domingo, setembro 26, 2010

Por favor, olhem isso! =^.^=



Momento chilique: se fizer uma eleição de capa mais fofa do ano, esta precisa estar entre as primeiras. Olha que coisinha mais cute-cute, aimeudeusdocéu! Ainda bem que essas bochechas e esse sorriso desdentado gostoso estão longe de mim, porque eu ia adorar mimar essa coisinha fofa!

Ah, sim, vem uma história junto com esta capa!

Paixão Total – Jackie Braun – Harlequin Special 28 (Baby on Board)
(Confidential: expecting! – 2009 – Mills & Boon Romance)
Personagens: Mallory Stevens e Logan Bartholomew

A jornalista Mallory Stevens precisava recuperar o prestígio perdido, por causa de uma matéria que rendera um processo ao jornal. Para isso, a missão agora era encontrar um segredo no Dr. Sabe Tudo, o médico Logan Bartholomew, responsável por um programa de rádio de sucesso e prestígio em Chicago. A proximidade entre eles revela uma inesperada atração. E não leva muito tempo para que Mallory se veja na dúvida se segue a pauta ou se embarca no romance... E para Logan considerar se a repórter pitbull perdeu espaço para a mulher sexy e encantadora com quem ele queria se relacionar...

Comentários:

- Ok, lendo o livro, fui obrigada a importar um termo dos blogs boleiros que leio. Logan é um GQMF: rico, bonito, charmoso, articulado, gentleman, sedutor, cozinha bem, excelente companhia, boa conversa. Apesar de ser psiquiatra, ele demora a analisá-la e, mesmo assim, não é invasivo.

- Mallory era a jornalista pitbull que cometeu uma falha e queria recuperar o posto perdido, além de lidar com a rivalidade de uma companheira de trabalho. Descobrir uma falha em Logan carimbaria o passaporte de volta para as “pautas que interessam”. O problema era que ela não encontrava nada, além de um homem amável, que realmente beirava a perfeição (até mesmo a noiva que o abandonara não renderia manchete). E ela, que também tinha sua cota de sofrimentos e traumas, não conseguiu resistir a ele. Confesso que já estava me estressando com ela – ah, minha filha, qual é? Melhor que esse não vai encontrar meeeeeesmo...

- Jornalisticamente falando, o livro aborda a busca por um “furo”, sem medir as conseqüências. Até acho válido quando é em prol da sociedade – denúncias de corrupção, fiscalização e cobrança. O problema é o tal do denuncismo vazio – ficar remoendo segredos de vida alheia como se isso rendesse algo útil. Eu sou partidária do “mal consigo cuidar da minha vida, por que tenho que vigiar as dos outros”, mas sei que sou minoria. E, nos EUA, os deslizes morais são levados em consideração, o que não acontece aqui: trair esposa, ter filhos fora do casamento, bater na companheira, que no Brasil vira manchete-desgraça (dos cadernos de polícia para as revistas de celebridade “fulano, na Grécia, diz ser um novo homem”), lá rende perda de cargo, contratos e cadeia. No caso mencionado do livro, não chega a tanto e, na minha opinião, não era um assunto público, mas, como disse, sou minoria...

- Só achei que não deu pra gente curtir na história o bebê fofinho da capa. E que faltou esclarecer se Mallory continuou trabalhando no jornal, se a rival dela se deu mal ou continuou infeliz para sempre...

Bacci!!!

Beta
Reações:

Um comentário :

  1. Oi!!

    Foi a mesma coisa que eu achei... eu adorei a história, mas não falou se a "vilã" se deu mal ou se ela foi ou não vítima de uma armadilha.... e não deu para curtir o bebê!!!

    Bjus!!

    ResponderExcluir