sábado, abril 12, 2014

Ciao!!!



Sabe como é, Abril Imperdível 2014 tem razões de sobra para justificar o nome! Além da maravilhosa entrevista da Sarah Morgan, divulgada pela Harlequin Brasil, sobre a série “Os Corretti da Sicília” e da entrevista exclusiva da Alexandra Sellers (publicada em duas etapas: parte 1 e parte 2), óia a jornalista atacando de novo na área da blogueira! E agora com autora de romances históricos (que são os “divos” do ano no Literatura de Mulherzinha), Blythe Gifford. Após ler o mais recente lançamento dela pela Harlequin Brasil, Lições de Sedução, entrei em contato e pedi a entrevista para publicar no mês de aniversário do blog. Ela foi muito gentil e aceitou o convite, respondeu às minhas perguntas e agora, espero que vocês aproveitem e se divirtam.

Mantive o formato de traduzir a pergunta, deixar a resposta original em Inglês, seguida de uma tradução livre feita por mim (se acharem erros, por favor, me avisem!!!). As referências aos livros estão numeradas e virão no PS.

- O que te inspira a escrever?
History inspires me.  So many times I will read of some historical event and immediately start wondering how it would affect someone actually living through it.  Before I know it, I have the kernel of a new story idea.  That was how “The Harlot’s Daughter,” which you know as “Novia da Traicao,” was born.  Alice Perrers was the notorious mistress of Edward III of England.  On his death, she was thrown out of the court and I wondered, what about her children?  What would life be like for them?  So this book started with that idea – what happened to her daughter?  (Eventually, also to her other daughter, Jane of “Licoes de Seducao.”) 
História me inspira. Tantas vezes, eu leio algo sobre um evento histórico e imediatamente penso como isso afetaria alguém que vivia na época. Antes de eu perceber, tenho a semente de uma nova ideia de livro. Foi assim que “THE HARLOT’S DAUGHTER”, que vocês conhecem como NOIVA DA TRAIÇÃO” (1) , nasceu. Alice Perrers era a famosa amante de Eduardo III, da Inglaterra. Quando ele morreu, ela foi expulsa da corte e eu fiquei imaginando, o que aconteceu com as crianças dela? Como foi a vida delas? Então este livro começou com essa ideia – o que aconteceu com a filha dela? (Eventualmente, também com a outra filha dela, Jane, de “LIÇÕES DE SEDUÇÃO” (2)).



- Por que você prefere romances históricos?
Because I don’t get any contemporary ideas!  Said with a smile, but very true.  I do love history (see above!) but I also think being ‘one step removed’ makes it possible to write about today’s issues in a genuine, but less threatening way. Jane’s story is a “woman in a man’s world” story.  Many women work in men’s fields today and must, in some senses, be in disguise in order to fit in.  Not in so drastic a way as Jane was, of course, yet some of her struggles remain relevant.  If I wrote of the contemporary world, it would seem like a diatribe.  But we can read about medieval men and chuckle and think how far we have come from those times.  Or, on the other hand, how close we still are to them! 
Porque eu não tenho nenhuma ideia contemporânea! Digo isso com um sorriso, mas é de verdade. Eu amo História (veja a resposta acima!), mas também acho que ser “um passo removido” torna possível escrever sobre assuntos autais de uma forma genuína, mas menos ameaçadora. A estória de Jane é “a estória de mulher em um mundo de homens”. Muitas mulheres trabalham em campos masculinos e precisam, de alguma forma, de estar disfarçadas para poderem pertencer ao lugar. Não de uma forma tão drástica como foi a de Jane, claro, embora ainda algumas das lutas dela permanecem relevantes. Se eu fosse escrever no mundo contemporâneo, pareceria arcaico. Mas nós podemos ler sobre homens medievais e pensar o quanto longe já estamos daqueles tempos. Ou, por outro lado, como ainda estamos perto deles!


