quinta-feira, junho 09, 2016

Ciao!!!



Aproveitando a semana para esquentar baterias para a 1ª Bienal do Livro de Juiz de Fora, consegui contato com algumas autoras que estarão no evento e mandei três perguntas.

A Graciela Mayrink escreveu três livros: Até eu te encontrar, A namorada do meu amigo e Quando o vento sumiu. Quem achou o livro dela foi #MadreHooligan (que tem faro para autora nacional #fatão). A partir disso, renderam três resenhas para o Literatura de Mulherzinha, tietagem descarada, gesto de carinho no #LdM10 e #LdM11 e muita oração para que um dia a gente se conhecesse.

Como eu já estava resignada em não poder viajar para Bienais tão cedo (sabe a tal da vida adulta? Então, ela tem compromissos financeiros dos quais a gente não consegue fugir ou adiar. E por isso somos obrigadas a fazer escolhas responsáveis), não é que a Bienal veio atrás de mim?

Enquanto Bienal de Juiz de Fora não chega para o tão esperado encontro, vejam as respostas da Graciela para as 3 perguntas do LdM.

1 – Para evento sei que é a sua primeira vez em Juiz de Fora, mas você já visitou a cidade antes? Qual sua expectativa para a participação na Bienal?

Sim, já estive na cidade algumas vezes passeando e várias passando, a caminho de Viçosa, onde morei durante 6 anos, ou Ponte Nova, cidade dos meus pais. Estou muito animada para a feira, há tempos tenho vontade de fazer um evento em Juiz de Fora, mas nunca deu certo. Agora estou muito empolgada e ansiosa para saber se há algum leitor meu na cidade (risos). Eu amo fazer eventos em Minas, é a minha segunda casa, sempre volto com o coração cheio de carinho das pessoas, então estou praticamente contando os dias para chegar a Bienal.

2 – Seu mais recente trabalho foi "Quando o vento sumiu". Como é poder saber a reação dos leitores e leitoras e falar sobre ele neste tipo de evento?

É muito gratificante, é um retorno do meu trabalho. Eu fico meses escrevendo uma história, depois mais um tempo revisando junto com a editora até deixá-la em um formato bom para chegar ao público. Escrever é um trabalho muito solitário e é difícil saber como os leitores receberão cada história que criamos, então quando há a chance de estar junto deles e ouvir e sentir o quanto um livro mexeu com alguém que o leu é a retribuição por todo o tempo em que me dediquei a tentar tornar uma história boa. Espero que os leitores de Juiz de Fora e região tenham muito a dizer sobre o livro e sobre o fato de eu ter dado dois finais a ele.

3 – Por favor, deixe uma mensagem para os seus fãs de Juiz de Fora e região e todos que pretendem visitar a Bienal.

Olá, galera fofa de JF, espero encontrar vocês no dia 16 para conversarmos muito sobre literatura. Tenho um carinho grande por Minas e estou muito empolgada para encontrar os leitores da região e saber o que vocês têm a dizer sobre meus livros. Um beijo a todos!

A Graciela estará em Juiz de Fora na quinta-feira, 16 de junho, para 2h de bate-papo literário junto com a Marina Carvalho, a partir das 16h no Auditório. Esta blogueira-cheerleader também estará lá para contar o que rolou, conseguir autógrafos e fotos! E finalmente poder tietar pessoalmente!

Bacci!!!

Beta

ps.: #MadreHooligan ainda não confirmou se vai comigo. Eu chamei. Afinal de contas, preciso comer.
Reações:

Um comentário :

  1. Eu nunca li trabalhos desta autora, mas eu teria apreciado ouvi-la em uma palestra de auditório. Principalmente para ouvir suas experiências em uma turnê de apresentação de seu trabalho pelo país pois eu gostaria de aprender e entender como uma turnê com este fim funcionaria. Eu poderia imaginar muito bem toda ansiedade e nervosismo de uma autora antes de subir ao palco para uma palestra diante de uma legião de fãs.

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