sábado, maio 15, 2010

Como sempre as duas histórias da edição têm algo que as une – neste caso, a dificuldade das heroínas em convencer os homens durões, cruéis e implacáveis a abrirem seu coração para outras pessoas, para os sentimentos e aprender a conviver com o outro. Devo ressaltar que o resultado depende de quem lê. Eu, por exemplo, gostei muito de uma história e sinceramente detestei a outra. E vou explicar os motivos aqui.

Romance Temporário – Emma Darcy – Jéssica 2 Histórias 119
(Ruthless billionaire, forbidden baby – 2009 – Mills & Boon Modern Romance)
Personagens: Tamalyn Hayes e Fletcher Stanton

Tamalyn era uma das cinco madrinhas de Celine e a que ficou com a pior missão de todas: fazer par com o irmão da noiva, descrito pela própria como um arrogante insensível que nunca desce do pedestal. O problema é que o gênio da informática se encantou com a madrinha de cabelos negros, olhos violetas e vestido roxo, que ajudava a completar o arco-íris em torno da noiva. A atração foi mútua, mas o bom senso de Tam impediu que ela fizesse a bobagem de passar a noite com ele... O que foi resolvido no casamento no.2, de Kirsty com o irmão de um integrante da equipe de Fletcher que se convidou para o evento para ver a madrinha, desta vez à moda grega... E então os dois se renderam à paixão e as consequências dela. E ambos teriam mais três casamentos pela frente para apararem as arestas se quisessem ser um feliz casal a subir um dia ao altar.

Comentários:

- Fletcher Cristian Stanton, menino prodígio batizado com nome de personagem de Marlon Brando, um gênio da tecnologia de computação, que se entende melhor com números e máquinas que com gente. Ele não aprovava o casamento da irmã, a quem considerava muito nova para se “amarrar por toda a vida”, mas se encantou com a madrinha. E é do tipo “eu quero, eu consigo”. O problema era que Tamalyn jorrava bom senso e escapou dele na primeira tentativa, mas não da segunda... E deu no que deu, um relacionamento sendo construída de uma forma meio ”torta” porque na primeira foi tcham, na segunda foi tchum e na terceira, tcham tcham tcham tcham! E eu que tanto reclamei que lia sobre relacionamentos a jato com momentos abusivos e sem base para o famigerado “eu te amo” (e às vezes sem o “eu te amo”), gostei da história cons-truída entre os diferentes casamentos do “grupo das seis” (me lembrou em alguns momentos o filme “Vestida para Casar”). É bem interessante ver Fletcher saindo da concha onde se escondeu/foi escondido pelo rótulo de “prodígio” e o relacionamento deles saindo do temporário para o efetivo...

Filho Proibido – Jennie Lucas – Jéssica 2 Histórias 119
(The innocent dark seduction – 2009 – Mills & Boon Modern Romance)
Personagens: Condessa Amelia “Lia” Hawthorne Villani e Roark Navarre

Roarke Navarre queria um terreno e nada o impediria de conseguir. Imagina: uma interesseira recém-viúva não teria a menor chance – ele a seduziria de tal forma que sairia duplamente no lucro (aventura na cama e assinatura no contrato). Roark só não contava que Lia fosse resistir e rejeitá-lo. Ele a perseguiu até o refú-gio na Itália, só para descobrir que o que diziam (e ele pensava) a respeito dela não eram verdade. Para piorar o passado dos dois tinha um ponto em comum – mais uma conquista dele trouxe uma conseqüência trágica pra ela. Eles se separam, mas Roark não consegue esquecê-la e quer que Lia seja sua amante. Ela recusa e ele impõe um preço para ser livre: uma noite com ele. Para agravar, o segredo de Lia é desmascarado e só mesmo a força do amor para mantê-la viva no calvário que a espera e salvar os ambos de um destino triste...

Comentários.

ODIEI ESSE LIVRO.

Pronto, falei! Desafabei em três palavras o meu incômodo. Se não quiser saber, pare de ler aqui, deixe seu comentário e visite outros posts. Porque vou ter que escrever detalhes sobre um personagem sórdido e nojento, o motivo da minha vontade de, se fosse um livro à parte, nem o mandaria pro sebo, era pra fogueira.

* Quando Roark Navarre quer algo, ele não mede esforços nem as conseqüências para ter. Ele cismou que queria o terreno em Manhattan que era de Lia e por ela ser só uma mulher, obviamente, ela daria o que ele queria. (citação da página 167). – Machista.

