sábado, janeiro 21, 2006

Ciao!!!

Garotas, com a ajuda do Google e do Altavista, fiz uma pesquisa sobre a Série Mortal. Esses foram os resultados mais interessantes que eu encontrei - que vão agradar a quem já leu e deixar curiosos quem ainda não conseguiu descobrir as aventuras da tenente Eve Dallas e do misterioso supra-sumo mais que demais Roarke.

Fonte: Correio da Bahia - 09/10/2004

Livros/Glória e mistérios de Nora Roberts
Fenômeno de vendas, a açucarada escritora investe no gênero suspense


Nora Roberts, que vende 40 livros por minuto no mundo inteiro, adotou o pseudônimo J.D. Robb para a Série Mortal, cujo primeiro romance sai agora no Brasil
É água com açúcar, mas e daí? Para os mais de 25 milhões de leitores habituais isso é o que menos importa. Ou melhor, é exatamente o que interessa, pois são esses ingredientes, somados a uma adição de generosas gotas de mistério, que fazem da escritora norte-americana Nora Roberts uma das maiores vendedoras de livros em todo o planeta. Os números que ajudam a criar essa mística são impressionantes: quase 150 livros publicados, cerca de 145 milhões de exemplares impressos e uma média mundial de 40 livros vendidos por minuto. Perfeitamente justificável para quem é aclamada como a autora mais amada de ficção romântica da atualidade, segundo pesquisas encomendadas por jornais do quilate do New York Times.
Nora Roberts, no entanto, não se prendeu somente ao universo amoroso. Claro, ainda é o seu principal filão. Ela resolveu dividir a produção voltando os olhos para uma outra linha, tão rentável quanto, que é a do mistério. Uma coisa meio Sidney Sheldon, outro best-seller da área, só que um tanto mais suavizada. Para esse segmento, intitulado Série Mortal, ela modificou não só o estilo mas também o nome, e passa a assinar como J.D. Robb. Pois bem, acaba de chegar às livrarias brasileiras o primeiro volume da série: Nudez mortal.
O romance apela para uma regra um pouco diferente, que privilegia as ações destemidas de uma policial de New York. Escândalo, mistério, morte, ficção científica e sexo são a tônica neste caso. Lançado originalmente em 1995, Nudez mortal é assinado por um tal de J.D. Robb, que apresentava aos leitores um visão da Nova York do futuro, mais especificamente no ano de 2058. A trama conta a história de Eve Dallas, uma detetive que assumiu uma investigação politicamente delicada: a morte da neta de um senador, que, entre outros segredinhos, atuava como prostituta. Na verdade, essa era apenas a ponta do iceberg, pois outros crimes foram cometidos com características idênticas.
O livro fez tanto sucesso que a crítica logo começou a celebrar o trabalho de Robb, comemorando-o como um novo jeito de escrever as velhas histórias de detetive. A popularidade de Nudez mortal aumentou ainda mais quando vazou a informação de que o autor era, na verdade, o pseudônimo de Nora Roberts, que àquela altura já tinha cerca de cem livros publicados. Ela tinha usado as iniciais dos nomes dos filhos (Jason e Daniel) para dar vida ao "novo escritor". "Queria experimentar algo um pouco diferente. Adoro escrever histórias românticas, mas queria mexer um pouco nos temas. Uma das coisas quem queria fazer era desenvolver aqueles personagens através de muitos livros, em vez de espremê-los numa só história", justificou, na ocasião, a escritora nascida no estado de Maryland.
Escrita no masculino
Nora Roberts começou a escrever da forma mais inesperada. No Inverno de 1979, presa em casa por causa de uma forte nevasca que assolou sua cidade, ela só tinha duas coisas para fazer: tomar conta do lar e dos filhos pequenos. Entediada, percebeu que tinha que tentar outra coisa para não enlouquecer. Pegou um caderno velho e anotou algumas das histórias que gostava de imaginar após ler os livros de romance que passou a vida inteira devorando. Não deu outra, nascia ali o primeiro livro, O puro-sangue irlandês, lançado dois anos depois. Como convive com muitos homens (o marido e os dois filhos, além de ter nascido numa família de maioria masculina), Nora desenvolveu um estilo muito peculiar. Ela cria suas tramas sob o ponto de vista masculino. Quer dizer, a coisa não é tão radical assim. Há heroínas, sonhos dourados e longos romances, mas as mocinhas sempre têm uma determinação diferenciada e inusitada para esse tipo de novela. "Não tinha muita escolha, ou compreendia o mundo dos homens ou saía correndo aos gritos", diz.
Fiel à própria história
Em paralelo, a escritora Nora Roberts continua no estilo que a consagrou. Em Doce vingança, ela repete a fórmula: romance + sexo + final feliz. Neste volume (que, com o perdão da má palavra, mais parece um edição ampliada daqueles livrinhos Sabrina, Bianca, Júlia), ela conta a história da princesa Adrianne, uma socialite que desenvolveu um espécie de vida dupla. Durante o dia, ela ajuda obras de caridade. À noite, procura vingança, atuando de forma inusitada para uma lady. Mas, quando já está para desferir o golpe, Adrianne conhece um homem que pode fazer tudo isso desaparecer. Encantador, Phillip Chamberlein tem motivos pessoais para se aproximar dela. Mas, quando a princesa percebe isso já pode ser tarde demais.
fonte:

