domingo, novembro 13, 2005

Há alguns posts atrás, dediquei espaço pra extravasar a minha falta de paciência com um dos mocinhos de Lynne Graham: Alex Terzakis. Agora, venho ocupar o espaço com uma mocinha da mesma autora - essa sim, que lavou a minha alma!!!
Como já comentei em emails e em posts na comunidade Adoro Romances, do Orkut, eu gosto muito das histórias de Lynne Graham. Ela sempre escreve a mesma coisa... heróis que tudo sabem e bancam anjos vingadores que perseguem, humilham e pisam as mocinhas de todas as formas achando que estão fazendo justiça. Ok, várias autoras também escrevem sobre isso: Diana Palmer, Michelle Reid, Miranda Lee, entre elas. O problema para mim é que as mocinhas da Lynne Graham aceitavam a injustiça com um abnegação e perdoavam com uma rapidez digna de santificação - e que eu, escorpiana teimosa e convicta, não seria capaz...
Pois bem, esse livro foi a rendenção moral de todos os meus problemas com as heroínas "grahamnianas": Star Roussel morava no México com a mãe viúva, instável e pouco preocupada com ela. Até que foi resgatada pelo príncipe encantado, digo, Luc Sarrazin. O testamento do pai de Star pedia ao pai de Luc para cuidar dela. Ele não parecia muito disposto, por isso, o filho assumiu o encargo. Luc tirou Star do México e a levou para a Europa, onde ela ficou sob os cuidados de Emilie, uma amiga da família e sob a tutela de Roland Sarrazin, frio, insensível e altamente seco.
E alguns anos depois, aconteceu o óbvio: a devoção de Star por Luc ficou evidente. De tal forma que ao ver os dois juntos, a mãe dela faz um escândalo. E para evitar grande repercussão, Luc e Star se casam. Mas ele não queria uma esposa adolescente, escandaradamente apaixonada por ele. E ela tentou conquistá-lo. Até o impasse que fez com que ela fosse embora...
Dezoito meses depois eles se reencontram. Ela mora em um velho castelo (que está caindo aos pedaços) com Venus e Mars, os filhos gêmeos. Como a mãe de Star (sempre ela, sempre ela) roubou dinheiro de Emilie, Luc investiga até encontrar a ex-esposa de quem cobra satisfações. E como retaliação (pelos motivos óbvios para qualquer herói de Lynne que podem ser resumidos em orgulho ferido) exige uma última noite de amor como pagamento pela dívida contraída pela mãe dela. Desta forma eles desencadeiam uma série de circunstâncias que vão, aos poucos, esclarecendo o que aconteceu durante o tumultuado relacionamento deles...
Nada de novo pra quem já leu algum livro dessa autora. Onde está a diferença?
Star é a diferença. Ela enfrenta Luc, engole alguns sapos, mas, numa das cenas cruciais, ela simplesmente despejou tudo o que ele fez com ela, os motivos que a fizeram partir. E ele ficou sem resposta. Foi nessa cena que ela me ganhou.

Abaixo alguns trechos de Última noite de amor - Lynne Graham - Momentos Íntimos 79 (One night with his wife - 2000 - Silhouette)

"- Então esse é o jogo? Toda a vergonha que demonstrou há pouco é causada pelos dois bastardos que teve, mesmo sendo casada comigo?
As palavras ofensivas a atingiram como um soco.
- Bastardos? - sussurrou.
- A ilegimidade parece estar enraizada nos genes de sua família. Seus filhos... você... sua mãe... Três gerações que vieram ao mundo sem as convencionais bênçãos da igreja.
Compreendendo que Luc considerava os gêmeos filhos de outro homem, Star encarou-o com olhos cheios de dor.
- Não... Luc, eu...
- Vou pedir o divórcio por adultério e me negarei a pagar pensão.
(...)
Uma gargalhada escapou da garganta de Luc.
- Você parece chocada.
Era terrível. Agora ele tinha a desculpa perfeita para livrar-se dela. Mas... não as tivera antes, também? Não a amava. Não a desejava. Era jovem demais, sem a formação adequada, possuía relações embaraçosas, não era apropriada ao papel de esposa de um banqueiro internacional...
- Não devia ter se casado comigo (...) - Você não foi digno do meu amor. - ela o acusou - Agora posso compreender que nunca o mereceu.
Luc encarou-a como se ela houvesse cravado uma faca em suas costas.
- É inacessível - Star continuou - Vai se transformar em um homem miserável e infeliz como o seu pai. Você nem gosta de crianças, não é?"

