houver mal entendidos e que os mal entendidos não serão desfeitos porque todos temem as consequências.
- De bônus, ainda tem as coisas fofas: Robert, o filho de Anne e Henri, o filho de Edouard. Os garotos ficam amigos, se ajudam em todos os momentos. É um relacionamento fraterno bonito de ver ser construído. Enfim, vale muito a pena ler o livro.
- Como disse antes, claro que, em se tratando de mim, tinha que ser uma série, né? E tinha que ser o segundo da série (fica evidente em alguns momentos que houve algo antes. Você compreende o que acontece, mesmo sem ter lido a história anterior – foi o que aconteceu comigo). Outras curiosidades sobre o livro no Fantastic Fiction e pode ver mais sobre a autora no LdM. Se ainda estiver em dúvida, veja o que achou a Carol, do Mulheres Românticas. E a série é formada pelos seguintes livros, pelo que pesquisei:
A noiva do cavaleiro – GRH 22
O pecado de Anne – CHE 137
A Escolha de uma Mulher – CHE 105
Coragem de uma Mulher – CHE 124
A Jornada – CH 242
Bacci!!!
Beta