*O próximo texto foi retirado daqui!*

Eternidade mortal

Eternidade mortal é o mais novo volume da Série Mortal, romances policiais futuristas assinados por J.D. Robb - pseudônimo da norte-americana Nora Roberts, uma das mais populares escritoras de todo o mundo. A autora manteve a explosiva combinação de suspense e romance para criar um mistério ambientado nos bastidores do universo da moda. Para além das passarelas e da sedutora fachada de glamour, a investigadora Eve Dallas descobre um submundo repleto de degradação que põe em risco sua profissão e sua própria vida.
O ano é 2058, uma época gloriosa e iluminada pelo avanço tecnológico. Após anos de carreira, Eve Dallas decide se casar. Ela está disposta a deixar de ser apenas a tenente da Divisão de Homicídios do Departamento de Polícia de Nova York para se tornar também uma dedicada esposa e mãe de família. Mas será possível conviver com essas duas identidades tão distintas? Durante todo o período em que atuou como agente da lei, Eve acreditou firmemente na teoria de que os policiais precisavam permanecer solteiros e solitários para conseguir concentrar a atenção no trabalho. Agora, contudo, ela tem que dividir seu tempo com a escolha de seu vestido de noiva! É, as coisas mudam... Mas nem tanto.
Pandora é uma das top models mais importantes e desejadas do planeta: tem beleza, fama, dinheiro, poder, prestígio, amantes e contatos. Mas tudo isso deixou de fazer sentido, pois ela está morta. A modelo foi brutalmente assassinada com um bastão de prata, arma abandonada no local do crime. Seu rosto, de uma perfeição impressionante, desapareceu completamente ao ser esmagado e mutilado pela força de uma série de golpes ferozes e cruéis. Ninguém sabe quem foi o autor do crime, mas todas as suspeitas pairam sobre Mavis - a melhor amiga de Eve. A tenente não poupará esforços para inocentá-la e encontrar os verdadeiros culpados.
Obrigada a deixar novamente de lado a sua vida cotidiana, Eve Dallas desce do altar e volta à ação para trilhar pelo caso mais angustiante e pessoal de sua carreira. Ao lado de um novo parceiro, Peabody, a investigadora descobre que o crime está relacionado a uma nova e poderosa droga chamada Zeus. Contendo uma mistura de estimulantes e alucinógenos, a substância aumenta o apetite sexual e funciona como regenerador celular. Sexo e beleza a qualquer custo: eis o que está por trás do fascinante, porém assustador, mundo fashion.
Com muita ação e um desfecho surpreendente, Eternidade mortal é a leitura ideal para os fãs dos clássicos da literatura policial - e, é claro, para os fieis leitores da vasta e fantástica bibliografia de Nora Roberts. Grande êxito em todo mundo, o livro se manteve por várias semanas no topo da lista dos mais vendidos do jornal The New York Times. - e, no Brasil, deve seguir o mesmo rumos dos primeiros títulos da série (Nudez mortal e Glória mortal), desde o lançamento encabeçando as listas dos mais vendidos no Brasil.
Próximo volume da série: Êxtase mortal
Sobre a autora
Nora Roberts ingressou na literatura em 1979, quando decidiu dividir seu tempo entre as tarefas domésticas e uma carreira de escritora. Seu primeiro livro foi publicado em 1981 e rapidamente se transformou em um grande sucesso mundial. Hoje, após mais de uma centena de romances traduzidos para 25 idiomas, calcula-se que a cada quatro minutos algum leitor americano esteja comprando um livro escrito por ela. Em 2001 a autora atingiu o recorde de 127 milhões de cópias vendidas. J.D. Robb é o pseudônimo que Nora Roberts adotou para escrever uma série romances policiais, tão bem-sucedidos quanto suas outras obras. É dela Lua de sangue, A pousada do fim do rio, O testamento, Traições legítimas, Três destinos e as Trilogias do Sonho (Um sonho de amor, Um sonho de vida e Um sonho de esperança), do Coração (Diamantes do sol, Lágrimas da lua e Coração do mar) e da Magia (Dançando no ar, Entre o céu e a terra e Enfrentando o fogo), além de Doce Vingança, e agora a Série Mortal (Nudez mortal e Glória mortal foram os primeiros volumes) publicados pela editora Bertrand Brasil.
Visite o site da autora.
Livro: Eternidade mortal
Lançamento: fevereiro de 2004
Tradução: Renato Motta
Preço: R$ 39,00
392 páginas
ISBN 85-286-1087-X
16x23cm
Código: 9788528610871

*O próximo texto é deste site.*

ETERNIDADE MORTAL - Nora Roberts (Ed. Bertrand Brasil)

Nora Roberts, que aqui assina como J.D. Robb, começou a vida de escritora por acaso. A coisa estava pesada em um inverno e, presa em casa por uma semana, ela decidiu fazer uma coisa que sempre havia sonhado: escrever um livro. Foi assim que ela começou sua carreira. Seu cartão de visitas são histórias carregadas de paixão, poder, crimes e vinganças. Não dá para ignorar: ela já escreveu mais de 100 livros.
Em "Eternidade Mortal", a escritora traz de volta a bela detetive Eve Dallas, agora tentando decifrar o assassinato de Pandora, uma top model pra lá de gostosa e glamourosa que tinha tudo que uma pessoa poderia sonhar: era linda, riquíssima, famosa e tinha o amante que desejasse em um estalar de dedos. Ela apareceu morta golpeada com um bastão de prata, com seu belo
rosto completamente mutilado. Quer dizer, tanta fama para nada.
Eve se envolve no caso porque a maior suspeita de ter cometido o crime é ninguém menos que sua melhor amiga, Mavis. Ela então mergulha no mundo da moda, envolvendo-se com o brilho, a podridão, as drogas e a obsessão pela beleza das pessoas que povoam esse universo chiquérrimo - tudo para poder salvar Mavis de ser considerada culpada de um crime horrível.
O romance faz parte da série "Mortal", que traz Eve Dallas resolvendo os mais incríveis crimes. A série é tão bem sucedida que a produtora de Mel Gibson já se interessou em comprar os direitos de filmagem. É esperar para conferir.