"- Quer uma recompensa em dinheiro? - disparou com cinismo letal.
A resposta foi uma gargalhada amarga.
Pego de surpresa, Luc segurou-a pelos pulsos e puxou-a para perto.
- Acha que sua situação é engraçada? (...)
- Não. Triste, talvez. E sei que teria se sentido melhor se eu aceitasse seu maldito dinheiro.
- Bobagem!
- Neste caso poderia me acusar de ser gananciosa. Poderia fazer críticas e julgamentos, e assim permanecer no controle.
- Não estou descontrolado.
- Gosta de pagar pelas coisas. Não valoriza o que lhe é oferecido de graça.
- Desde que você e sua mãe entraram em minha vida, tudo passou a ter um preço!"

"- Devia ter me acordado mais cedo - ele apontou em tom neutro.
- Quer tomar café?
- Não, obrigado. Prefiro partir imediatamente. Está pronta?
(...)
- Acho que vou mesmo segui-lo como um bichinho de estimação? - explodiu - Não se iluda! superei o que sentia por você!
- Não temos tempo para uma cena - Luc murmurou com tom indiferente.
- Já pensou que talvez eu não esteja interessado em seus sentimentos?
(...)
Star encarou-o disposta a defender sua posição, por mais que ele a enfurecesse.
- Tivemos ótimos momentos na cama ontem à noite. Sei que foi apenas sexo. Mas também foi o meu jeito de dizer adeus. Recuso-me a ser tratada como uma mulher qualquer com quem pode passar uma noite. Se quer mesmo saber, estou muito satisfeita com a possibilidade do divórcio. Agora tenho alguém que se preocupa comigo, e finalmente serei livre para dedicar-me a esse relacionamento. Ele tem coração, imaginação... e sabe conversar.
Luc a congelou com os olhos.
- Já terminou.
Furiosa, tentou compreender por que havia se dado ao trabalho de tentar vencê-lo
- Vou buscar as cadeiras de segurança dos gêmeos.
- O quê? Pretende levá-los conosco?
- O que espera que eu faça com eles?"

"- Você parece uma cigana. Selvagem...
(...)
- Selvagem... mas não estou mais disponível. Não para você.
- Estou começando a sentir um certo cheiro de negociação no ar.
- O eterno banqueiro. (...)
- A situação mudou.
- É mesmo? Não acredito nisso. A verdade é que sempre quer aquilo que não considera conveniente aos seus objetivos, Luc. Deixe-me fora disso, está bem? O preço seria alto demais para você.
- Quanto?
- Seu problema é que não consegue pensar em custos e preço sem relacionar as palavras ao dinheiro. - Luc fugiria desesperado se soubesse que novas intimidades poderiam convencê-la a recusar o divórcio e persistir no casamento. - Além do mais, não sou alta, loura ou sofisticada. Sendo assim, não temos mais nada a discutir."

"- Quero que você saiba que cuidarei de você e dos gêmeos enquanto for necessário.
- Cuidará de mim? - (...) Depois da devastação emocional que se seguira à noite de prazer, agora havia uma urgência mais intensa e desesperada dentro dela. Desistira de Luc e agora ele recuava em sua decisão de deixá-la. Era maravilhoso.
- Naturellement... também providenciarei uma casa para você aqui na França.
(...)
- Aqui na França? - repetiu, ansiosa para encorajar novas revelações.
- Não seria ótimo? - Luc perguntou, beijando-a em seguida.
(...)
Disposta a demonstrar que Luc precisava ainda mais dela, Star deixou a mão deslizar por seu estômago e ouviu o gemido rouco.
- Espere... temos tempo de sobra para isso. Mais tarde. Antes quero ter certeza de que entende as condições do arranjo que pretendo propor.
Arranjo?
- Condições?
- Espero total fidelidade durante a duração do nosso acordo.
- Duração?
- É inevitável, Star. Esta atração vai acabar se esgotando. - Sentido a tensão que a tomava de assalto, Luc abraçou-a com força e encarou-a - Por outro lado, ela pode durar muito tempo. A outra condição que quero mencionar é a discrição. Terá de ser ainda mais discreta como minha amante do que foi como minha esposa. Emilie não deve saber de nada.
Star refletiu lentamente sobre o significado do que acabara de ouvir. E quando o cérebro voltou a funcionar com normalidade, compreendeu que a proposta prometia apenas dor e decepção."