* Por que Roark estava convicto do “sucesso”? Porque eu conheço seu tipo – Roark resmungou – Ela vendeu o corpo para se casar com o conde, não foi? Ele devia estar querendo partir do mundo com um gesto magnífico de caridade para compensar décadas de negócios implacáveis, mas agora que ele está morto, ela vai querer capitalizar. Pode até parecer bem intencionada, mas eu conheço uma pistoleira quando vejo uma... (citação da página 169) O monólogo termina quando Lia aparece no evento – e ele confessa que nunca a havia visto antes! – Preconceituoso.

* Ao perceber que Lia era linda (na avaliação dele: uma deusa) e desejada por todos os homens, ele decide: Ele fora à festa da condessa para convencê-la a lhe vender essa área. Então, de repente, pensou: se ela fosse receptiva à proposta generosa que ele ia fazer, talvez fosse igualmente receptiva à sugestão de incluir no negócio uma noite na cama, quem sabe? (...) Roark conquistaria aquela mulher que todos queriam. Além do terreno, é claro. (página 170) – Arrogante.

* Neste meio tempo, a autora explica por que o terreno era tão importante para Lia (que havia organizado o baile junto com o falecido marido): ela queria construir um parque em frente ao hospital onde a irmã morrera, por causa de câncer e esta área verde e colorida poderia dar esperança aos pequenos pacientes e ajudá-los a se recuperar. (página 171) – Altruísta.

* Logo após a chegada no baile, Roark a aborda: - Mas eu vim lhe dar o que você deseja.
- Ahn? – Lutando para controlar o calor que se espalhava por seu corpo, Lia empinou o queixo. – E o que exatamente você acha que eu quero?
- Dinheiro, condessa.
- Eu tenho dinheiro.
- Está gastando a maior parte da fortuna que seu marido lhe deixou nesta besteira de caridade. – Ele deu um sorriso sardônico. – É uma pena desperdiçar tanto dinheiro depois de trabalhar tanto para botar as mãos nele. (pagina 173) – Grosseiro.

* Ele compra por 1 milhão de dólares uma dança com ela, tenta seduzi-la e termina sozinho na pista, porque ela sai correndo e foge dele. Lia viaja de volta para a Itália, onde morava com o marido. Roark manda investigá-la e entra na casa sem ser convidado e eles fazem amor no jardim de rosas. Adivinha o que acontece? Ele descobre que ela era virgem. Praticamente a interroga para descobrir como uma mulher “como ela” ainda não tinha dormido com ninguém e é aí que a casa começa a cair... Lia comenta que se casou com o conde por gratidão porque ele a ajudou após a perda dos familiares. Ao descobrir o nome do pai dela (Alfred Hawthorne), Roark se lembra imediatamente: dez anos atrás, Roark adotou medidas agressivas para tomar as empresas dele. Meses depois, vagamente, ele soube que Alfred morreu, a filha adolescente tinha um tumor no cérebro e não resistiu e a mãe teve uma overdose de remédios para dormir. Da família dizimada, sobrara apenas uma pessoa, a filha mais velha de Alfred, Amélia. Atual Condessa Lia Valliani. Sabendo disso, Roark tira papéis de uma pasta que havia trazido... Ele “pede” que ela construa o parque em homenagem à irmã em Los Angeles, passe os direitos de venda do terreno para ele, que será generoso e pagará dez por cento a mais que o preço oferecido. Lia entende que esse era o motivo para ele invadir o baile, seduzi-la, tirar-lhe a virgindade: queria o terreno para construir cinco arranha-céus, o maior projeto dele, o legado dele para o mundo. E ela nem sabia o nome dele. Roarke tenta convencê-la a ler o contrato, dar uma olhada nos números antes de ter que revelar sua identidade, mas ela exige saber quem ele é e o empresário idiota e ganancioso se vê obrigado a falar seu nome. Sim, e eu estou ainda na página 209. Ainda tem muita história pela frente...