*Este texto é de um blog, optei por postá-lo aqui na íntegra.*

04/06/2005

Como o tempo passa rápido! Ai, que saudade do Roarke... - Primeira parte-

Nossa, já estamos em junho! A sério, não é brincadeira quando dizem que o ano está correndo. Daqui a pouco tenho as provas para concursos, e é aí que começa a correria. Desde o início do ano estou com isso na cabeça (e quem não está? Só aqueles guris bakas da minha sala, que só ficam zoando...Pagam colégio para quê, afinal de contas?), e percebi que, se quiser passar no vertibular de jornalismo, e é lógico que eu quero, terei de cair em cima de Português, Geografia e História. E é o que estou fazendo... Desafio qualquer um a me perguntar sobre os três tipos de relevo da Europa. Ok, maciços antigos, cordilheiras recentes e planícies centrais. Sobre os cinco tipos de clima, e a vegetação típica de cada um, sobre as cinco principais vertentes, os principais rios.
A sério, ontem eu decorei quase duas páginas inteiras do livro de Geografia, estudando para a prova de hoje! Não rpetendo esquecer tão cedo, principalmente porque, a cada novo tópico, eu reescrevia os passados no me caderno da sexta série, de inglês, que sobraram algumas páginas. Ficou assim:
Relevo Europeu:
Maciços antigos: formados por montanhas muito antigas, situadas no leste e norte europeu. São exemplos os montes Urais e os Alpes Escandinavos.
Planícies Centrais: região central da Europa, são terras muito férteis usadas para a agricultura.
Cordilheiras recentes: montanhas jovens e de altitudes elevadas, como os Pirineus, os Cárpatos, os Alpeninos, a cadeia do Cáucaso e os Bálcãns.
Clima e paisagens - o clima influi na paisagem e vegetação
Clima temperado continental: típico dos países nórdicos como a Suécia e a Finlândia, e dos países do centro europeu. Tem fortes contrastes térmicos, apresentando pluviosidade abundante. Vegetação composta por florestas temperadas.
Clima atlântico ou oceânico: Países do oeste e noroeste europeus. Temperaturas amenas e chuvas abundantes. Vegetação: pradarias, além das florestas temperadas.
Clima mediterrâneo: atinge o sul europeu, além de todos os países banhados pelo mar Mediterrâneo. O clima é seco, e possui as médias térmicas mais altas de toda a Europa. Vegetação: mediterrânea.
Clima polar: Extremamente frio, típico das latitudes acima de 60ºN. Vegetação: taiga e tundra.
Clima de altas montanhas: Ocorre no pico das altas montanhas (dãã..), e sua vegetação característica são as florestas coníferas e as pradarias.
Outra característica da paisagem européia é a inserção do trabalho humano nos últimos tempos. Graças aos avanços tecnológicos, o trabalho humano conseguiu superar obstáculos naturais antes intransponíveis.
- Vertentes -
Vertente ártica, Vertente atlântica ou oceânica, Vertente mediterrânea, Vertente do mar Negro, Vertente do mar Cáspio.
Eu fiquei repetindo isso, o tempo todo, ontem à noite.
Tô sem inspiração agora para escrever. Justo hoje, sexta-feira, depois de ter feito todos os trabalhos do colégio, depois de passar por outra semana corrida de provas, avaliações e trabalhos, quando eu finalmente tenho um tempo livre, eu fico sem inspiração para escrever sobre mim mesma.
Aaarree!! E tem tanta coisa para falar. Até agora, tive disposição só mesmo para fazer origame, ler Tai-Pan, editar o template do blog (não sabia que os templates da UOL eram tão complicados... Ou pelo menos muito diferentes do que estou acostumada a mexer. Bom, vivendo e aprendendo, não é o que dizem? Concordo, concordo...). Mas estou aqui, não estou? Então vamos aproveitar!
Ainda estou na estréia do blog novo. A sério, o Weblogger conseguiu estourar minha paciência. Em quase sete meses de blog, o que eu já perdi de posts... Justo quando eu mais tinha inspiração, quando eu digitava aquele teeeeextooo, cheio de sentimentos, a bedita da hospedagem vai e não publica. Mas quem foi que inventou tempo máximo para postar? Fala sério! Além do que, eu jã não conseguia mais digitar livremente no Weblogger. E como o template estava dando muitos problemas, sempre que e abria o blog aqui no pc, tudo travava, eu decidi que devia mudar de ares. Então, peguei minhas malinhas e cá estou! *Carol deixando as malas na soleira da porta, e abrindo os braços para o novo lar virtual*
E gostaram do novo template? Draco e Gina, é óbvio! ^^V Eu havia dito que continuaria com o template do Draco's Fan, mas preferi pôr este, mais colorido... Laranja, minha cor favorita ^^V Ás vezes bate saudade do Draco...vamos combinar, aquele layout é tuuudo de bom! ^^" Mas este aqui também é massa. Só gostaria que eles estivese sorrindo, mas enfim...
Escrito por Caroline Tonks às 01h34

Segunda parte do Post

Foi hoje a apresentação da peça de Ciências, formulada pelo professor Marco. Eu adorei o roteiro, mas como juntou gente da sétima e da oitava, e só ensaiamos uma vez, ficou meio desorganizado. Adivinha o que eu fui? A narradora! V^^V Eu me amarro nessa papel, gosto de narrar as coisas mesmo... rsrsrs... A maioria das histórias que estou digitando no momento é na terceira pessoa do singular, e não na primeira, como também gosto, num estilo meio de diário. Ah, para quem curte esse estilo, recomendo os livros da Meg Cabot, autora norte-americana especialista nesse assunto. É só lembrar da série "O Diário da Princesa", que foi ela quem escreveu, e até virou filme. Já para que ama romances na terceira pessoa, temos, com muito orgulho e veneração... Nora Roberts!!! *Carol com olhinhos brilhando* Essa mulher é um monstro na área de romances, já escreveu mais de 140, é a principal romancista dos Estados Unidos e uma das maiores do mundo. Faz parte da Academia de Romances Norte-Americana, e um tanto de outros títulos... Desses 140 livros, posso dizer cheia de mim que já me deliciei com:
-Um vizinho perfeito
-O legado dos Donovan
-Paixão Obscura
-Três Destinos
-Doce Vingança
-Um sonho de amor
-Um sonho de vida
-Nudez Mortal
-Glória Mortal
Céus... Ela adora escrever trilogias. Da trilogia do sonho, falta "Um sonho de esperança", e, o que estou roendo as unhas até agora para ler.... ETERNIDADE MORTAL!!!!
EU PRECISO SABER O QUE VAI ACONTECER COM A EVE DALLAS E COM O ROARKE!!!! Eu estu parecendo a Mia Thermopolis de "O Diário da Princesa", contando os dias que estava longe do Michael... Desde do início da semana, quando entreguei Glória Mortal na biblioteca do SESC, e me dei conta de que alguma alma pegara emprestadao Eternidade Mortal, o último livro da série, que fico "Um dia sem o Roarke...Dois dias sem o Roarke... Três dias sem o Roarke... CÉUS, EU PRECISO LER MAIS SOBRE O ROARKE!!!!"
Argh, argh, argh, argh! Que agonia! Eu quase me submeti a um ataque de infantilidade, querendo chorar e bater os pés quando vi que Eternidade Mortal não estava na última prateleira da segunda estante dos autores estrangeiros; R e S. Ali estava o Nudez Mortal, contendo o primeiro encontro de Eve Dallas e Roarke, num funeral, quando ele ainda era suspeito da assassinato de uma "acompanhante legalizada". A primeira coisa que ele reparou naquela policial foram os olhos; cor de mel, cor de uísque antigo, quentes, perscrutadores, meticulosos. E ela notou, na foto que vira dele, durante a investigação, no computador de seu apartamento, que ele parecia um anjo. Um anjo incrivelmente lindo e sedutor, com olhos de um azul profundo, cabelos negros que caíam sobre os ombros largos feições firmes, másculas.
Céus, com uma descrição dessas, que tipo de mulher não ficaria roendo as unhas para ler o último livro dessa trilogia? E, para completar, para completar a minha agonia geral...
...O Roarke é irlandês. De Dublin. De Du-blin.
Quase todos os personagens principais da Nora Roberts têm algo a ver com a Irlanda. Seja a mulher, seja o homem, seja a família deles, sempre têm algo a ver com a Irlanda. Ela adora um irlândes. ASSIM COMO EU.
Esse é um dos motivos que pesam muito para eu gostar tanto assim de Nora Roberts. Entre um milhão e um de outros motivos.
E o Roarke é o sonho de toda pessoa. Caramba, ele é quase perfeito. Quando a Eve pensou que ele era quase perfeito, esse quase teve uma explicação. Eu leio os livros da Nora como se estivesse num estado de futebol, de camarote, assistindo a um grande jogo e opinando toda hora. A cada linha eu penso alguma coisa, acompanhando de perto. Eu frisei bem "Quase?", e aí, a outra frase começou assim: "Quase porque...", como se estivesse me respondendo!
Ás vezes penso que nem as personagens. Enquanto a Eve estava tomando café com o Roarke, na mansão dele (isso mesmo, ele tem uma mansão. Enorme, cheia de passagens, ao estilo antigo, se você levar em conta que a história é passada no ano de 2056. Caramba, o cara é lindo, cavalheiro e ainda rico! Eu não estou exagerando quando digo que ele é o sonho de toda garota!), bebendo o café verdadeiro que sempre estava disponível na casa deste (imagine-se num futuro não muito distante. É difícil conseguir alguma coisa que seja derivada originalmente de um produto natural. A maioria das coisas é sintética. Como o a café. Café de verdade, lá, era quase impossível, privilégio para poucos, como o Roarke. E, olhem só, a Eve adora café!). Eu imaginei a cena bem engraçada, a Eve não resiste ao gosto de um café original, diferente daqueles disponíveis no AutoChef da delegacia, com gosto que lembrava artificialmente a cafeína. Se eu fosse o Roarke, seria bem capaz de perguntar: "Às vzes penso que você gosta de mim só por causa do meu café". E O QUE FOI QUE A CRIATURA ME PERGUNTA NO OUTRO PARÁGRAFO? "Ás vezes penso se você não gosta de mim apenas pelo meu café".
Eu quase engasguei de rir quando li isso. Foi exatamente o que eu havia pensado.
Só para completar, a Eve respondeu, casualmente: "A comida também é boa. E o sexo não é ruim".
Exatamente o que eu havia pensado também. Se me lembro, o Roarke só sorriu.
Escrito por Caroline Tonks às 01h33