"Quando viu a luz acesa sob a porta da biblioteca, Star já havia conseguido inflamar o próprio temperamento a ponto de temer uma explosão.
Luc estava parado ao lado da janela, segurando uma taça de conhaque. O peito e os pés estavam nus, e uma camisa aberta pendia solta sobre a cintura da calça de tecido cru. Vestido com roupas casuais e com a barba por fazer, era tão estranho à imagem com que se habituara que, por um momento, Star foi dominada pela surpresa.
- Volte para a cama - Luc sugeriu sem encará-la.
O tratamento frio alimentou a ira que a consumia.
- Por que está tão zangado, afinal? Não provoquei toda essa situação com Emilie.
- Estou zangado por coisas que aconteceram muito antes disso. Não havia situação alguma, até que você decidiu que estava apaixonada.
- Mas...
- Antes de casar com você, só enxergava a sua juventude e vulnerabilidade. Não imaginava que iria tão longe para conseguir o que queria. Devia ter esmagado as suas esperanças tolas na primeira vez que se aproximou de mim. Mas não quis feri-la, e você usou a minha bondade como arma.
(...)
- Muitos homens teriam aceito suas ofertas insistentes e diretas. É uma mulher atraente, sensual... E apesar de não ser indiferente aos seus encantos, preferi manter-me afastado.
- Luc, eu não sabia...
- Contrariei um desejo de meu pai quando promovi o reencontro entre você e sua mãe. E como fui recompensado? Um beijo e me vi casado! E como se não bastasse, você me perseguia o tempo todo.
- Por favor, não diga mais nada. Eu mudaria o passado se pudesse, mas isso é impossível. Fiquei obcecada por você e sinto muito... mas não pude evitar, nem me dei conta de que estava sendo egoísta.
- Esperou que eu sofresse uma concussão depois daquela batida com o carro. Então foi se deitar em minha cama enquanto eu dormia. Até que ponto uma mulher pode descer? (...) - E quando finalmente decidi anunciar que nenhuma mulher me envolveria com truques de natureza sexual, o que você fez?
- A única coisa que poderia fazer. Fui embora.
- Não foi tão simples. Você escreveu uma carta que não podia viver sem mim e desapareceu!
- E daí?
- E daí? Pensei que houvesse se matadado! Mandei drenar o fosso, enviei mergulhadores ao lago...
Ela o encarou como se estivesse diante de um lunático.
- Nunca pensou que eu poderia estar preocupado? Não foi capaz de dar um simples telefonema para dizer que estava bem! - Descontrolado, Luc arremessou o copo contra a lareira. O som do cristal se partindo ecoou pela biblioteca como um trovão.
Star olhou para os fragmentos com um misto de medo e choque.
- Eu não sabia... não pensei...
- Você nunca pensa em nada. Vive cada dia como se fosse o último. Não olha para trás ou para a frente, porque está sempre concentrada em si mesma, nos seus sentimentos e nas suas vontades. Poucas pessoas podem se dar ao luxo de viver assim.
Irresponsável, egoísta, imatura, covarde... Era como se não existissem qualidades para amenizar a interminável relação de pecados e defeitos. Sentia-se culpada. Afinal, aceitara a proposta de casamento de Luc sem sequer tentar convencer a mãe a desistir de todas aquelas ameaças absurdas. Durante o pouco tempo de casamento que passaram juntos após o casamento, recusara-se a aceitar a rejeição. Mas, aos olhos de Luc, seu maior pecado parecia ter sido o de desaparecer e não ter feito nenhum contato nos meses seguintes.
(...)
- Só mais uma coisa... - Luc apontou - Aquilo que disse sobre providenciar uma casa para você na França... Esqueça. Foi um impulso tolo pelo qual peço desculpas.
Era como ser esmagada pela rejeição final e definitiva. Depois de analisar os efeitos catastróficos de sua permanência na vida dele, Luc matara todo e qualquer desejo de dar continuidade ao relacionamento. E não podia culpá-lo por isso.
Em silêncio, virou-se e saiu da biblioteca.
Luc a viu partir com uma expressão distante, como se de repente houvesse se ausentado do mundo e tomou consciência de um estranho sentimento de culpa e pesar. Por que não se sentia aliviado? Conseguira fazê-la entender que toda e qualquer ligação entre eles era impossível. Não era isso que queria. Por que, se era duro com todos que o cercavam, tivera que usar a força de uma raiva contida ao longo de dezoito meses para tratá-la com a mesma dureza?
Esperava uma reação explosiva, Gritos, acusações histéricas... Mas ela simplesmente saíra em silêncio. Era estranho como uma experiência poderia ser insatisfatória.
Lá em cima, Star se atirou no sofá sem sequer mudar de roupa. A vida parecia estender-se diante dela como um deserto desolador. Luc a odiava e acusava de faltas horríveis. Então por que demorara tanto a explodir? Exausta, fechou os olhos e dormiu para não pensar"