* Lia joga na cara dele que perdeu todos a quem amava por causa da ganância dele, que se defende dizendo que foi apenas uma questão de negócios, que o pai dela era um herdeiro incompetente, que não soube gerenciar o próprio patrimônio e que se não fosse ele, outro faria a mesma coisa. A ficha dela começa a cair (ela fica horrorizada ao entender com quem perdeu a virgindade. E ele responde: Muito obrigado. Eu gostei muito.) e ela diz que ele não vai construir prédios no parque de Olívia. Roarke insiste: Você está levando a coisa para o lado pessoal – ele disse, trincando o queixo – São negócios. Tudo bem se você não gosta de mim. Arranque de mim cada centavo que puder. Faça-me dobrar a oferta... E Lia comunica que era tarde, porque ela já havia feito a transferência de forma irrevogável para a fundação do parque. Desta forma, o terreno não seria mais de Roark (que demonstra não gostar da notícia: Ela viu algo entre a fúria e o pesar atravessar o rosto de Roark. Ela o magoara. Lia impedira que ele tivesse algo que queria demais, muito mesmo, que não quis sair por baixo na história: – Você me seduziu por causa de um bando de arranha-céus que jamais vai amar. E chama o meu pai de fracassado? Você o chama de bobo? Ele nos amou. Ele foi um homem melhor do que você jamais será na vida. (...)
- Eu já tive o seu corpo – ele disse, trincando os dentes.
- E como já é tarde demais para comprar o terreno, não temos mais nada a discutir. Nada que venha de você me interessa a ponto de eu gastar um segundo que seja da minha vida.
- Se você ficar grávida, me avise, certo? – ele disse friamente, os olhos negros parecendo gelo. Então pegou sua pasta, deu meia-volta e saiu pelo portão. (página 212)

* Tá bom pra você? Não. Então senta que lá vem mais! Como desgraça pouca, é bobagem, três semanas depois, Lia descobriu que estava grávida. Dezoito meses depois, Roark está atormentado pelas palavras e pela rejeição de Lia, além de não esquecer que ela o derrotara. Neste ponto, a autora tenta humanizar esta “pragatonista” (sim, praga + protagonista), dando pistas de que ele também enfrentara uma perda trágica (mas ainda não entra em detalhes). No casamento do melhor amigo e companheiro de trabalho com a funcionária , Roark decide que tentara, mas não esquecera a condessa. Resultado: Ele ainda a desejara. E mesmo que Lia o odiasse... Roark a teria. E foi atrás dela, que estava acompanhada, ainda se achou no direito de exigir a resposta se ela havia dormido com outros homens, a beijou, ambos foram flagrados pelo acompanhante dela num amasso dentro do armário de vassouras, que entra em choque, sem entender por que permite que ele mexa tanto come ela, ao que arrogantemente Roark responde: Porque você quer ser minha. (noooooooooojo)

* No dia seguinte, lá está ele, na porta da casa dela, o último lugar onde ela o queria ver (para impedir que ele descobrisse sobre a filha). Para retirá-lo dali, ela aceita tomar café e ele se convida para entrar no escritório (onde ela trabalhava ainda levantando fundos para a construção do parque), onde diz que fará uma doação de quanto falta para o projeto sair e sugere que gostaria de fazer uma visita guiada ao parque. Na verdade, ele quer convencê-la a largar tudo e ficar viajando pelo mundo, à disposição dele porque ele está cansado de tentar esquecê-la e como não pode ficar, ela precisa ir com ele. AFFE. Ela recusa, diz que não se tornará amante dele, mas ele não escuta e não entende: insiste que ele tem tudo, dinheiro e liberdade, mas ele quer ela e a terá. Fica insistindo que ela deveria largar tudo e ir com ele, para ambos viverem o sentimento até... Até cansarmos um dos outro. Até eu me fartar de você. Não importa o tempo que leve (...) Quem sabe? Pode ser para sempre. E em seguida, conta a triste história: a família dele morava no norte do Canadá, perdeu os pais e o irmão mais velho em um incêndio. A mãe o tirara da casa e voltara para tentar salvá-los e ele foi criado pelo avô esnobe que não o deixava criar raízes emocionais com ninguém, para que ele superasse a origem de classe baixa e se tornasse um homem forte. (bla bla bla) Então, Roark ainda insiste para que ela se torne amante dele (samba de uma nota só e chata, muito chata) e faz uma proposta: uma noite na cama dele e ele a deixa livre e nunca mais a procura. Roark acredita que pode seduzi-la de tal forma que ela entenderá que a vida dela é ser amante dele. Ela aceita a proposta, dorme com ele e cobra o cumprimento da promessa – partindo no dia seguinte, pensando que protegeu o segredo.
E ao mesmo tempo em que ela se arrepende, ele descobre a existência da filha.