- O que é necessário para escrever um romance histórico?
Well, each writer approaches historical romance in her own way, so I can only answer for myself.  I think it is necessary to first, try to understand how people in your time period saw the world.  This becomes more challenging the farther back in time you go.  In the medieval time period in Europe, for example, all of life revolved around the Christian religion and the church.  Even the king had to bow to the Pope’s will.  In a world in which we take science and individual rights as part of our world view, it can be difficult to convey this mindset and still have the reader be able to relate to your characters.  Yet if you have a contemporary mindset in an historical character, it will read, essentially, like a “time travel” book and not believable.  Second, I think you do have to enjoy research and history.  Yes, contemporary romance can require research into a world you do not know, but even the most basic “how do they do that?” questions pop up for a writer of historical romance.  Finally, I think you need to understand what your reader expects of the historical romance – and deliver that! I am free to create some very dramatic scenes in my books.  And I hope the readers enjoy them.
Bem, cada autora aborda romance histórico de uma maneira própria, então só posso responder por mim mesma. Acho que é necessário em primeiro lugar, tentar entender como as pessoas viam o mundo no período em que viviam. Isso se torna mais desafiador quanto mais longe você volta no tempo. No período medieval na Europa, por exemplo, toda a vida girava ao redor do Cristianismo e da Igreja. Mesmo o rei tinha que se curvar à vontade do Papa. Em um mundo onde nos toemos a ciência e os direitos individuais como parte do modo de ver o mundo, pode ser difícil  ajustar a mentalidade e ainda fazer o leitor se relacionar com os seus personagens. No entanto, se você tem mentalidade contemporânea em um personagem histórico, ele será lido, essencialmente como um livro de “viagem no tempo” e não crível. Depois, eu acho que você tem que gostar de pesquisar e de História. Sim, romances contemporâneos também exigem pesquisa em um mundo que você não conhece, mas mesmo a mais básica “como eles faziam isso?” questão surge na cabeça de ume escritor de romance histórico. Finalmente, eu acho que você precisa entender o que o seu leitor espera de um romance histórico – e entregar isso! Eu me sinto livre para criar cenas muito dramáticas nos meus livros. E eu espero que os leitores gostem delas.

- Como você decide sobre a fidelidade aos fatos ou usá-los como pano de fundo para a ficção? É uma escolha difícil de ser feita?
It is a constant balancing act.  I’ll give you a couple of examples.  In real life, Solay and Jane had an older brother who died before the start of Solay’s book.  Because he was already gone and had no part in the story, I chose to ignore his existence.  For the Brunson Clan trilogy, I took liberties with the identities and some of the history of that time on the Borders, partly to simplify things for the reader and partly to serve the story.  I am, after all, writing fiction, not history.  That means that facts that aren’t germane to the story must often be left behind, but I do try to remain true to the spirit of the times.  While much of what happens in the Brunson Clan stories comes from my imagination, I like to think that it is true to the time and place, if not to the facts.  Secretly, I hope that my readers may be curious enough after they read my books that they will dig a little into the real history.  When they do, and they discover the facts versus what I put in the story, I never want them to feel as if I cheated by swerving too far from the truth.    
É um ato constante de equilíbrio. Darei alguns exemplos. Na vida real, Solay e Jane (3) tinham um irmão mais velho que morreu antes do início do livro do Solay (1). Como ele já era morto e não participava na história, escolhi ignorar a existência dele. Na trilogia do Clã Brunson (4), tomei algumas liberdades com as identidades e parte da história da época nas Fronteiras, em parte para simplificar coisas para o leitor e em parte para servir à estória. Eu estou, afinal de contas, escrevendo ficção e não história. Isso significa que fatos que não são pertinentes para a história devem ser frequentemente deixados de lado, mas eu tento permanecer fiel ao espírito da época. Embora muito do que acontece nas histórias do Clã Brunson vem da minha imaginação, gosto de pensar que é verdade ao tempo e lugar, se não aos fatos. Secretamente, espero que meus leitores sejam curiosos o bastante depois de ler meus livros para pesquisar um pouco a história real. Quando eles fizerem, e eles descobrirem os fatos versus o que eu coloquei na história, eu nunca quero que eles se sintam como se eu os tivesse enganado desviando demais da verdade.