"- Não vai ter que cozinhar, ou coisa parecida - Luc anunciou.
- Oh, eu sei. Não quer ser envenenado, não é?
Ignorando o comentário, ele contou que uma criada iria cuidar da casa todos os dias e também ficaria até mais tarde, caso quisessem sair juntos.
- E já que estamos conversando, quero aproveitar para me desculpar por...
- Esqueça - ela o interrompeu - Não perca o seu tempo. Estou farta de ser sempre criticada e acusada de todos os erros do mundo.
- Star, por favor! Quero que este seja um período especial para nós. Sei que quase estraguei tudo, mas você não costuma guardar rancor.
- É claro. Você pode dizer todas as ofensas que quiser e eu devo fingir que não escutei. Chega, Luc. Cansei de ser agredida e insultada.
- Se tem algo a dizer...
- Tem uma caneta?
Intrigado, ele tirou do bolso a cadeira de ouro. Star caminhou até a sala e apanhou o bloco de recados ao lado do telefone. Depois sentou-se no sofá e começou a escrever.
- O que está fazendo?
- Você é muito rápido quando discutimos. Quero ter certeza de que não vou esquecer nada do que tenho a dizer. Nem uma vírgula.
- Acho que vou dar um passeio na praia, e talvez na volta...
- Talvez na volta eu esteja mais calma? Esqueça. Muito bem, está pronto?
- Isto é mesmo necessário?
- Sim, a menos que queira acabar com o nosso casamento de uma vez por todas. Primeiro ponto. Não gosto de ser tratada como criança. Sou uma mulher adulta, mãe de dois filhos e não vou aceitar mais essa sua atitude paternal.
- Certo... - Luc respondeu com um brilho divertido nos olhos.
- Segundo ponto. No inverno em que eu me apaixonei por você, fui encorajada por sua atitude. Se houvesse me rejeitado, eu teria compreendido que não havia a menor possibilidade para nós. Mas acho que ficava excitado por saber que era amado.
O brilho desapareceu.
- Ora, eu...
- Ainda não acabei. E quando acabar, irei para a cama sozinha, enquanto você ficará pensando em tudo que vai ouvir. Durante todo aquele inverno, você emitiu sinais ambíguos, antes e depois de nos casarmos. Podia ter destruído minhas esperanças quando eu me confessei que o amava, mas permitiu que eu continuasse seguindo seus passos como um cãozinho de estimação.
- Eu não queria magoá-la.
- Pare com isso, Luc. Você nunca foi um homem tolerante ou paciente, e eu invadia seu espaço a cada pequena oportunidade que encontrava. Há uma semana, acusou-me de envolvê-lo em situações que você não queria, como se fosse uma personalidade fraca, um ser indefeso nas mãos de uma adolescente. Luc Sarrazin, presidente do Banco Sarrazin, o homem conhecido por ser frio e implacável, invencível e dominador.
- Sentia-me culpado. Por minha causa, você havia acabado na casa de uma desconhecida e freqüentando um colégio interno. Esperava que meus pais tivessem a compaixão necessárias para permitir que ficasse conosco no Chateau Fontaine, mas logo descobri que essa havia sido uma esperança tola.
- O que mais podia ter feito por mim? Não foi sua culpa.
- Podia ter tentado ajudar sem afastá-la de sua mãe. Mas preferi julgá-la com severidade uma hora depois de tê-la conhecido.
- Devia ter ido visitá-la...
- Se fui motivo de tanta culpa, fico feliz por você ter permanecido afastado.
- O que mais tem a dizer?
- Pretendia perguntar por que se casou comigo, se podia ter explicado toda aquela confusão a minha mãe e encerrado a história, mas já obtive a resposta. Culpa. A culpa sempre esteve no fundo de tudo o que fez. Passado, presente... e futuro.
- O que está tentando dizer?
- Não quero ficar gravada em sua memória como aquela pobre criança carente que pensava estar salvando da miséria no México. E óbvio que nunca serei nada além disso, Não posso mais viver a seu lado depois do que acabei de ouvir...
- Você não entendeu...
- Eu entendi. Pedi a verdade, e você atendeu ao meu pedido. Não fosse pelo sexo, você já teria me decretado completamente inútil. O único lugar onde tenho algo a oferecer é na cama.
Luc segurou-a pelos ombros e obrigou-a a ficar em pé.
- Isso é loucura! - explodiu - Por que está dizendo todas essas coisas?
Star mantinha os olhos fixos no botão da camisa de seda cujo colarinho ele abrira. Sentia-se morrendo por dentro.
- Nunca sentiu ciúme de Rory. Mais uma vez deixei-me enganar por minha imaginação fértil. Mas foi a última. De agora em diante, pode pegar sua consciência pesada, seus olhares piedosos e sua inteligência admirável e desaparecer, porque não quero mais nada com você.
Luc parecia paralisado. Star aproveitou o momento de choque para fugir e ir buscar refúgio em um dos dormitórios.
Crise. Uma crise muito séria. Por alguns instantes Luc teve a impressão de ver a palavra estampada em letras brilhantes diante de seus olhos, mas não conseguia racionacinar além dela. Sabia que magoara Star de uma maneira profunda e irreversível.
E planejara a viagem disposto a reconquistá-la. A verdade era que não sabia nem por onde começar. Tinha de admitir o fracasso. Ainda podia ver o rosto dela, pálido, cansado e triste, como se houvesse desistido dele para sempre. Reconhecendo os primeiros sinais do medo, aproximou-se do bar e parou antes de alcançá-lo. Só um fraco precisava do álcool para solucionar os seus problemas... e o recurso não havia sido exatamente um sucesso na última vez em que o utilizara."

