sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Estava mexendo na pasta de e-books, verificando se havia alguma arquivo problemático ou dobrado (sim, estou tentando colocar ordem no coreto) e esbarrei nesta história. Abri, li o resumo e quando me dei conta, estava empolgada na leitura (um milagre, porque geralmente não consigo ficar encarando o computador, concentrada na leitura por muito tempo). E me dei conta de que, já que li, melhor resumir enquanto ainda estava no clima da história...

Mais forte que o ódio – Lucy Gordon – Desejo Nova Cultural 40 *Digitalizalização do Projeto Revisoras*
(Uncaged – 1994 – Silhouette Books)
Personagens: Melissa Anderson e Daniel Keller

Um “detalhe técnico” permitira que Melissa Anderson fosse libertada, após cumprir três anos de prisão por um assassinato que não cometera. E o destino colocou em seu caminho o principal responsável pela sua condenação: o investigador Daniel Keller. Agora, mais calmo e longe da turbulência pessoal e profissional que vivia na época, ele reavaliou todo o caso e percebeu que havia, sim, uma chance de que Melissa fosse inocente... E o mínimo que ele poderia fazer era esclarecer o crime, desta vez, sem erros.

Comentários:

- Melissa tinha perdido tudo: a independência, o nome e o filho, Tommy. Passara três anos na cadeia, cum-prindo pena por um crime que não cometera. E suas chances de defesa foram anuladas pelo depoimento contundente do investigador que a cercou de todas as formas durante o processo, porque estava convenci-do pelas aparências e preconceito pessoal de que ela era a única pessoa com interesse em matar o dono do prédio onde morava, que a assediava descaradamente.

- Três anos depois, a imprensa descobriu um “detalhe técnico” que prejudicara o julgamento: a testemunha que poderia comprovar o álibi de Melissa. Na época, Daniel Keller não considerara este relatório – que sim-plesmente sumiu, guardado em uma pasta errada. O reaparecimento do relatório e a localização da testemunha abriram a possibilidade de que Melissa fosse inocente e, por isso, ela foi libertada, com um pedido de desculpas e a promessa de uma indenização, que nunca poderia compensar tudo o que ela sofrera. Por isso, a saída seria descobrir o verdadeiro culpado – só assim poderia recuperar a guarda do filho, de quem ela era mantida afastada pelo pai (que, junto com a avó, disse ao menino que Melissa o havia abandonado. Mas o garoto descobrira a verdade nos jornais e queria reencontrar a mãe.).

- E na jornada entre a suprema desconfiança, agravada pela culpa, pela dor da perda, pelo peso do passa-do e de más decisões que trouxeram conseqüências graves, os dois se aproximam e se tornam tábua de salvação um do outro para que a verdade viesse à tona. Não seria possível voltar no tempo, mas daria a ambos a liberdade para seguir em frente.

- Uma história de redenção, de drama, não é de leitura leve, mas te prende porque você passa a torcer para que a inocência de Melissa seja comprovada e ela recupere o filho, o que vai diminuir a culpa Daniel pela falha cometida no trabalho que resultou na condenação de uma inocente. É uma trama que comprova aque-la frase da Bíblia: “A verdade te libertará”.

Bacci!!!

Beta
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