- Atualmente o mundo tem uma “febre britânica”, todas as garotas desejando atores como Henry Cavill, Benedict Cumberbatch ou Tom Hiddleston. Algo que todos os atores que interpretaram James Bond ou o Colin Firth mantiveram vivos em nossa mente. Como você escreve romances históricos que se passam nesses países, posso perguntar o que os britânicos têm que os tornam irresistíveis para a gente?
That is an interesting question to answer for Brazilian fans, since in the U.S., I would first say the English accent!  But I doubt you hear the British vs. the American accent, true?  I do think part of the draw of British settings (and British men) is the continuation of royalty and nobility in that country.  That makes us think a Cinderella story is still possible, right?  One of those men with the charming accent might be a duke in disguise.  After all, the prince just married a commoner, didn’t he? 
Esta é uma pergunta interessante para responder para as fãs brasileiras, porque se fosse nos Estados Unidos, eu diria primeiro que é o sotaque inglês! Mas eu não sei se vocês percebem a diferença entre os sotaques britânico e americano, verdade? Eu penso que parte da fascinação pelos modo britânico (e pelos homens britânicos) é a continuidade da realeza e da nobreza na região. Isso nos faz pensar que a história da Cinderela ainda é possível, certo?  Um destes homens com aquele sotaque charmoso pode ser um duque disfarçado. Afinal de contas, o príncipe se casou com uma plebeia, não foi?  

- Há uma pessoa real (histórica ou não) que você gostaria de usar como personagem? Por quê?
Well, I have used many real historical characters in my books, including kings and queens of England and Scotland.  However, there is one character I have not yet used, though I would love to someday.  There is a book called “Katherine,” by Anya Seton, which is a fictionalized version of the story of Katherine Swinford.  She and John of Gaunt, one of the sons of Edward III, had a lifelong love affair.  Eventually, they married, their bastard children were legitimized, and their descendants sat on the throne of England.  This book inspired my passion for English history, particularly of the royal family (bastards and all) and in a sense, led me to write the kind of books I do.  While several of my books have taken place in Katherine’s world, and she must have been just off-stage for the action, I haven’t been able to come up with a way to use her in a story that is both true to the story and to her.  Maybe one of these days, I will!
Bem, eu usei muitos personagens históricos nos meus livros, incluindo reis e rainhas da Inglaterra e da Escócia. No entanto, há uma personagem que ainda não usei e, algum dia, eu adoraria. Há um livro chamado “Katherine”, da Anya Seton (5) que é uma versão ficcional da história de Katherine Swinford. Ela e John de Gaunt, um dos filhos de Eduardo III, tiveram um longo caso de amor. Eventualmente, eles se casaram, os filhos bastardos se tornaram legítimos e os descendentes subiram ao trono da Inglaterra. Este livro inspirou a minha paixão pela história inglesa, particularmente da família real (incluindo os filhos bastardos) e de um jeito que me levou a escrever o tipo de livro que escrevo. Apesar de muitos dos meus livros acontecerem no mundo de Katherine, e ela deve ter estado fora do campo de ação, eu ainda não fui capaz de encontrar um jeito de usá-la na história que seja verdadeiro à estória e à ela . Talvez algum dia, eu consiga!