Terceira parte do Post

Eu adoro os toques de ironia e sarcasmo que a Nora põe nos seus livros. O humor dela é ótimo.
Fiquei meio desolada terça-feira, por ter devolvido Coração Rebelde. Eu pretendia pegar apenas o Eternidade Mortal, terminar de ler Coração Rebelde e começar a ler Tai Pan, que está aqui em casa. Mas acontece que, na minha vistoria pelas prateleiras de novos livros, descobri o "Cabeça de Porco", do MV Bill, que minha mãe tanto queria ler. Nem pensei duas vezes, passei a mão no livro e continuei a perscrutar. Nisso achei também "Tempo Fechado", de Ken Follet, autor irlandês, cuja personagem principal neste livro era uma escocesa. Sei porque vi esse livro na Bienal, e passei um bom minuto folheando-o, até que minha mãe dissesse: "Você não vai querer ler o livro todo aí, vai?". A história me pareceu interessante, e anotei mentalmente procurá-lo na biblioteca do Sesc. E, pimba, justo naquele dia, ele estava lá. Também foi automático, antes que alguém fizesse isso por mim, peguei o livro. Foi neste instante que a enorme mão da dúvida me pressionou:
Eu só posso levar três livros por vez. Já estava com Tai-Pan, Coração Rebelde e Cabeça de Porco. Aonde iria encaixar o Tempo Fechado?
Eu não podia devolver o Tai-Pan, mesmo porque estava em casa e eu decidira lê-lo. O Cabeça de Porco, nem pensar. Minha mãe ficaria tão feliz quando visse... Só me restou o Caração Rebelde.
Eu confesso, não estava achando a história assim tão interessante. O Brian Donelly, irlandês (isso interessa bastante), treinador de cavalos que fora trabalhar num dos maiores de melhores haras do mundo, o Royal Mandalls. Apaixonara-se por Keeley Grant, filha do proprietário do haras. E princesa e o cavalariço, era como ele via a situação dos dois, e jamais até aquele momento envolvera-se profundamente com uma mulher, pois sabia que isso tiraria sua liberdade, bem que mais valorizava. Ir e vir para onde quisesse, não firmar raizes nunca. Apaixonar-se, família, tudo isso lhe soava o contrário, e não apreciava esse conceito. Pelo menos até parecer Keeley.
Talvez porque me lembrasse muito o Tião, personagem da novela das oito, peão de bois, eu não tenha me identificado logo com a história. É que acho o personagem do Murilo Benício tão... desculpe para quem gosta, mas tão sem sentido. Olhando por cima, me parece que criaram um grande caso em cima de um motivo tão...fraco. EU morro de pena dos bois durante a novela. Coitado daquele boi que apareceu no pasto da vivúva Neuta! E ainda deram o nome dele de Bandido! Bandido porquê? Todos aqueles caras metem as esporas no pobre do bichinho, pulam em cima dele, e ainda querem querem que ele seja maso e dócil? Ah, fala sério! Ele tem mesmo é razão de jogá-los longe.
Outra coisa. E não acredito que a Sol quase desistiu do sonho dela por causa do Tião. Quero dizer, ela sonhou com isso a vida inteira. Era a oportunidade dela, o chance de melhorar, um desafio que decidiria muito. Tudo bem, ela estava quase casando, e tal, mas porquê raios a criatura não contou para o Tião? Puxa, ele não era o "amor da vida dela"? Suponha-se que um amor deva compreender esse tipo de coisa, e se não compreender, problema dele, eu tenho que fazer isso por que é melhor para mim. E ela ainda titubeou! É muita enrolação. Se tivesse contado para o Tião antes, o cara não pagaria aquele mico bem na Igreja. Nem ela.
Também acho completamente sem sentido o pai do Tião vir de onde quer que esteja sussurrar na orelha do filho que o boi mais bravo de todos os tempos está chegando, e que ele terá de domá-lo. Mas, céus! Não me entra na cabeça que isso seja motivo o suficiente para que um pai apareça para o filho depois de morto. Não para contar que um boi está chegando, pelo menos. Desculpe se eu estiver rompendo uma convicção, mas é isso que penso.
Ah, e estou do lado do Geninho nessa história. Só porque ele não usa calças apertadas, monta nos pobres dos bois e não usa chapéu de peão, não quer dizer que ele não tenha o direito de conseguir o que quer. E o homem só quer entrar na faculdade e vencer na vida! Ele quer o que todo mundo quer, só que sem precisar machucar os pobres animaizinhos. E criam o maior caso. Ora, bolas, não querem vender as terras para o Laerte por causa de uma richa pessoal, e por causa disso vão prejudicar o Geninho? Grande espírito de família o Tião e o avô tem, puxa. Com o dinheiro da venda da fazenda, eles compram outra, e contrõem a casa que o pai do Tião queria. E o Geninho ainda se forma da faculdade. Mas, que nada! Eles querem é criar um caso.
Enfim, isso é tudo novela, e acho que para um assunto desses eu falei demais! Não estou acostumada a fazer críticas no meu blog...Pelo menos não que eu perceba... Ainda mais sobre novela, mas deu vontade de desabafar isso, e dizer que estou na torciada do Geninho! XDDDDDD Fala sério....^^"
Só para lembrar. Três dias longe do Roarke e da Eve. Se você lesse um livro em que o cara mais gato do ano de 2056 falasse que queria que a policial mais corajosa e linda do mesmo ano se casasse com ele, e a criatura respondesse, compreensivelmente: "Isso é que é ter noção de momento", também ficariam nessa angústia. Eu fiquei virando e revirando as páginas brancas que vêm depois do final, um fenômeno típico de quando gosto de um livro e não consigo acreditar que ele terminou. Como se dissesse: "Tem que ter mais alguma coisa!".
O prazo de entrega da pessoa que pegou Eternidade Mortal é amanhã (telefonei para a biblioteca para saber ^^). Vamos ver. Cruzem os dedos.
Isso vai dar uns dois posts, então eu terei que repartir novamente. Ai, ai, vamos lá.
Ja ne!
Escrito por Caroline Tonks às 01h32