Bem, vou me controlar e não vou contar o final, mas posso garantir que esse mocinho da Lynne Graham teve que pensar numa forma inteligente de resolver o problema...

Aguardo comentários!

Bacci!!!

Beta
Reações:

4 comentários :

  1. Bem, até que fim uma mocinha com atitude. Fico chocada toda vez que leio os livros da Lynne, mas por algum motivo não consigo ficar muito tempo sem ler um livro dela. As mocinhas costumam sempre deixar que os mocinhos-vilão façam e digam o que bem entendem e é nesse momento que tenho vontade de matar a ambos por se merecerem tanto. Por mais que tente não consigo entender porque as mocinhas são sempre tão idiotas... Mas pretendo ler esse livro da mocinha diferente e mudar minha opinião sobre elas.
    Bjs!
    Agradeço por suas constantes postagens. Através delas fico conhecendo maravilhosos livros.

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  2. Tem outros livros da Lynne com mocinhas "com atitude"

    A Amante Comprada
    amante e esposa
    Lembranças de Uma paixão
    A amante do grego

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  3. Não há nada melhor do que mocinhas com atitude \o/
    Sério, detesto aquelas moscas mortas que não fazem nada >.<

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  4. Gente eu to desesperada pra encontrar um livro onde o mocinho engravida a mocinha e anos depois ele reencontra ela,mas dessa vez ele não pode vir com ameaças porque ela também é milionária, se tiver envia pro meu e-mail isabel17357@gmail.com, eu queria muito um livro assim, to cansada de so ter mocinho ricos e mocinhas pobres que não tem dinheiro pra nada

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