sábado, dezembro 15, 2018

Ciao!



E chega ao fim mais uma série da Nora Roberts. No geral, gostei dos personagens, mas já estava acostumada com a dinâmica base dos acontecimentos, que são semelhantes ao de outras séries, inclusive da própria autora.
Mas é Nora, né? Eu leio até bula de remédio se ela escrever!
Ainda mais quando começa citando um dos meus livros favoritos!

Ilha de Vidro – Nora Roberts – Arqueiro (Os Guardiões 3)
(Island of Glass - 2016)
Personagens: Riley Gwin e Doyle McCleary

Os Guardiões estão na Irlanda, atrás da Estrela de Gelo, última parada da jornada para localizar a Estrela de Gelo e devolvê-la à segurança da Ilha de Vidro. Enquanto se recuperam da última batalha, correm contra o tempo para cumprir as missões antes que Nerezza tente interferir. Cercado pela urgência da situação e pelos amigos apaixonados, Riley e Doyle começam a se sentir atraído um pelo outro, mas será que conseguirão manter até o fim a promessa de não se comprometerem?

Comentários:

- Depois de lutas contra Nerezza e vitórias parciais localizando as Estrelas de Fogo e Água em Corfu e Capri, a Irlanda é a terceira parada dos Guardiões. Pelo que descobriram, tanto a Estrela de Gelo quanto o caminho para a Ilha de Vidro estariam na região da costa selvagem de Clare, onde Bran construiu uma casa e Doyle viveu séculos atrás, quando ainda era mortal.

- O grupo se divide em suas habilidades para não só encontrar o que buscam como se prepararem para a batalha final contra Nerezza, que certamente se recuperaria e viria disposta a tudo contra eles. Treinos físicos, buscas em cavernas, aquisição de materiais necessários, preparação de feitiços de proteção. E também pesquisas e mais pesquisas – o que aproximou os últimos solteiros do grupo: Riley buscava padrão e simbolismo nos inúmeros livros da biblioteca de Bran e como estavam escritos em língua antiga, precisava do apoio de Doyle para traduzir.

- Pode ser o clima de amor em meio à guerra – visto que Bran e Sasha se acertaram e que o amor à primeira vista de Sawyer por Annika foi correspondido –, ficou meio óbvio que surgiria algo entre os dois personagens acostumados a se virarem sozinhos. Riley era uma licantropa, portanto, estava acostumada a confiar em poucas pessoas e a não se prender a ninguém. Doyle era imortal e decidiu não se envolver com outros, porque acabaria sozinho. Ambos acostumados a fazerem como querem, a mandarem, inteligentes, valentes e, sim, bem teimosos. Uma disputa de personalidades fortes.

- Confesso que compreendo os sentimentos de Doyle, mas houve momentos em que o achei tão “disco arranhado” que fiquei com pena de ele ser o parceiro da Riley. A arqueóloga e pesquisadora do grupo tem um tipo de personagem sobre o qual me agrada ler: um tipo de mulher forte, determinada, corajosa, independente e que tem momentos de ternura. Um pouco distante do perfil das próprias amigas de grupo. Nem toda menina é 100% fofinha e cor de rosa. Riley representa este grupo. E de certa forma, me identifico com ela por isso.

- Gostei da série, achei que fluiu melhor que Os Primos O’Dwyer, com a qual tive muitas dificuldades. Muito pelos personagens principais que são diversificados (e tenho especial xodó por Sawyer e Annika como casal e por Riley, pelo que acabei de contar) e encontram laços ao longo da jornada. Haverá momentos perigosos, tensos, frustrantes porque o complexo pode ser resolvido de forma simples (porque sabe como é, o que a gente sempre procura está debaixo do nosso nariz). E o final que eles pensam alcançar pode não ser o necessário. Na hora do “tudo ou nada”, todos vão revelar o seu verdadeiro potencial para a coragem e o sacrifício para salvar este e outros mundos.

Trilogia Os Guardiões
Estrelas da Sorte – Stars of Fortune
 – Sasha Riggs e Bran Killian
Baía dos Suspiros – Bay of Sighs – Annika Waters e Sawyer King
Ilha de Vidro – Island of Glass – Riley Gwin e Doyle McCleary


Bacci!!!

Beta
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