Fonte: site da Nora Roberts

* Para quem não sabe, a Série Mortal já tem 24 livros em Inglês!!! No Brasil, foram lançados os quatro primeiros. Aqui, a lista completa, para você ter idéia do que vem pela frente...
ps.: Não me responsabilizo se você ler os comentários sobre os livros mais recentes lançados por lá... Algumas leitoras, muito empolgadas, entregam coisas que vamos demorar para ler... Se quiser estragar a surpresa, fique à vontade!

Don’t Miss Any of These Futuristic Thrillers in the New York Times Bestselling Series from J.D. Robb

Naked In Death - NUDEZ MORTAL
Introducing New York Police Lieutenant Eve Dallas… Breaking every rule, Eve gets involved with Roarke, a suspect in her latest murder case. But passion and seduction have rules all their own.

Glory In Death - GLÓRIA MORTAL
In Eve’s latest case, two murder victims have one connection: Eve’s lover, Roarke.

Immortal In Death - ETERNIDADE MORTAL
A top model is dead – and the suspect is none other than Eve’s best friend.

Rapture In Death - ÊXTASE MORTAL
An investigation of three apparent suicides draws Eve into the world of virtual reality – where the mind can become the weapon of its own destruction.

# Próximo lançamento (não pergunte, não sei a data):
Ceremony In Death - CERIMÔNIA MORTAL
In the most dangerous case of her career, every step Eve takes brings her closer to a confrontation with humanity’s most seductive form of evil.

Vengeance In Death
A madman brutally murders two men – both with ties to an ugly secret shared by Eve’s new husband, Roarke.

Holiday In Death
In the future when computer technology brings lovers together, dating can be a deadly game.

Midnight in Death, Silent Night Anthology
Lieutenant Eve Dallas must postpone her first Christmas with her new husband, Roarke, to hunt for an escaped serial killer.

Conspiracy In Death
The pursuit of a serial killer leaves Dallas’s job on the line. Now her hands are tied, between a struggle for justice – and a fight for her career.

Loyalty in Death
Eve Dallas returns to face her most ingenious foe – a “secret admirer” who taunts her with letters…and kills without mercy.

Witness In Death
Eve Dallas is thrust into the spotlight when she becomes the key witness in the brutal murder of a famous actor.

Judgment in Death
When a cop killer cuts loose in a club called Purgatory, Detective Eve Dallas descends into an underground criminal hell.

Betrayal in Death
Eve is up against a hit man for the elite, whose next target may be her own husband, Roarke.

Interlude in Death, Out of this World Anthology
At a police conference of-planet, Eve Dallas is forced to forsake duty to take down a rogue ex-cop – and save the man she loves…

Seduction in DeathLieutenant Eve Dallas is searching for a Casanova killer with a deadly appetite for seduction.

Reunion in Death
A birthday party sets the scene for a frightening reunion with a killer from Eve Dallas’s past.

Purity in Death
A frightening new computer virus is spreading and it knows no boundaries. And Eve Dallas must face the impossible – that this computer virus can spread from machine to man.

Portrait in DeathEve faces a serial killer who offers his victims eternal youth by taking their life.

Imitation in Death
Lt. Eve Dallas becomes entangled in the deadly mind game of a vicious copycat killer.

Remember WhenWriting together for the first time, number-one New York Times bestselling author Nora Roberts and her number-one New Times bestselling pseudonym J.D. Robb create a tale of con men and jewel thieves that blends present-day romance and futuristic suspense.

Divided in Death
It is the year 2059, a future where technology and humanity collide, and a new computer virus has become the latest form of terrorism.

Visions in DeathLieutenant Eve Dallas searches the darkest corners of Manhattan for an elusive killer with a passion for collecting souls.

* Os títulos mais recentes, lá fora:

Fonte - Site Amazon

Survivor in Death (In Death (Hardcover))
by J. D. Robb
(63 customer reviews)
Editorial Reviews
From Publishers Weekly
In the 20th fine volume of Roberts's futuristic mystery franchise, police lieutenant Eve Dallas is called in when lawyer Grant Swisher and his family are massacred with eerie skillfulness on the Upper West Side. The only survivor is 10-year-old Nixie, who evades—and witnesses—the killers as she creeps down to the kitchen for a midnight snack. Despite the painful memories of her own childhood that Nixie's presence calls up, Eve decides to hide the girl in the high-tech mansion she shares with her husband, billionaire businessman Roarke. With help from Roarke; her faithful sidekick, Peabody; and others, Eve discovers the existence of a shadowy former military operative with a grudge against Swisher—the lawyer helped the operative's battered wife divorce him right before she disappeared. The relatively early disclosure of the villain's identity and the dearth of other viable suspects dulls the suspense in the first half of the book, but tension escalates toward an absorbing denouement as a trap Eve sets for her target ends up with Nixie as its unintentional bait. Throughout, the series' colorful supporting cast and Eve's prickly personality—smartly showcased in her power struggles with everything from space-age vending machines to her own past—remain as vividly appealing as ever.
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From AudioFile
NYPD Lt. Eve Dallas is haunted anew by echoes of her past when a family is murdered in their beds save for the 9-year-old daughter. Eve and Roarke shelter the girl in their home while working to track down the killers, who continue to murder in their quest to get to the girl. Robb's futuristic series (circa 2059) continues to feature interesting characters and crackling suspense. Susan Ericksen, who has narrated others in the series, displays her knack for creating voices that truly fit the characters' personalities. She portrays Eve with all of her determination and prickliness and is adept at the child's voice, a skill that is difficult for some narrators. Roarke's faint Irish brogue enhances his sexy persona, so well written by Robb. M.A.M. Winner of AudioFile Earphones Award © AudioFile 2005, Portland, Maine-- Copyright © AudioFile, Portland, Maine--This text refers to the Audio CD edition.

