sábado, agosto 20, 2011


Para quem acompanha o Literatura de Mulherzinha, não será novidade o que vou escrever: tenho sério problemas com livros sobrenaturais e – em especial – livros com vampiros.


Suponho que a depressão e a culpa de Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice não foi o melhor cartão de visita e a série Crepúsculo não ajudou a melhorar a situação.
No entanto, como fui praticamente coagida por Andrea, Barbara, Tonks e Carol, resolvi encarar os vampiros da Irmandade da Adaga Negra. (Nat, você é a próxima!!!)

Amante Sombrio – J. R. Ward – Universo dos Livros (Irmandade da Adaga Negra 1)
(Dark Lover – 2005)
Personagens: Beth Randall e Wrath

A origem de Beth era um mistério que ela sempre quis desfazer, até que a verdade bateu na porta na forma de um espécime masculino do qual nenhuma mulher – sensata ou não – conseguiria resistir. Para Wrath, rei dos vampiros e líder da Irmandade da Adaga Negra, ela era uma promessa que, a princípio, ele não queria se responsabilizar. Mas com a morte de Darius, O Wrath se viu obrigado a encontrar a filha que o amigo-irmão nunca vira de perto. Ele só não contava em sentir fortemente atraído por ela. Beth queria descobrir a verdade e acabou apaixonada mergulhada em um mundo inacreditável, real, violento e sexy, do qual não teria mais volta (embora há sérias evidências de que ela não estava interessada em voltar...)

Comentários:

- Sei que quotes são a praia da @meninadabahia, mas não tem outra forma melhor para apresentar este livro e o protagonista a quem (como eu) ainda não conhece a série. É rapidinho, são só 3:

#1: “Wrath: quase dois metros de puro terror trajado em couro. Seu cabelo era liso, longo e negro, partindo do bico da viúva no alto da testa. Pesados óculos escuros escondiam-lhe os olhos jamais vistos por alguém. Os ombros tinham o dobro do tamanho dos da maioria dos homens. No rosto, a um só tempo aristocrático e brutal, transparecia o rei que era por nascimento e o guerreiro no qual o destino o transformara” (p.16)
Pausa para eu me acostumar com isso tudo na imagem mental. É coisa demais até para minha imaginação. E olha que, depois da conversa sobre pirulitos do Rhage no Twitter no início do mês, ninguém precisa de evidência de como a minha imaginação é fértil.

#2: “Era quase como entregar uma virgem nas mãos de um tarado” (p.15)
Sim, é do tipo “me joga na parede e me chama de lagartixa”.
Não adianta enviar curriculum vitae. O cargo já foi ocupado.

#3: “Se esbarrava em algo, não se importava. Fosse uma cadeira, uma mesa, um ser humano, era só passar por cima do que estivesse estorvando sua passagem” (p.16)
Depois desta frase, meu eu escorpiano quis colar posters pelo quarto e comprar camisetas escritas I <3 Wrath.

– Esqueça vampiros que brilham no sol ou que vivem séculos de depressão “meu mundo caiu” à la Maysa. Infanto-juvenil uma ova. O buraco aqui é mais embaixo. Sem duplo sentido. Uma história em tons vibrantes de vermelho com algumas nuvens cinzas – afinal de contas, o perigo não dá tregua. Onde o meio termo, a menor hesitação pode causar a morte ou perdas irreparáveis. E se for necessário, personagens são impiedosos sem pensar duas vezes. Aqui não é leitura para crianças, é sexo e violência em estado latente (acho que só faltou o rock n’ roll kkk)

- Afinal de contas, a Irmandade é a o Bope dos vampiros contra os algozes que os perseguem sem piedade, dispostos a exterminarem a raça. Do alto de sua vassoura, os redutores acham que estão fazendo o “bem” sem assumir que são tão – ou mais – monstruosos que as criaturas que juraram destruir. Para isso, a Irmandade é composta pelos melhores guerreiros da raça, cada qual dono de características e habilidades marcantes, o que deveriam torná-los uma parada muito dura: os gêmeos Rhage e Vishious, Torhrment e Zsadist. Confesso que é tanto homem interessante por página que ainda estou misturando personagens (e os apelidos ainda me deixam mais desorientada – enquanto o eu escorpiano colava pôsters, o eu geminiano estava perdidinho “mas quem é Hollywood? Não, não é o fã do Red Sox...”).

- O que mais posso dizer? Bem, Amante Sombrio nos mostra um momento-chave nesta situação. Após os acontecimentos daqui, nada será como antes. Por isso, não tem jeito. Uma vez que você embarca nesta aventura (e prepare-se para morrer de inveja de algumas cenas – não vou dizer quais lalala), não vai querer parar...

- Para quem quiser mais informações sobre a série, vale visitar o blog que a editora fez para a IAN. Outras possibilidades (em Inglês): site da autora, a página específica do site dela sobre a IAN e o fórum de fãs (será que elas também discutem sobre o pirulito do Rhage?).

Bacci!!!

Beta

Ps.: O livro é tão bom que eu precisei de um ps. para dizer que Beth é uma jornalista frustrada com o emprego (não era levada a sério pelos homens da redação) até o dia em que Wrath entrou em sua vida. E tem tanta coisa acontecendo que quase que esqueci de mencionar uma colega de profissão (sendo que o LdM tem uma tag só pra jornalistas...) kkk
Reações:

13 comentários :

  1. Entendo perfeitamente a sua "perdição" e em descobrir quem é quem..

    Os gêmeos são Phury e Zsadist hahaha

    E se fosse você partia logo para o Rhage "Hollywood" aquele que faz Brad Pitt parecer um patinho feio!!!