* Pronto, até aí já estava muito irada com o cara (normal), doida pro livro acabar pra eu pegar outra história que realmente me acalmasse e não me irritasse ainda mais!!! Só que ele conseguiu se superar. Irritado por ela ter escondido a existência da filha (que as pessoas pensam ser do conde), ele entra na casa dela e pega o bebê, comunica que está de partida para o Havaí, que ele não confia nela e que, por ser uma mentirosa, ela irá acompanhá-lo e dormir com ele até ele não querer mais. Ela exige se casar com ele, porque não quer criar a filha num ambiente como ele exigiu. Ele aceita e ressalta “ser minha esposa foi sua escolha” e ele se esmera em colocá-la no lugar onde ela acha que merece: ele só a procurava na cama, não dava amor, só exigia sexo, a ignorava durante o dia e viajava de um canto para o outro, arrastando as duas e a babá, sem criar um lar nem deixá-las ter a sensação de um lar (o auge foi a viagem na véspera de Natal. Ok, eu sou um Grinch, não morro de amores pelo Natal, mas isso foi o fim da picada). Vários meses viajando pelo mundo depois, várias noites sendo tratada como alívio sexual, finalmente, a raiva ganhou da bondade, ela deu um ultimato nele: se ele quisesse um lar, poderia encontrá-la na Itália, porque ela cansou de ser magoada em nome da tentativa de salvar esse arremedo de casamento (palavras dela). Roark argumenta que ela pertence a ele, o que ela rebate que gostaria mesmo de pertencer, mas está cansada de ser torturada diariamente porque ela e a filha merecem coisa melhor. Lia faz as malas e vai embora com a filha e a babá.

* Roark se penitencia por cinco segundos (ah, me esqueci de dizer, em algum ponto deste calvário, Lia disse a ele que o pai tinha coração fraco, a irmã era uma doente terminal e a mãe era frágil, portanto Roark não tinha culpa da morte deles - o que é isso, Síndrome de Estocolmo?), tentando entender por que ele sente falta delas, em especial de Lia, que ele era realmente um covarde e decide recuperar a família... Quando ele chega no castelo, o andar dos cômodos onde Lia e a bebê estariam, estavam em chamas, ele correu e as encontrou seguras, no jardim. Ele a chama de meu amor na página 308, confessa o amor na página 309, eles se casam na 310 (e ela já está grávida de novo!) e o livro termina com os noivos passeando felizes no jardim de Olívia na página 311.

Moral da história: heroína abnegada e submissa consegue redimir herói arrogante, nojento, asqueroso, pérfido, idiota, mimado, depois de comer o pão que o capeta pratagonista amassou com vontade e dedicação! Não dá pra se divertir nem relaxar com um personagem assim... Se alguém gostou, talvez, então, o problema seja meu eterno mau-humor escorpiano agravado pelas idas e vindas da crise de enxaqueca.

Bacci!!!

Beta
Reações:

14 comentários :

  1. Oi Beta,

    Estou ainda aqui morrendo de rir de seu comentário...rsss
    Sabe que enquanto estava ligando o PC e abrindo a net agora pouco, estava arrumando meu quarto quando vi um livrinho no chão e resolvi pegá-lo, abri algumas páginas e relembrar a estória, porque já tinha lido ele.. adivinha qual livro era? Justamente esse!!! Coincidência hein?! rsss
    Pra falar a verdade, eu fui mais longe: detestei a primeira estória também. Essa do Roark então, nem se fala (e foi até um sacrilégio colocar o nome quase igual ao nosso TDB, amado, idolatrado, salve salve Roake da Nora Roberts...) foi a gota dágua... e deixar ele sofrer só meia página??? que é isso????
    Me arrependi amargamente de ter comprado esse livro... agora nem tenho coragem de passar pra frente...rssss
    Abraços pra você e continuo adorando o blog!!

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  2. Oi, Beta!

    Estou de volta! Gostei muito da primeira história: achei bem construída, plausível e mostra muito bem que a construção de um relacionamento não é feita só de sexo, amor e uma cabana: tem que ter muita força de vontade.

    Quanto a segunda, odiar é pouco. Não sei como cheguei ao fim do livro sem jogar ele na parede. Talvez em consideração a primeira história. Que gente! Incinerador já!

    Beijos,

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  3. Beta, quer dizer que em nenhum momento esse "substrato de m..." pediu perdão a ela por ter se comportado como um verme?
    E porque é que essas moças sempre se acovardam na hora que eles ameaçam tirar o filho delas? Será que não confiam na justiça? Era só chamar a imprensa e denunciar o comportamento de monstro deles (além da ameaça de sequestro, nesse caso).