Another winner in the In Death series, February 17, 2005
Reviewer:Anne Melvin "mystery lover" (Barrington, NH United States) - See all my reviews
I have either read or listened to on CD all of the previous books in the In Death series and I look with eager anticipation to new ones coming up. As others have outlined the plot, I will give my impressions of the CD. Susan Ericksen does a great job narrating the series. The characters are endearing, predictable but with good evidence of development and growth. The plot in this series was excellent, the pacing excellent as well. There is suspense sprinkled with humor. The author is sensitive and can bring you to tears in one moment and have you laughing out loud the next.
I thoroughly enjoyed this book and highly recommend it.

A Great Addition to The Series, but Eve is a Bit Unlikeable, February 3, 2005
Reviewer:Nicholas' Mom (Seattle, WA United States) - See all my reviews
The first thing that's important to know about this book is that it is best read as part of the on-going "In Death" series. If you do choose to read it out of order, you'll likely not enjoy it very much.
If, on the other hand, you're someone who has read all the other books in the series, I think you'll enjoy Survivor. It's definitely one of the more intense and emotional installments, although not as good as Divided in Death or Portrait in Death.
The case is riveting from the start, but as in all the other books, the murder mystery pales in comparison to the emotional interaction between Eve and Roarke. This particular mystery starts very strong, but by the end, it's a bit of a mess and you'll probably be scratching your head in confusion. The first chapter hooks the reader, though, and you might find yourself in tears when you read about little Nixie's plight.
The one thing preventing me from giving this book 5 stars is the characterization of Eve. Now, I do think Eve reacts in-character to Nixie: she's brash, emotionally distant, and difficult. She also feels that she could best serve the child by finding out who killed her parents. I didn't expect or want Eve to be cuddly with Nixie or cooing over her. That wouldn't have been the Eve I know. But sometimes I think Roberts goes a bit too far with Eve's grouchy, foul moods. In several places in this novel, Eve is downright unlikeable, even cruel. She's obnoxious with Summerset in one scene where he humbles himself enough to apologize and even as Nixie clearly grows to love Eve, Eve can only express her fondness by noting that Nixie did a "dumbass" thing in risking her life.
Roberts repeatedly balances Eve's rough edges with reminders of her terrible childhood. As awful as that childhood was, I feel like the death of Nixie's parents was not the type of crime that would affect Eve any differently than it did the other characters. Roarke, Peabody, and Summerset were also deeply upset, and Roarke and Summerset in particular have experienced things in their own pasts that made them particularly pained by what occured. And yet Eve is the only one whose harsh behavior is excused because of what she went through as a child. I want Eve to be strong, and I like that she's not a typical heroine, but this book felt like a big step back in terms of Eve's growth. Her coldness to Nixie was ultimately as unbelievable as extreme warmth and fuzziness would have been. Roarke needed to confront her, and let her know that her work is important and vital, but sometimes she needs to give people like Nixie her time, not just her dedication as a cop.
The book has some great scenes, including Roarke remembering his past while spending time with Nixie, and Summerset caring for the child. In fact, I fell more in love with Roarke than ever, which made it even more frustrating that Eve was so irritating. There are also two wonderful love scenes, including one involving a flower that heightens sensation, and a long-awaited (at least by this reader) discussion between Eve and Roarke about the possibility of starting a family.
But overall, the end never fulfilled the emotional promise of the initial chapters.

Book twenty in the Eve Dallas futuristic crime novels, November 21, 2005
Reviewer:elvispresleygirl4ever "elvispresleygirl4ever" (Texas) - See all my reviews
No affairs. No criminal connections. No DNA. No clues. Eve Dallas may be the best cop in the city--not to mention having the lavish resources of her husband, Roarke, at her disposal--but the Swisher case has her baffled. The family members were murdered in their beds with brutal, military precision. The state-of-the-art security was breached, and the killers used night vision to find their way through the cozy middle-class house. Clearly, Dallas is dealing with pros. The only mistake they made was to overlook the nine-year-old girl cowering in the dark in the kitchen....
Now Nixie Swisher is an orphan--and the sole eyewitness to a seemingly inexplicable crime. Kids are not Dallas's strong suit. But Nixie needs a safe place to stay, and Dallas needs t solve this case. Not only because of the promise she made to Nixie. Not only for the cause of justice. But also to put to rest some of her own darkest memories--and deepest fears. With her partner Peabody on the job, and watching her back--and with Roarke providing the kind of help only he can give--Lieutenant Eve Dallas is running after shadows, and dead set on finding out who's behind them.

"In Death" Series, October 10, 2005
Reviewer:A. H. Johnson (Florida) - See all my reviews
I have all of the books in this series (excluding the newest in hard cover), as do most of you. I have read your reviews and agree with some but disagree with others. I have a wonderful time reading these books, whether excellent or not so excellent. It seems, though, that most reviewers believe the interaction between Eve and Summerset is because of intense dislike on the part of these two. I simply don't believe that to be the case. I think they actually like and respect each other immensely but find it difficult to put aside their aloofness. Therefore, they play off each other with ascerbic wit and sarcasm and find this to be within their comfort zones. There is no doubt Rourke derives great amusement from this repartee.
As for Ms. Roberts, her writing knows no parallel. This series is her best, in my opinion.