- Preciso dizer, me apaixonei pela capa do seu lançamento mais recente (lá fora): “SECRETS AT COURT” (6). Tive a impressão de que era uma personagem feminina forte. Por favor, você poderia falar algo sobre a história e sobre a série Royal Wedding (da qual faz parte)?
A change from the usual man and woman together, isn’t it?  Yes, Anne, the heroine of “Secrets at Court” is a very strong woman.  Let me tell you first about the Royal Weddings series.  When Prince William and Kate Middleton married, the Harlequin Historical line released a series of short stories that looked back at British royal weddings of the past.  I was invited to participate, but had too many deadlines on my plate at the time.  I loved the idea, though, and I envisioned a full-length book using the premise.  I did consider a wide range of possibilities, including weddings of Queen Victoria’s many children, but the medieval court of Edward III is feels like family to me.  Unlike most royals, his two oldest children married for love, so that seemed to be a natural fit.
“Secrets at Court” is set around the wedding of the oldest son of Edward III, also an Edward.  History knows him as the Black Prince.  (As an aside, he was the first Prince of Wales.)  His chosen bride, Joan, the Fair Maid of Kent, had a bit of a scandalous past and they, in essence, “eloped” and married without the church’s consent.  My hero, Nicholas, is charged with untangling the mess they made and getting the Pope’s dispensation for their marriage.  My heroine, Anne, who has been with Joan all her life, is the keeper of her lady’s secrets.  Secrets that, if Nicholas discovers them, could destroy the throne of England.  Here, I have tried to stay close to the facts about the real marriage, as I was able to determine them.  My interpretation of the facts is my own, however.  And the motives and conflict of my hero and heroine are tied closely to this interpretation.
I’m now working on the next book “Whispers at Court,” which is set a few years later and centers on the romance between the king’s daughter, Isabella, and a French hostage at the English court. 
Uma mudança em relação ao usual “homem e mulher juntos”, não é? Sim, Anne, a heroína de “SECRETS AT COURT” (6) é uma mulher muito forte. Primeiro, vou te contar sobre a série Royal Weddings. Quando o Príncipe William e a Kate Middleton se casaram, a série Harlequin Históricos lançou uma série de contos sobre os casamentos reais britânicos no passado. Fui convidada para participar, mas tinha muitos prazos para cumprir na época. No entant, amei a ideia e imaginei um livro completo usando a premissa. Eu considerei várias possibilidades, incluindo os casamentos dos muitos filhos da Rainha Victoria, mas a corte medieval de Eduardo III é mais familiar para mim. Ao contrário de muitos reis, os dois filhos mais velhos dele se casaram por amor, então parecia ser um encaixe natural.
“SECRETS AT COURT” acontece ao redor do casamento do filho mais velho de Eduardo III, também Eduardo. A História o conhece como o Príncipe negro (e um comentário, ele foi o primeiro Príncipe de Gales). A noiva escolhida, Joan, a Bela Donzela de Kent, tinha um passado um pouco escandaloso e eles, basicamente, fugiram e se casaram sem o consentimento da igreja. Meu herói, Nicholas, foi encarregado de arrumar a bagunça que eles fizeram e conseguir a autorização do Papa para o casamento. Minha heroína, Anne, que esteve com Joan durante toda a vida, é a guardiã dos segredos da lady. Segredos que, se Nicholas descobrir, poderia destruir o trono da Inglaterra. Aqui, eu tentei permanecer fiel aos fatos do casamento real, da forma como fui capaz de determiná-los. A interpretação dos fatos é minha responsabilidade, contudo. E os motivos e conflitos do meu herói e da minha heroína estão atados fielmente a esta interpretação.

Agora estou trabalhando no próximo livro, “WHISPER AT COURT”, que esse passa alguns anos depois e situa o romance entre a filha do rei, Isabella, e um refém francês na corte inglesa.

- E por favor, para terminar, deixe uma mensagem para as suas leitoras brasileiras.
Your enthusiasm for my work touches me deeply.  I am so honored that you have taken me to your heart and I love being able, though the magic of “Google translate” to follow some of your thoughts about the books, mine and others.  Thank you so much.   Please let me also gratefully acknowledge the wonderful translators who have taken my stories and transformed them into Portuguese.  I know their skill deserves credit, for a clumsy translation could destroy even the best story.   I believe there are still a couple of books that Harlequin has not yet translated for release in Brazil, so keep your fingers crossed that you may be able to read “The Knave and The Maiden” and “His Border Bride” someday, too!   

