segunda-feira, junho 13, 2016

Ciao!!!


Quem já acompanha o Literatura de Mulherzinha já sabe isso que vou escrever em seguida, mas caso você seja um(a) visitante de primeira viagem – bem-vindo (a) – fique sabendo que os livros da Marina Carvalho sempre terão lugar aqui em casa.

Tudo começou quando #MadreHooligan achou Simplesmente Ana na livraria. Desde então, já vieram De Repente, Ana; uma entrevista; Azul da Cor do Mar; outra entrevista; Elena, a filha da princesa e mais cedo hoje O amor nos tempos do ouro.

Ou seja, ninguém vai se surpreender quando souber que rolou dancinha da vitória quando soube que a Marina viria para a 1ª Bienal de Juiz de Fora, né?

E a Marina Carvalho encerra a série das “3 perguntas” para as autoras que estarão em minha cidade a partir de amanhã!

1 – Será a sua segunda visita à cidade para falar com o público. Qual sua expectativa para a participação na Bienal de Juiz de Fora?

Sim, para apresentar meu trabalho ao público da cidade é minha segunda vez em Juiz de Fora. Minhas expectativas são altas. Estou confiante num público alto, principalmente por conta das escolas visitantes, e muito animada com a possibilidade de dialogar com leitores que amam os livros e o tipo de literatura que escrevo.

2 – Você lançou recentemente "O amor nos tempos do ouro", sua estreia em romance histórico com a história do Brasil de pano de fundo. Acompanhei o que você publicava sobre a evolução do projeto. Agora que ele está nas mãos dos leitores, o que você já recebeu de retorno deles nos eventos e nas suas redes sociais?

Tem sido maravilhoso o retorno dos leitores. Arrisquei ao sair da minha zona de conforto, ou seja, os textos contemporâneos centrados em romances. Embarcar num enredo histórico me trouxe muitos desafios e um medo enorme de não conseguir tocar o público. Mas a cada resenha publicada, cada mensagem recebida, vejo que consegui cumprir meu objetivo. Tenho vivido um verdadeiro sonho desde que "O amor nos tempos do ouro" chegou às livrarias. E isso serviu para me mostrar que escrever sobre nosso passado é tudo o que quero fazer por muito tempo ainda.

3 – Por favor, deixe uma mensagem para os seus fãs de Juiz de Fora e região e todos que pretendem visitar a Bienal.

A todos os leitores de Juiz de Fora e região, moradores da Zona da Mata Mineira, de onde também sou, desejo que aproveitem bastante a oportunidade de terem uma bienal pertinho de vocês. Espero encontrá-los animados dia 16 e cheios de perguntas. Até lá!

Na agenda da Bienal: Marina estará ao lado da Graciela Mayrink em bate-papo no dia 16, a partir das 16h, no Auditório. Nenhuma surpresa no fato de que estarei lá, né?

Bacci!!!


Beta
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Um comentário :

  1. História de Brasil tem episódios terríveis e tristes, mas tem episódios muito lindos e muito valentes também. Eu tenho minhas passagens preferidas, com um herói brasileiro (mineiro) de quem eu teria gostado de ser descendente ! Eu nunca li um romance desta autora, mas eu teria apreciado ouvir sua palestra, além de que eu senti muita simpatia pelo seu romance mais recente, de postagem anterior deste blogg.

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