Survivors...., October 7, 2005
Reviewer:Maria Alcat "bel_78" (Buenos Aires, Argentina) - See all my reviews
"Survivor in death" is the 23rd book in the "In death" series. If you already are a fan of the series, I am pretty sure you will like it a lot, as it has a good plot, fast-paced action, and continues with the development of the characters you already probably love. On the other hand, if you are new to the series, I would advise you to read it in order, instead of jumping ahead. Trust me, you will enjoy all the books more in that way.
That having been said, what is up in this new book?. A family has been murdered during the night, and there is only one survivor, a very scared young girl, Nixie. Lieutenant Eve Dallas is primary at the scene, and she will do her best to catch the murderers. The problem is, there is no evident reason to kill the family, nothing that stands out as suspicious in the lives of Nixie's parents. But surely, they must have done something to provoke the wrath of whomever killed them in their beds, despite their high-tech security system.
Dallas decides to take Nixie to her house, overcoming the objections of the social worker in the case, and due to the fact that the little girl doesn't want to part with her. There is a problem, though. Eve is more scared of children than of criminals, and both her and Roarke are more or less out of their depth in their dealings with Nixie. Thanksfully, they have Summerset (the "frog-faced demon from hell", according to Eve), who takes care of Nixie while the case heats ups and the murderers of her family go on killing, with an ultimate target in mind: Nixie.
In "Survivor in death" you will meet again (if briefly) old characters of the series, as well as the regular "cast" (Eve, Roarke, Peabody, Feeney, Mavis, Summerset, Trueheart, Baxter, etc...). Something stands out rather starkly, and that is that Eve was somewhat cold towards Nixie. In my opinion, that had to do with two facts: that Nixie's ordeal made Eve remember her own, and that Eve isn't comfortable with children (do you remember "Ceremony in death"?). Both Nixie and Eve are survivors, but their past and nightmares are vastly different. Eve realizes that, and will do all in her power to protect Nixie, keeping her alive and not leaving her at the mercy of the system. Roarke is also an important character in "Survivor in death", and you will see him going to the rescue once again, and scaring the daylights out of Eve mentioning the possibility of having children "one day"...
All in all I can say that I really liked this book. It kept me entertained, and I enjoyed it till the very last page. This is another worthy addition to the series, and I highly recommend it to you...
Belen Alcat
First time caller, long time listener..., October 5, 2005
Reviewer:Lu lu "Shorty" (CA) - See all my reviews
I have to admit, I didn't like the book in the beginning. Being used to NR's usual romance style it tooke me awhile to adjust to the "suspense" side of her writings. After the first few chapters were over, and I began to understand the series, I became very engrossed with the book. I thought Eve was very scared of Nixie because of her past and wanting the best nurturing possible that she felt that she could not give. In the end, I had the inference that she was coming around.. slowly to the idea of children.

*****
Fonte - Site Amazon

Origin in Death

Editorial Reviews
From Publishers Weekly
Set in the year 2059, this latest in Robb's long-running series (Naked in Death, etc.) featuring acerbic Lt. Eve Dallas of the New York police is the best in recent memory. In the past, Robb has kept whiz-bang futuristic effects to a minimum, allowing her world to grow organically out of dialogue and characterization; this time she incorporates science fiction elements—including the future of cosmetic surgery, cloning, scientific morality and physical mortality—into her plot, giving the series a big shot of adrenaline. Eve and her partner, Det. Delia Peabody, are visiting the Wilfred B. Icove Center for Reconstructive and Cosmetic Surgery on a celebrity murder case when the center's founder, old Wilfred Icove, is discovered with a scalpel rammed into his heart. Wilfred Jr., also a surgeon at the center, is grief stricken, as is his family and most of the rest of the country. Wilfred Sr., everyone agrees, was a saint. Except he wasn't, as Eve and savvy mystery readers will have already guessed. Eve gathers her usual crime-fighting crew around her, including her drop-dead gorgeous, fabulously wealthy, staggeringly brilliant husband, Roarke. Robb tones down the romance and ups the action ante as the team uncovers an increasingly horrific crime that builds to a race-against-the-clock climax that will have readers cheering. (July)
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From AudioFile
New York Police Lieutenant Eve Dallas returns again in this futuristic romantic suspense with husband/entrepreneur Roarke aiding in her latest case. When a female patient kills New York plastic surgeon Dr. Wilfred Icove, Eve is on the case, eager to bring the murderer to justice. When another murder occurs, she is led into a bizarre mystery involving sophisticated genetic engineering, which highlights this macabre story. Susan Ericksen brings enthusiasm to the eclectic cast of characters, offering a unique voice to enliven each one. Her rendition of Lieutenant Dallas as a brash, yet secretly sensitive woman is likely to resonate most with listeners. S.C.M. ©AudioFile, Portland, Maine-- Copyright © AudioFile, Portland, Maine--This text refers to the Audio CD edition.

The Best Yet, July 25, 2005
Reviewer:W. Kaplan "calyndula" (Wynnewood, PA United States) - See all my reviews

While Nora Roberts (aka J.D. Robb) seems to be paling a bit in her romance novel genre, the In Death series is getting better and better with each subsequent book.
Origin in Death starts with a bang: The ugly, possibly professional murder of a Nobel Prize winning doctor and scientist, Dr. Icove, he of the famed Icove Center, plastic surgery hub for the rich and famous. Before the blood is even dry, so to speak, Icove's son, who co-runs the tony clinic, is murdered as well, in the same way.
It's up to Eve, cop extraordinaire, to get to the bottom of the murders and figure out what's behind the "too perfect" profiles of the two Icoves and their clinic. What she finds is beyond human imagination, even in the year 2059, where this novel takes place.
Along the way, Eve's husband Roarke painfully tries to plan a Thanksgiving dinner/reunion for his recently discovered huge Irish family; Mavis, near the end of her pregnancy, reminds a horrified Eve and Roarke that they are to be birth coaches, and Peabody and McNabb continue to cohabit in bliss. There are some really funny moments in this book, and the mystery and eventual solution are "prime," as McNabb would say. A winner!

A thrilling page tuner, August 10, 2005
Reviewer:T. M. Wheaton "tmwheato" (Syracuse, NY USA) - See all my reviews

Dr. Wilifred Icove, A famous reconstructive surgeon is murdered cooly and efficiently - a scalpel to the heart - right in his office.
Soon after, the surgeon's son, WIll Jr., is also murdered in the exact same manner. Was it the beautiful woman seen leaving the good Dr.'s premises right before his death? Was Will junior's wife involved?
Through police procedure Eve and her trusty band of sidekicks (Peabody, McNabb, Feeney, Baxter, et. al) begin to delve into the background of the two doctors and find more than they bargain for.
I was severely disappointed in the last Eve Dalls book. I felt that Nora Roberts had drawn from a well that she had visited many times. Not so this book. If you're familiar with the series, you'll recognize another one of her favorite themes, the God-complected doctor. But this one is nicely different from her others.
The book begins like many of the others: a murder happens, Eve investigates and calls in her team, and begins to throw around theories. ABout half way through, this book takes off and doesn't look back. The story is tightly plotted and the mystery unravels with some great suspense and exciting revelations. The core of the story is really quite creepy (but in a shivery good way) and the ending just downright popcorn chomping exciting!
Outside of the mystery, a secondary plot is Roarke and Eve are planning Thanksgiving dinner. Roarke's Irish relatives come to visit and they've invited the whole gang (including Charles the LC and Crack, the owner of the Down and Dirty). My one regret about the whole story is that we don't get to see that dinner happen.
Excellent.