O entusiamo de vocês pelo meu trabalho me toca profundamente. Me sinto honrada que vocês me tenham em seus corações e amo ser capaz, através da magia do “Google Translate”, de seguir alguns de seus pensamentos sobre os livros, meus de de outras autoras. Muito obrigada. Por favor, deixe-me também reconhecer e agradecer aos maravilhosos tradutores que trabalharam nas minhas histórias para a versão em Português. Eu sei que a habilidade deles merece crédito, porque uma tradução descuidada pode destruir a melhor história. Acho que há ainda alguns livros que a Harlequin não traduziu para lançar no Brasil, então curzem os dedos para que vocês possam ler “THE KNAVE AND THE MAIDEN” (7) e “HIS BORDER BRIDE” (8) algum dia, também!

Amei a entrevista com ela. E como só li até agora as histórias das Irmãs Weston, claro que irei procurar as demais para o Literatura de Mulherzinha.

E eu não disse que o Abril Imperdível 2014 estava justificando com honra ao mérito o nome???

Bacci!!!

Beta

PS.: As prometidas referências:

Livros da autora já publicados no Brasil

* Irmãs Weston (3) – duas histórias que podem ser lidas de forma independente.

(1) Noiva da Traição – Harlequin Históricos 103 – lady Solay de Weston e Justin Lamont
(2) Lições de Sedução – Harlequin Históricos 148 – Jane de Weston e Duncan

(4) Clã Brunson – trilogia já lançada no Brasil:

Fronteira do desejo – Harlequin Históricos 128 – Cate Gilnock e John Brunson
O limite da paixão Harlequin Históricos 133 – Bessie Brunson e Thomas Carwell
Prisioneira de um rebeldeHarlequin Históricos 137 – Stella Storwick e Rob Brunson

(5) Clique nos links para saber mais sobre o livro Katherine e a autora Anya Setton
ps.: O livro foi lançado no Brasil pelo Grupo Editorial Record.

(6) Série Royal Weddings – ainda inédita em Português
Secrets at Court – lançado recentemente lá fora
Whispers at Court – autora está escrevendo

(7) The Knave and the Maiden - lançado em 2004  - Dominica e Sir Garren

(8) His Border Bride – lançado em 2010 – Clare Carr e Gavin Fitzjohn

Além dos livros mencionados, também foi lançado em Português, Véu da inocência – Harlequin Históricos 107Katrine de Gravere e Renard

Outras informações no site oficial da autora e os livros dela que estão no Literatura de Mulherzinha
Reações:

4 comentários :

  1. Beta!!! Vc é porreta, hein??
    Já li um livro dessa autora (A águia e o anjo) e gostei muito! Romances Históricos são meus preferidos!
    a Blythe foi uma fofa, não?
    Bju
    Fabi
    Romances e Sonhos

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  2. Amei, só espero que a Harlequim , traduza as partes mais quentes também , e não venha aqueles cortes exatamente nessas partes. Suas leitoras não são menores puritanas, né? Somos mulheres adultas!

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  3. Britânicos comandam! Ao menos nossos corações e nossos ouvidos! hauhauhaua

    Adorei a entrevista, Betinha!
    E confesso que li ela toda com sotaque de um certo Tom que existe por aí... hahaha

    Bjus!

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  4. Uh, o que atores britânicos têm para exercer fascínio sobre mim ? Seu tom de voz ! Eu não diferencio ou percebo qualquer sotaque como essa autora excelente comentou, mas amo ouvir seu tom de voz másculo e poderoso intrinsecamente. Uma entrevista ótima !

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