    Realmente... esse livro é para nossa tag Jornalistas hahaha mas é tanta coisa que acontece que a gente até esquece disso!

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  2. Li só o primeiro tbém, ainda me perco com os apelidos idem. Me apaixonei!!!!! Só não comprei os outros por falta de $$$$. Emprestei meu livro pra uma amiga, ela gosta de Crepúsculo, e eu achei que um Vampiro (com V maiúsculo) lhe faria bem! ri horrores com sua resenha!!! Bjos Fabi!!

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  3. #1: “Wrath: quase dois metros de puro terror trajado em couro. Seu cabelo era liso, longo e negro, partindo do bico da viúva no alto da testa. Pesados óculos escuros escondiam-lhe os olhos jamais vistos por alguém. Os ombros tinham o dobro do tamanho dos da maioria dos homens. No rosto, a um só tempo aristocrático e brutal, transparecia o rei que era por nascimento e o guerreiro no qual o destino o transformara” (p.16)

    Eu amoooooooooooooo o Wrath!!!!!!
    Taí a Carol que não me deixa mentir!
    E sim, no começo é muita informação e a gente acaba se perdendo, mas, você já pegou o espirito da coisa! Boa leitura!

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  4. Na qualidade de cellie e pet do Vishous (CAHAM), te digo que não entendo COMO vc não leu esse livro antes.

    Adorei o BOPE vampiro, rs. Olha, tenho umas implicâncias com os livros mais recentes, mas te dito que BDB é, sim, tudo de bom.

    Eu gostei mais da história do Rhage. É de fazer suspirar. Mas Wrath é Wrath, o primeiro e se não fosse por ele não teria caído de quatro pela série. Então eu saio recomendando mesmo pra todo mundo!

    Bjs!

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  5. Essa série é um vicio mesmo! Amei Amante Sombrio mas meu preferido é Amante Eterno, que foi o livro que definitivamente me viciou na série hehe.

    teh mais

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  6. Isso vicia a tal ponto de comprar o livro 1 mês e meio antes do lançamento... Fazer o que... Dps de IAN, Crepúsculo virou purpurina! Roarke virou pó! kkkkkkkkkkkkkkkkk.

    Liga não que depois piora o vício, tah? Ririri. E eu to esperando o pirulito do Rhage via sedex. Aham. kkkkk. Bjs.

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  7. hauhauha Beta!
    Sabiaaa que você ia gostar! hauahua Não dá pra resistir aos vampirões!!
    Depois deles, baby, o resto é resto! hauhauhauhauha

    Adorei a resenha hauhauahuah
    Agora vou ficar saltitando e contando os dias até você ler o próximo, igual aquelas criancinhas chatas querendo brinquedo novo! kkkkk

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  8. Você encontrou a comparação perfeita: Bope dos vampiros!! Não tem frescurinha: não posso morder, não posso bater, não posso magoar, não posso matar, não posso "pegar", aff! Os guerreiros fazem aquilo que acham necessário para proteger sua espécie e saciar seus desejos (que felizmente são muitos). Como boa geminiana vibrei com esses exemplares masculinos tão decididos, pois indecisa basta eu! Já li os três primeiros livros da série, que, senão me engano, são oito. Wrath tira qualquer uma do sério, as cenas são deliciosas, porém até hoje não consegui me decidir entre ele e Rhage. Talvez segunda, quartas e sextas com um e terças, quintas e sábados com outro. Domingo para confessar os pecados da semana.
    Mais uma vez você acertou em cheio: Depois de ler a Irmandade da Adaga Negra, outros livros de vampiros ficaram com classificação "bocó".
    Pode se preparando para viciar.
    P.s.: Muito legal também a escolha dos nomes dos guerreiros, evocando ira , raiva, tormento, perverso, sádico...

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  9. Oi, Beta!

    Não falei que você ia dormir de luz acesa pros Adagas não errarem o caminho? kkkkk

    Bope dos vampiros?! Perfeito! Agora já era: mais uma viciada no grupo e já aviso logo que não há rehab que dê jeito.

    Esqueci de mandar o do Rhage na última remessa - sorry. Mas da próxima vou compensar com o do Rhage e do Z., que é o meu preferido e até agora não foi desbancado por nenhum...

    Aguardando o do Rhev, comprado na pré venda e ansiosa prá chegar logo...

    Beijos!

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  10. Ora, então "Irmandade das Adagas Negras" tratava-se de uma série sobrenatural envolvendo vampiros ?! Que lindo !!! Que máximo !!! Que UAU !!! ^^

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  11. meninas, todos que me conhecem dizem que eu sou "do contra" , mais calma que eu não sou contra essa série deliciosa kk', mais ao contrário de vc's que amam o Z e Rhage eu sou looouca pelo Phury ( sério, meninas eu amo homens enormes e lindos que são fofos ) ele eh decidido, lindo, um amante perfeito! sempre tive uma quedinha por tipos assim: metade fofura, metade selvagem Ui kk'

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  12. Sério, o que é essa resenha menina??

    Já li a tempos o livro e estou esperando chegar Amante Vingado ansiosamente.
    Mas essa resenha me deixou com água na boca novamente e louca para reler e curtir o Wrath.
    Bjkas,

    Monique Martins
    MoniqueMar
    @moniquemar

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  13. Ai eu to d-o-i-d-a para ler essa série! Já pedi o meu amante sombrio de natal e estou só esperando o Natal para lê-lo #todaschora
    Eu esperei muito porque eu também não gostava muito de vampiros ( Só o Cian rsrsrs) e detesto mesmo Crepúsculo!

    Adorei a resenha, quanto mais resenhas dessa série eu leio, mais aumenta minha vontade de lê-la.

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