Nature or nurture -- is ever one the same..., November 14, 2005
Reviewer:Gayle Surrette "omnivorous reader" (Brandywine, Maryland) - See all my reviews

Origin in Death, the twenty-first book in the In Death series by J.D. Robb (Nora Roberts), finds Lt. Eve Dallas and Det. Delia Peabody in charge of the murder investigation of Dr. Wilfred B. Icove, a famous reconstructive surgeon and humanitarian. It seems the victim knew his killer and met with her alone in his office. However, there's no trace of this woman in the system even though they have a clear picture.
This book expands on the characters as it delves into the murder mystery. This future world is fleshed out a bit more. We learn a bit about the urban wars, cloning, and schooling for children, medicine, and families. With each book the world becomes richer and more a future possible with present day technology taken to the next level. The police are hampered by the same rules, regulations, publicity, and budget cuts as they are in our present. Once more Eve and Delia are forced to make some decisions that will forever affect them as police officers and humans.
Once again the central mystery is multi-layered and difficult to solve but once you finish the book and go through it again all the clues are there to be seen. This series is definitely a mystery series with romance. It's well written and clever. Enjoy.

I promise not to write a book.. :-), October 29, 2005
Reviewer:Phoenix, RMT (Austin, TX) - See all my reviews

No long disertation on the plot lines... Awesome series, Awesome characters. They just keep getting better. (And although it's not really required, I would recommend that you read them in order... I ALOT more fun that way. Start with Naked In Death and just keep going...)

Another exciting Dallas/Peabody mystery, October 25, 2005
Reviewer:booksforabuck "BooksForABuck.com" (Dallas) - See all my reviews

While investigating another case, police Lieutenant Eve Dallas and her partner, Detective Peabody, are summoned to the site of a murder. A Nobel-prize winning scientist and reconstructive surgeon has been killed by a medical scalpel through his heart. The crime has earmarks of a professional kill, but to Eve, it seems personal as well. Why not take him out on the street, where security was lighter? Why a scalpel? But the victim seems such a saint that Even can't think of any reason anyone would want to kill him. A second death only muddies the water. Eve can only conclude that appearances are deceiving, and that the doctor was doing something a lot less perfect than anyone knows.
As Eve and her husband Roach investigate, they are also preparing for a 'family' Thanksgiving celebration. Since neither Roach nor Eve had families (or rather, Eve had a father who abused her and Roach lost his family), the time is one of stress. Feelings about family, though, come to play an important role in getting to the truth. At the same time, the facts that Eve finally begins to discover make the abuse she suffered as a child seem like small-scale stuff.
Author Nora Roberts, writing as J. D. Robb, uses her futuristic police series to probe into ethical questions that already trouble modern science and medicine. What role should cloning have in the reproductive process? What physical traits should be selected for, and which eliminated? To what extent is it appropriate to cure a defect or disease after birth, but forbid the same cure before birth? I thought Roberts blinked when she had a chance to really address the fundamental issues, but she still deserves credit for bringing them to the readers' attention in a popular fiction format.
Roberts' romance readers will enjoy seeing the relationship between Eve and Roach continue to evolve, as well as the banter between Eve and Peabody (now largely recovered from injuries she sustained in an earlier book in the series). In the second half of the book, Roberts turns up the action, with plenty of danger and a morally complex killer. Fans of this enjoyable series will definitely want to get their hands on ORIGIN IN DEATH.

Nobody does it better, October 4, 2005
Reviewer:Gayelle "gayelle" (United States) - See all my reviews

Here's why I loved Origin in Death: the author provides an eclectic mix of murder, humor, cutting edge technology, delightfully masked philosophical discussion about the same, and family and personal relationships to create a fabulous novel.
The In Death series is supposed to be futuristic; however, Origin in Death says the future is now! The novel opens with the same hook that pulls us into many of J.D. Robb's In Death stories; it opens with a murder. That, however, is just the staging ground for the wonderful work that follows and which includes so much more than murder.
As one reads on, awareness creeps up until the reader is caught up in the wonder and horror of it all. How will we, as a society, deal with the actualization of the technology that is at the core of this novel? Suddenly, Robb forces us to confront the philosophical questions about the nature of being and the soul.
As if that were not enough, we've also to deal with how Eve will cope with the idea of family. In presenting Eve with this dilemma, Robb continues to develop Eve and Roarke as characters, to give them even more complexity that transcends their own immediate relationship and that of the intimate circle of friends. In a sense, it looks forward to the issue that Robb has indicated will never happen ... Eve and babies.
The verbal legerdemain, as ever, is part of this novel, and it adds belly laughs in spite of the horror.
All in all, a fabulous read that's worth every penny.

Em breve, mais sobre a Série Mortal!!!

Bacci!!!

Beta
Reações:

6 comentários :

  1. Stefania9:56 AM

    Assim vc acaba comigo Beta!!! Isso não se faz.. me deixar curiosa desse jeito.. malvada!!! kkkk
    nem vou te mandar beijos.. rsrs

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  2. Hellen11:05 AM

    Oi Beta!! É a primeira vez que te deixo um comentário, então quero aproveitar e dizer que adoro ler seus posts, dicas, comentários, noticias, enfim... Parabéns!!!

    Sobre a Nora e a série mortal... com tantos livros já publicados lá fora, será que daqui uns 20 anos eles publicam todos aqui no Brasil?? Que sacanagem!!! Eu morro de vontade de ler e ter todos esses livros, mas...

    Também... quem manda esse Roarke ser tão BOM.. e quem manda a Nora Roberts nos encantar com seus mocinhos???

    Beijos querida!!
    Hellen

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  3. Nao resta a menor duvida , Beta voce e muito má. e meu nome e apenas o 45º na lista da biblioteca. so vou ler este livro nofinal de maio se tudo der certo . agua na boca ? na uma caixa d'agua foi o que vc me fez . mas nao tem nada nao vou contar os dias ...
    valeu pelas informaçãoes
    beijos

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  4. Anônimo5:50 PM

    vcs sabem quando vão lançar outros livros da série mortal
    O vingança por exemplo

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  5. gilt.gile11:25 AM

    Oi galera adorei as postagens, também sou super fã da Nora e para alegria ou desespero de vcs tenhos 28 livros da serie mortal em português em e-book. Já estou lendo o décimo segundo, podem acreditar cada um é melhor q o outro. também tenho o 29 e o 30 em inglês também em e-book. Queria saber se alguém tem o livro Angels Fall ou a trilogia da herança em e-book.

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  6. Oii...
    gilt.gile...vc pode me mandar por e-mail os livros que vc tem?? do 18 em diante??
    no e-mail ladyivi@hotmail.com
    por favor..estou louca atras e não encontro.
    bjuss

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