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  4. Oi Beta!
    Já li os dois também, gostei muito da primeira história e odiei a segunda, até suporto alguns arrogantes (Diana Palmer), mas esse aí não deu para engolir não. E quer saber acho que nunca vou entender o tipo de amor que leva essas mulheres a perdoar esse tipo de comportamento, para mim na primeira pisada de bola a fila tinha andado. Sabe o que me irrita também? Quando as garotas falam que odeiam o cara, que nunca mais vão ficar com eles e quando eles voltam depois de 5 anos só deles olharem para elas elas já estão na cama deles, eu acho isso tão idiota, na vida real não acontece assim, pelo amor, ridiculo! Ninguém é tão irresistivel dessa maneira...pelo menos comigo não funciona!

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  5. Oi, Roberta! Li as sinopses e somente leria a primeira história, mas a segunda de forma alguma, li um livro dessa autora e não gostei então não leio mais nada dela, mas a Emma Darcy eu leria.

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  6. Esse cara parece um dos seres mais desprezíveis do mundo!!! Eu não leio este tipo de livro por mais de duas páginas. Fico muito, muito irritada.E não sei como tem alguém que escreve este tipo de história, realmente ;-p

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  7. Concordo totalmente com a Aris! Me irrita profundamente saber que pode ter alguém no mundo que concorde com isso e eu não sei como alguém se dá ao trabalho de escrever uma história com um cara tão, tão, tão... aff!!! Falta até adjetivo!

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  8. Gisa29

    Eu realmente gostei da primeira história, apesar do mocinho ser uma mala sem alça total. Pelo menos, ele criou juízo. No entanto, a segunda história me deixou quase no grau máximo de irritação com um livro, quando tenho vontade de jogá-lo numa fogueira e dançar em volta. Não sei como passa na cabeça de uma autora que um tipo daqueles pode fazer as leitoras suspirarem, só se for de raiva!
    Enfim, desabafei... LOL

    Bacci!!!

    Beta

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  9. Andrea

    Tivemos exatamente a mesma opinião sobre os dois livros. E acho que vou fazer campanha contra a segunda história para evitar que mais pessoas sofram o que nós sofremos... Nada como a solidariedade para melhorar o mundo!

    Bacci!!!

    Beta

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  10. Ciao, Renan!

    Não, não e não. Foi o de sempre, tortura por mais de cem páginas, pseudoarrependimento relâmpago, perdão a jato e eles foram felizes para sempre, deixando blogueira-leitora irritada para trás.

    Nenhuma delas ouviu falar de nada disso que você mencionou. Por isso, a gente ainda perde tempo com bobagens como estas. Pela Lei Maria da Penha, o idiota mofaria na cadeia por anos e anos...

    Bacci!!!

    Beta

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  11. Ciao, Li_Lopes!

    Sinceramente, estou perdendo a paciência até com os arrogantes da Diana Palmer. Eu vivo escrevendo nos posts de livros assim que há alguma coisa errada ou com as heroínas panguás ou com essa escorpiana irada porque eu teria mandado o mala mocinho catar coquinho pertinho do vulcão islandês.
    Enfim, vamos rezar pra que tenha histórias melhores a caminho pra relaxar - não, estressar - a gente!

    Bacci!!!

    Beta

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  12. Ciao, Ili,

    Este foi o meu primeiro livro desta autora. E pelo LdM, infelizmente não posso dizer que será o último. Mas espero que isso tenha sido um lapso e que eu encontre coisas melhores pela frente...

    Bacci!!!

    Beta

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  13. Aris e Belita,

    Se vocês são como eu, que odeio este tipo de história, então fazem bem em evitá-la. Tem tanta coisa melhor, aqui no LdM não faltam dicas de histórias melhores, bem construídas, cativantes e apaixonantes. Basta dar uma olhada que vocês encontram uns 10 que deixam esse livro morrendo de vergonha por existir... ^^

    Bacci!!!

    Beta

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  14. Beta,

    Sou a favor total do boicote à segunda história. É uma afronta a dignidade feminina uma criatura escrever uma história dessas! E olha que ela nem depende dele prá nada, nem se pode dizer que foi a necessidade ou a burrice que fizeram ela ter esse comportamento ridículo e não mandar aquele cara pastar!

    Mas não vamos comprometer a primeira história por isso, pois ela é bem legal.

    Beijo!

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